Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003287035
Veja que existe uma fuga em C1, pois a queda em R17, sendo de 2,4V é metade da queda de tensão sobre R19 com 1k, ou seja, sobre estes resistores há uma queda proporcional. Mas, a queda sobre R18, que deveria ser 1,5 vezes maior que a queda sobre R19 é a mesma, indicando que a resistência da malha paralela está com 1k. Para que isto possa acontecer temos uma fuga em C1 e para descobrir qual seria este valor, basta subtrair a proporção de R18 que é 1,5x por 1x (valor equivalente), resultando em 0,5x. Dividindo agora 1,5k por 0,5x dará 3k de fuga em C1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287041Para dimensionar as tensões neste circuito, consideramos apenas o circuito série, R1, R2 e R4. Então temos 6V divido para 5 unidades. Não terá queda de tensão sobre R3 porque não tera corrente em C1.
23 de março de 2018 às 00:00 #40003287049Como temos o capacitor C2 como um circuito aberto e também o capacitor C1, não haverá corrente pelos resistores R21 e R24 e claro, não haverá queda de tensão sobre eles. Com issoa tensão entre R21 e R24 será de 6V, enquanto a tensão entre C1 e R23 de zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287053Caso fosse capacitor em curto, ele colocaria a tensão de +6V no centro da malha, ficando a tensão indicada em 6V. Assim, a única possibilidade da malha é R9 aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287055Como temos uma tensão de +3V acima do R4, podemos afirmar que a malha de cima (R1, R2, C1 e R3) possuem a mesma resistência da malha de baixo, onde há somente R4. Assim, ou R4 alterou para 1,5k, ficando com o mesmo valor da malha de cima, ou a malha de cima alterou para 1k, ficando com a mesma resistência da malha de baixo (R4 com 1k). Vemos que a queda de tensão sobre R1 de 2V e sobre R2 de 1V estão proporcionais, indicando que ambos estão bons. A queda de tensão de 1V sobre R3 (3V do lado de baixo e 4V do lado de cima) indica que há uma fuga no capacitor C1 e como a queda de tensão sobre o capacitor é de 2V, já podemos afirmar que a resistência da fuga é de 2k. Daí o circuito passa a ter lógica, pois se somando 2k (fuga no capacitor) com 1k (R3), teremos 3k e estes ficando em paralelo com R1 e R2 com um total de 1,5k, teremos uma equivalência paralela de 1k, comprovando que a malha de cima ficou com a mesma queda de tensão da malha de baixo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287056No resistor de cima (R21) há uma queda de tensão de 1,5V e no conjunto de baixo, uma queda de tensão de 4,5V, ou seja, 3 vezes maior. Já dá para afirmar que o conjunto de baixo é três vezes maior que o de cima. Poderíamos também dizer que R21 está alterado, mas a queda de tensão de 1,5V sobre R22, determina que existe uma fuga em C1. Como a queda no capacitor é de 3V e este está em serie com R22, que possui uma queda de 1,5V, podemos afirmar que a fuga interna do capacitor possui um valor resistivo de 400 ohms (o dobro da resistência em relação à R22). Note assim, que a resistência equivalente da malha de baixo é de 150 ohms.
um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287061Vemos que as quedas de tensão sobre R17 (1,2V) e R19 (2,4V). A tensão sobre R18 e C1 está com 2,4V, indicando uma resistência equivalente de 1k (mesma queda de tensão sobre R19). Como você disse, o resistor R18 não pode diminuir de valor e logo, há uma fuga em C1, que está apresentando uma resistência de fuga interna de 3k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287063Na verdade temos C1 em curto, mas não entendi quando diz que não há a opção de C1 em curto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287066Veja que a frase “um indutor de baixo valor, … terá uma queda de tensão”, define que está se referindo ao indutor.
Quanto à tensão “nula” ou “nada” são termos considerados “tri-state” ou “terceiro estado” que não é zero mas está em aberto. No caso a queda de tensão sobre o indutor será de zero volt e não “nula”.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287097Veja que a queda de tensão da parte de baixo (sobre R20) é de 1,5V, que está correta, mas R19 terá uma queda de somente 0,5V, o que dará uma tensão de 2V entre R18 e R19. Até aqui sua resposta está certa. Logo em seguida, passamos para R18, que tendo um valor de 400 ohms terá uma queda de 2V sobre ele, que somado à tensão do lado de baixo que é de 2V, dará 4V entre 17 e R18, e não 6V como você havia colocado. Finalmente a tensão entre R16 e R17 será de 9V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287099A alternativa “a” possui os resultados comentado por você, mas colocados de cima para baixo, como deve ser.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287101Sim, fazendo o cálculo das porporções dos resistores, teremos 0,5V por unidade. Assim, sobre R16 irá cair 3V, que subtraindo de 12V, resultará em 9V (1º ponto de cima para baixo). Sobre R17 haverá uma queda de tensão de 5V, que subtraindo de 9V, resultará em 4V (2º ponto de cima para baixo). Já sobre R18 haverá uma queda de 2V que subtraindo de 4V resultará em 2V (3º ponto de cima para baixo). Como R19 é o menor valor haverá uma queda sobre ele de somente 0,5V, resultando no ponto mais baixo de 1,5V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287126A resposta que te enviei anteriormente, deve resolver a questão, pois realmente a “força” está entre aspas… Não nos aprofundamos na questão, pois nosso objetivo é desenvolver o raciocínio dos alunos para a análise de defeitos. Mas exitem vários sites na internet que poderão auxilia-lo no aprofundamento da questão, como os materiais da Unicamp ou do ITA.
um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287131Como não estou perguntando a tensão em relação ao negativo ou massa, tanto faz de cima para baixo ou de baixo para cima, pois a queda de tensão “no segundo” será de 0V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287134Sim, pois veja que à medida que a corrente tende a variar de uma forma mais rápida, na méida, o campo eletromagnético não chegará ao seu potencial máximo e com isso a resistência oferecida será maior à medida que as variações forem maiores.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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