Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003299435

      Novamente afirmo que se houver um curto da saída para o +B (18V) não afetaria a tensão de +15V que deveria haver na entrada “inversora”. Logo o único defeito que há é fuga em DZ1.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299440

        Temos uma forma de onda variando 1Vpp na entrada com uma média de tensão de +2V. Podemos afirmar que a tensão da realimentação negativa está correta com uma média de 2V (como está na entrada “não inversora”). Partindo da tensão média, vamos considerar que estamos tendo uma queda de tensão de 2V sobre R2. Como R3 é 3 vezes maior que R2, teremos uma queda de 6V sobre ele, que somando-se à tensão da entrada “inversora” com 2V, teremos na saída uma média de 8V.
        Agora, teremos uma variação de 1Vpp, que significará que o sinal subirá para 2,5V e descerá para 1,5V.
        Novamente faremos o cálculo para saber o que ocorrerá na saída. Com um pico de 2,5V, obrigará a entrada “inversora” a ir para 2,5V, ou seja, temos agora uma queda de 2,5V sobre R2 que multiplicando por 3, gerará 7,5, que somando à 2,5V que já está na entrada “inversora” resultará na saída em 10V (pico positivo).
        Calculando agora à partir do pico negativo na entrada que está com 1,5V, produzirá na entrada “inversora” a mesma tensão de 1,5V, que mutiplicaremos por 3, resultando em uma queda em R3 de 4,5V, que somada à 1,5V da entrada “inversora” resultará em 6V na saída. Assim, teremos uma variação na saída que vai de 10V à 6V, que resulta em 4Vpp e uma tensão média na saída de 8Vdc.
        um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299442

          Temos uma variação entrando na entrada “não inversora” cuja tensão média é de 4Vdc, o que gerará na entrada “inversora” a mesma tensão por realimentação. Isso significa dizer que se temos 4V sobre R2 de 1k, teremos 40V sobre R3 de 10k, o que somando ao potencial de 4V que já está na entrada, gerará 44V para a saída (de tensão média). Considerando agora que temos um pequena variação na entrada com 0,5Vpp, teremos 0,25V para mais, ficando a entrada “não inversora” com uma tensão de 4,25V, que será a mesma queda em R2 (via realimentação negativa) e com isso, teremos 10 vezes essa queda sobre R3, que dará 42,5V, que somados aos 4,25V que há na entrada “inversora” resultará para a saída uma tensão de 46,75V. Já quando o sinal na entrada for para o semiciclo negativo, haverá uma queda na tensão em 0,25V em relação aos 4V de média, ficando a entrada “não inversora” com 3,75V (pico), que fará a entrada “inversora” cair para a mesma tensão, sendo essa agora a queda sobre R2, que gerará 37,5V de queda sobre R10, gerando para a saída 3,75V +37,5V = 41,25V. Assim, teremos na saída uma variação que vai de 41,25V até 46,75V, o que representa 5,5Vpp.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299444

            Fazemos inicialmente o cálculo da tensão do lado direito do capacitor C1, e para isso vamos considerar na entrada “não inversora” a tensão de +3V que por realimentação negativa, deverá gerar na entrada “inversora” a mesma tensão. Isto deverá gerar no lado direito de C1 um tensão de 2,73V. Com a chegada do sinal que varia em 2Vpp, haverá a subida da tensão do lado direito do capacitor para 3,73V, que criará uma queda de tensão de 0,73V sobre R2 e este sendo 4 vezes menor que R3, criará 2,92V sobre este, levando a saída do operacional para uma tensão de 0,08V (3V-2,92V). Após, ocorrerá o semiciclo negativo do sinal e isso fará com que do lado direito do capacitor C1 apareça uma tensão de 1,73V, gerando uma queda em R2 de 1,27V, que multiplicado por 4 (queda em R3) teremos 5,08V que somados aos 3V que já existem na entrada “inversora” gerará para a saída em um potencial de 8,08V. Assim teremos uma variação de 8Vpp na saída (0,08V à 8,08V) e uma tensão média de 4Vdc
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299446

