Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003285290
Quando queremos saber apenas a direção do campo eletromagnético gerado pela circulação da corrente e a polaridade da tensão, utilizamos a regra da mão direita. Mas para saber maiores detalhes da força do campo e velocidade, utilizamos a regra da mão esquerda.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285292É diretamente proporcional… veja mais detalhes em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_de_for%C3%A7a
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285296Sim, você deverá desenha-las cruzando o eixo zero. Sim, o ciclo é a excursão total de um sinal, ou seja, quanto tempo leva para completar uma determinada variação até voltar a repeti-la.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285324Neste circuito, temos uma queda de tensão de 4,5V sobre o resistor R16 que possui um valor de 5k e uma queda de 6V sobre um resistor que possui o dobro do valor do anterior. Com isso já podemos afirmar que o resistor R16 está alterado, e se compararmos a proporção entre R14 e R16, alterou para 15k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285329Veja que temos sobre R17 de 500 ohms uma queda de tensão de 2,5V e sobre R18 que possui 1,5k uma queda de tensão de 7,5V. Logo, podemos afirmar que os dois apresentam tensões proporcionais. Veja que há uma queda de tensão de 5V sobre a malha paralela formada por R19 e R20 e que baseando-se nas quedas dos resistores de cima, a resistência deveria ser de 1k (o dobro da queda de tensão que está caindo sobre R17 de 500 ohms). Como temos uma equivalência de 1k para a malha paralela, já podemos afirmar que R19 ou R20, um deles está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285331Quando as duas resistências são iguais dá pra saber somente que uma delas alterou para 200 ohms, mas não dá pra saber qual. Quando são diferentes daí dá pra saber.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285333Essa é uma expansão do feixe em sentido horizontal e é normal que o brilho fique menor, pois o sinal é expandido em 10 vezes. Essa função da expansão horizontal é pouquíssimo usada, somente em casos de observação de frequências muito altas. Mas no modo normal, caso todas medições estejam certas o osciloscópio compensa.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285335Na questão 38, atente bem para as indicações logo acima da tela do osciloscópio:
Volt/DIV = 10V (x1) Time/div = 1ms
10V será o valor de cada divisão da tela do osciloscópio em sentido vertical, sendo que a indicação (x1) diz respeito à ponta de prova do osciloscópio. Quando está em (x1) significa que o valor indicado (no caso 10V) é multiplicado por 1, resultando no mesmo valor. Quando queremos medir tensões de maior amplitude, poderemos colocar uma chave da ponta do osciloscópio na posição (x10) que no caso se fossem 10V, cada divisão valeria na verdade 100V.
Depois de achado quanto vale cada divisão, que no nosso caso é de 10V, deveremos saber – em sentido vertical – quantas divisões o sinal atinge. Na imagem, podemos ver que pega uma divisão e meia para cima e também uma divisão e meia para baixo, gerado um total de 3 divisões ocupadas pelo sinal. Como cada divisão vale 10V, teremos esta tensão multiplicada pela quantidade de divisões, no caso 3, abrangidas pelo sinal, resultando em uma tensão total de ____ Vpp.Agora observando a forma de onda em sentido horizontal, teremos que determinar quantas divisões o ciclo do sinal se manifesta. Mas antes, temos um valor de Time/DIV ou valor de tempo de cada divisão de 1ms. Um ciclo completo do sinal manifesta-se em duas divisões (semi-ciclo subindo e semi-ciclo caindo), onde podemos afirmar que o tempo do determinado período é de 2ms. Assim também conseguiremos determinar a frequência de trabalho, calculando quantos 2ms cabem em 1000, que dará 500Hz.
O mesmo sistema de raciocínio será utilizao em todas as outras formas de ondas.
Um grande abraço
Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285337Apesar de você ter usado a calculadora é possível sim, fazer os cálculos de cabeça. Veja os exemplos:
Questão 38 = 1/ 0,002
Na verdade a apostila pede para que você diga quantos 2 cabem em 1000. Mas para facilitar, você deve dizer quantos “2” cabem em “10” que no caso será 5.
Após, quantos cabem em 100, que será 50 e após quantos cabem em 1000, que será 500. Assim, após achar quantos cabem em 10, basta acrescentar mais dois zeros.Questão 39 = 1/ 0,00008
No caso agora, temos 80 us (microsegundos), e a pergunta será quantos 80 cabem em 100, que dará cerca de 1,25 e após basta colocar mais um zero para dizer quantos cabem em 1000, o que daria 12,5. Após, como o tempo é dado em micro segundos, o valor da frequência será em kHz.Treine isso para que você possa achar a frequência sem a calculadora.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285341temos um tempo definido por divisão de 10ms, sendo que o ciclo está cobrindo 2 divisões, o que resulta em 20ms. Agora, fazendo o cálculo para saber quantos “20” cabem em “1000”, chegamos ao valor de 50. Como temos o tempo em ms (milisegundos) a resultante será em Hz, o resultado será 50Hz.
Quanto à amplitude, temos o ajuste de Volt/Div = 30V. Como o sinal preenche duas divisões, teremos 60Vpp, ou ainda vendo que a referência está no centro da tela em sentido vertical, podemos dizer que teremos 30Vp.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285347Vamos às respostas:
1) sem o resistor em paralelo com o LED, temos uma tensão constante de 1,8V sobre o LED (normal) ou 2,4V (alto-brilho). Com o aumento do valor do potenciômetro, diminuirá a corrente pelo LED e seu acendimento diminuirá, mas não apagará pois o LED ainda se mantem aceso com correntes abaixo de 1mA (1 miliampere).
2) o valor do resistor de 1k entre o LED e o potenciômetro tem como objetivo limitar a corrente para o LED quando o valor do potenciômetro for zero ohm (posição do potenciômetro em curto).
3) Para colocar um resistor em paralelo com o LED, devemos levar em conta o valor máximo do potenciômetro que no seu caso foi de 10k, o resistor de limite de corrente de 1k e o resistor que deverá ser colocado em paralelo com o LED para que apague. Veja que se usarmos um LED comum com 1,8V, devemos calcular uma tensão de 30% abaixo desta (cerca de 1,2V) para que tenhamos certeza que o LED vai apagar. Assim, sabendo das tensões em cada ponto, podemos afirmar que o potenciômetro com 10k e o resistor de 1k logo abaixo dele, formarão um valor total de 11k e se quisermos uma tensão sobre o LED de 1,2V, devemos colocar um resistor de 1,2k. Colocamos de 1k que funcionou bem. Veja que abaixo de 1,8V não haverá corrente pelo diodo LED e desta forma ele não mais faz parte do cálculo dos resistores série.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285355O alto-falante é um transdutor eletro-acústico, ou seja, transforma corrente elétrica em vibrações mecânicas que estão na faixa de áudio. Para produzir uma vibração mecânica adequada, seu cone deve movimentar-se para a frente (corrente em um sentido) e para trás (corrente em sentido contrário ao anterior), manifestando portanto uma corrente alternada.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285357Como o cone de um alto-falante deve se movimentar para frente e para trás, a partir de um ponto central, ele deverá receber corrente em um e outro sentido, ou seja alternada.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285366Veja que o ciclo é uma PARTE da forma de onda, que se REPETE sucessivamente. Veja que frequência é a quantidade de ciclos que ocorrem em UM SEGUNDO.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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