Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003287686

      Veja que em frequências baixas o indutor será um curto e o capacitor uma chave aberta, indicando que tudo que entra (frequência baixa) do lado esquerdo, aparecerá com mesma amplitude do lado direito (saída). Mas, a medida que a frequência vai aumentando, o indutor começa a aumentar sua reatância e o capacitor a diminuí-la, fazendo com que o nível de sinal entre eles vá diminuindo ou aproximando-se da massa. Assim, podemos afirmar que o circuito é um passa-baixa (LPF).
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003287694

        Exatamente isso!
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003287696

          Não. Curto significa ligar um ponto ao outro com uma resistência tão baixa que é igual a zero ohm. Se estamos ligando o ponto “A” com um indutor ao positivo, estamos dizendo que estamos colocando em curto o R1, ou seja, levando os 6V da fonte de alimentação para o ponto “A”, ficando toda a tensão da fonte somente sobre o resistor R2. Este circuito é para ser montado… você o montou. Seria útil que sempre uma quantidade boa de circuitos fossem montados para que voc~e pudesse praticar as medições e assim ir perdendo o medo de aplicar toda nossa teoria na prática.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003287710

            Quanto ao kit envie e-mail diretamente a talita@ctaeletronica.com.br e uma cópia para mim. Quanto à lâmpada série, é muito bom que tenhas uma lâmpada em série simples, com lâmpadas e chaves.
            Quanto ao curso se estender por 6 ou mais meses, o importante é que seja muito bem feito, mantendo o aproveitamento muito alto.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003287712

              Verifique se a resposta do Wikipedia te satisfaz… caso contrário darei maiores detalhes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tri%C3%A2ngulo_de_pot%C3%AAncias
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003287719

                Veja que devemos olhar para o início do semiciclo positivo na figura de cima e procurar na onda de baixo o início do semiciclo positivo. Vemos que a onda de baixo, começa o nível positivo com um defasamento de 135º em relação ao de cima.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003287729

                  Para calcular as tensões do circuito, você deverá considerar o indutor como um curto e o capacitor como um circuito aberto. Desta forma, ficaremos com um circuito série à partir da alimentação com R16 de 40k, R18 de 50k e R19 de 30k. Verificando qual o menor, teremos 1x sobre R19, 1,66x sobre R18 e 1,33x sobre R16. Somando as proporções, teremos um total de 4x, que resultará em uma queda de tensão de 3V sobre R19. Agora, subtraindo 4V (queda de tensão sobre R16) da tensão de 12V, teremos a tensão de 8V, logo abaixo de R16. Como há um curto da ligação de R16 ao R18, a tensão logo acima de R18 também será de 8V.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003287732

                    Exatamente!
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003287734

                      Veja que L1 é um curto, e sendo assim R16 e R17 estão em paralelo, dando uma equivalência de 20k. Abaixo, temos também um resistor com 20k e mais abaixo, o paralelo entre R19 e R20 que também dá 20k. Assim, teremos a tensão de 12V será dividida por 3 que dará 4V acima de R19/R20 e 8V acima de R18. como o indutor é um curto, teremos no lado de cima dele a mesma tensão do lado de baixo, ou seja, 8V. Assim ficamos com a resposta 8V / 8V / 4V.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003287736

                        Veja que L1 coloca em curto R16, ou seja, leva a tensão de 12V até o lado de cima de R17. Assim a primeira tensão seria de 12V. Após, temos um circuito série com R17, R18 e R19, onde teremos 12V divididos pela proporção de de 6, resultando em 2V. Assim teremos uma tensão de 10V entre R17 e R18 e 2V entre R18 e R19.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003287738

                          Exatamente! Muito bem.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003287741

                            Sim, o indutor deverá ser considerado como um curto para a corrente contínua. Logo, acima e abaixo de L1 deveria apresentar a mesma tensão. Como isso não está ocorrendo, já pode considerar L1 como aberto. Você deve reparar também que o R18 passou a fazer parte da malha série, tendo sobre ele, tensão proporcional aos demais resistores.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003287744

                              considerando que existe o indutor L1 e este é considerado um curto, teremos a mesma tensão do lado de baixo de R16 e do lado de cima de R17, com 9V. desta forma, vemos que as quedas de tensões de R16 (3V) e R17 (3V), sendo de valores iguais estão proporcionais. Estes dois resistores somados (estão em série) resultam em uma resistência de 100 ohms, com uma queda total sobre eles de 6V (3V em cada). Mas no resistor R18, também está caindo 6V, o que significa que ele aparentemente possui a mesma resistência de R16+R17. Procurando esta alternativa, não encontramos e devemos a partir disso, procurar se existe outra possibilidade. Já que não é R18 alterado, podemos afirmar que sobre ele existe 6V. Isto significaria que a resistência equivalente da malha de cima (R16, R17 e C1) seria de 50ohms. Como afirmamos que os dois resistores somados gera 100 ohms e que temos uma equivalência de 50 ohms, caso o capacitor C1 apresentasse uma fuga de cerca de 100 ohms, que ficasse em paralelo com os resistores, daria uma resulante de 50ohms. Logo, o problema é uma fuga no C1 (fuga de 100 ohms).
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003287748

                                Veja que não há queda de tensão sobre R16, que apresenta 12V do lado de cima e a mesma tensão do lado de baixo. Já a tensão de 6V entre R17 e R18, indica que está havendo uma queda de 6V sobre a malha paralela de cima e também 6V sobre a malha de baixo, indicando que os valores de resistência (de cima comparado ao de baixo) são os mesmos.
                                Se fizermos o cálculo entre R19 e R20, teremos 20k que em série com R18, resultará em uma resistência de 40k no total, que é a mesma da malha de cima (40k). Como não há queda sobre R16, temos L1 aberto e com isso ficando o valor de 40k de R17 como resultante para a malha de cima.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003287752

                                  Se L1 estivesse aberto, ainda teria o caminho da corrente por R17 e malha ficaria um circuito série formado por R16 (600 ohms), R17 (1,2k) e R19 (1,2k), ou seja, teríamos os 12V divididos por 5, o que dariam as tensões mostradas na figura, ou seja, 9,6V no lado de cima e 4,8V no lado de baixo… mas a tensão abaixo do indutor seria de 4,8V e não de 9,6V como mostra a figura. Isso significa que R18 está aberto, mas também pode ser R17 aberto, mas não L1 aberto.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                Visualizando 15 posts - 2,851 até 2,865 (de 7,023 do total)