              Com o circuito em repouso, podemos afirmar que R2 fica em série com R4, caindo sobre eles a tensão de 0,04V. Como R3 é do mesmo valor que R4, neste cairá praticamente a mesma tensão, ou seja, 0,04V, gerando para a saída uma tensão de 0,08V média, se não houvesse tensão na saída. Mas veremos abaixo que esta tensão média poderá ser modificada, caso haja, ceifamento do sinal para a saída.
              à medida que o sinal vai aparecendo no lado esquerdo de R2, o lado direito dele vai mantendo-se com +0,04V (mesma tensão da entrada “não inversora”), criando queda de tensão no mesmo e forçando a saída do operacional a cair, criando um tipo de “balança” subindo acima de 0,04V no lado esquerdo de R2 e caindo abaixo de 0,04V na saída do operacional.
              Assim, lembre-se que a tensão na entrada “inversora” do operacional praticamente não varia.
              Outro detalhe importante é dizer que quando temos 0,03V a mais do lado esquerdo de R2, com a entrada “inversora” em 0,04V, teremos 0,03V de queda neste, que criará 3V de queda sobre R3 (100 vezes maior que R2), que levaria a tensão de saída à quase -3V. Apesar disso, considere que a tensão mínima é massa ou zero volt, logo, a tensão de saída acaba sendo ceifada em zero volt.
              Quando agora a tensão da senoide de entrada cair 0,03V, a queda sobre R2 será novamente de 0,03V, gerando uma queda sobre R3 de 3V e com isso a tensão de saída subirá para 3,04V. Assim, teremos senoides variando de zero à 3,04V (sem os picos negativos), gerando uma tensão eficaz por ciclo de 2,12V, que dividido por 2, pois no outro semiciclo a tensão é de zero volt, dará uma média de aproximadamente 1V.
              Assim, teremos uma onda de 3,04Vpp e uma média eficaz de 1V (1Vdc).
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299448

                Em primeiro lugar, vamos fazer os cálculos das tensões resultantes não levando em consideração o sinal na entrada de C1.
                Temos +5V na entrada “não inversora” o que pela lógica da realimentação negativa, iria colocar também +5V na entrada “inversora”. ficamos assim, com uma queda de tensão de 5V sobre R2 e R4, que somados possuem um valor de 130k. Como temos R3 com um valor muito semelhante, em torno de 120k, terá uma queda de tensão de 4,6V. Somando esta tensão de 4,6V à tensão que está na entrada “inversora” que é de +5V, teremos para a saída uma tensão de 9,6V, que se tudo der certo poderia ser considerado nosso Vdc, quando não há ceifamento do sinal na saída.
                Mas agora vamos considerar a entrada de sinal em C1, onde temos 1,6Vpp. Veja que para o sinal, o capacitor será considerado um curto e assim, o sinal estará presente também no lado esquerdo de R2. Antes de iniciarmos, deveremos saber qual a tensão média do lado esquerdo de R2, que será calculada pelos +5V que tínhamos sobre R2 e R4. Como R4 é pouco mais de 3 vezes maior, teremos sobre R2 uma queda de 1,15V, resultando em uma tensão de 3,85V médios no lado esquerdo de R2. Assim, quando o pico positivo do sinal chegar com +0,8V acima desta tensão, elevará os 3,85V para +4,65V. Agora o resistor R4 sai da jogada, pois a variação será feita diretamente no lado esquerdo de R2, via capacitor. Considerando que mantemos na entrada “inversora” a tensão de +5V, haverá uma queda em R2 de 0,35V. Como R3 é 4 vezes maior que R2, teremos uma queda em R3 de 1,4V, que somado à tensão da entrada “inversora”, resultará em +6,4V na saída de pico negativo (quando na entrada inversora há um pico positivo, na saída há um pico negativo ou com tensão mais baixa).
                Quando entrar o pico negativo do sinal, ele terá também 0,8Vp, que abaixará a tensão do lado esquerdo de R2 que está normalmente com 3,85V, ficando o lado esquerdo de R2 com 3,05V. Assim, a queda de tensão sobre R2 passa a ser de 1,95V, que multiplicado por 4 (valor de R3) resultará em uma queda de tensão de 7,8V sobre R3. Somando esta queda à tensão já existente na entrada “inversora” (+5V), teremos para a saída, uma tensão de 12,8V de pico positivo.
                Desta forma, teremos uma variação máxima de 12,8V e mínima de 6,4V, resultando em uma variação de sinal em 6,4Vpp.
                Para saber qual a tensão média ou Vdc, podemos considerar o primeiro cálculo feito para o sinal (pois não houve ceifamento da senoide), que fica com 9,6Vdc. Poderemos também calcular isso à partir da forma de onda em volts pico a pico, ou seja, se temos uma tensão de 12,8V de pico positivo somada a uma tensão de 6,4V de pico negativo, resultará em 19,2V que dividido por 2 resultará em 9,6Vdc ou médios.
                um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299450

                  Temos uma tensão média de 2Vdc na entrada “não inversora” que obrigará a entrada “inversora” a fica também com 2V. Como há esta queda de tensão sobre R2, haverá 10V de queda sobre R3, que dará para a saída uma tensão média de 12Vdc. Agora quanto ao sinal, ele varia +2V em relação à referência, resultando em um pico de +4V o que resulta em uma queda de tensão sobre R3 de 20V, somados aos mais 4V na entrada “inversora” teremos um total de +24Vp na saída. Já para a amplitude mais baixa do sinal que será de 2Vdc – 2Vp, será de zero volt na entrada “não inversora” que copiará na entrada “inversora” a tensão de zero volt e o mesmo na saída. Isto dará uma amplitude de 24Vpp.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003299458

                    Na verdade, o sinal de áudio que vem para o amplificador, passa por um capacitor chegando ao potenciômetro P1, onde poderá ser ajustado um nível maior ou menor deste sinal, de acordo com o posicionamento do cursor. Este potenciômetro não alterará as tensões médias da etapa de potência.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003299471

                      Se temos uma tensão de +2V na entrada “inversora” e 0V na saída, teremos que ter na entrada “não inversora” uma tensão igual ou um pouco maior que na entrada “inversora”. No caso será 2,05V e 4,1V. Note que esta tensão existe antes de haver a mudança da saída, por isso se chama NSD (nível superior de disparo).
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299474

                        Veja que a realimentação aqui é POSITIVA e não negativa e tendo a saída 0V está perguntando qual seria o nível que deveria ter na entrada “não inversora” para que a saída pudesse mudar para nível alto, ou seja, está pedindo o NSD (nível superior de disparo – threshold +). Para que a saída mude, deveremos ter então pouco mais de 5,5V na entrada “não inversora” e assim teremos queda de 5,6V sobre R3 sendo seu valor de 10k. Como temos R1 com ua décima parte do valor em relação a R3, teremos queda de tensão de 0,56V que somados aos 5,6V que é o ponto de mudança, teremos pouco mais de 6V, ou 6,1V que será o NSD.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299476

                          É exatamente isso, você deve ficar com uma tensão levemente positiva na entrada “não inversora” que no caso será de -5,9V em relação à tensão na entrada “inversora” que está com -6V.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299482

                            Veja que somente conseguirá chegar à 1,9V na entrada “não inversora”, quando o lado esquerdo do R1 estiver com -8,2V.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299487

                              Sua opção está correta.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299490

                                Esse é um circuito Schmitt trigger, pois possui uma realimentação positiva; sendo assim, sua saída ou ficará com o máximo de tensão positiva, limitada pela alimentação ou a menor tensão que no caso seria a massa. temos +5V entrando no lado esquerdo de R2 e como a impedância interna (de entrada) do operacional é altíssima, teremos a mesma tensão no pino da entrada “inversora”. Assim, para que a tensão de saída do operacional mude para nível alto, a tensão da entrada “não inversora” deverá ser pouco maior que +5V. Desta forma, devemos entender para que haja a mudança do estado, deveríamos ter uma queda de tensão sobre R3 de pouco mais de 5V, ou seja, 5,1V, e como ele é o dobro do valor em relação à R1, este terá que ter pouco mais de 2,5V sobre ele. Como já temos 5,1V sobre R3 e somando a tensão de queda que deveria haver sobre R1, chegaremos a um valor total de 7,6 que seria o nível superior de disparo (NSD).
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299493

                                  Exatamente!
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                Visualizando 15 posts - 5,881 até 5,895 (de 7,023 do total)