Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003300551

      Sim é um choque de filtro, atuando como um LPF… atualmente é pouco usado pois tanto o capacitor como o indutor são de grandes dimensões e de custo elevado.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003300554

        Na entrada inversora, temos uma variação de 6Vpp, sendo que a média DC é de 1V, sendo que o sinal variará 3V a menos que 1V, e também 3 volts acima de 1V, indo de -2V à +4V. Como temos no operacional uma realimentação negativa, a entrada inversora, tentará acompanhar esta variação de -2V à +4V, desde que a tensão de alimentação permita.
        Assim, quando a tensão de entrada estiver no pico positivo mais alto (+4V), a entrada “inversora” também deverá se deslocar para tal (+4V) e isso estará produzindo uma tensão de queda de 4V sobre R2. Como temos na realimentação o resistor R3 de 330k, sobre ele haverá uma queda de tensão de 13,2V e como já temos +4V na entrada “inversora”, teremos na saída do operacional uma tensão que chegará a um pico de +17,2V. Quando a entrada “não inversora” cair para o pico mais baixo com -2V, a entrada “inversora” se deslocará para a mesma tensão e teremos uma queda de 2V sobre R2. Agora a queda sobre R3, será de 6,6V e como já temos a tensão de -2V na entrada “inversora”, teremos -8,6V de pico na saída do operacional. Considerando que temos uma variação na saída do operacional de +17,2V para -8,6V, teremos um total de 25,8Vpp. Para saber qual será a média DC de saída, bastará pegar a tensão de 25,8Vpp e dividir por 2, resultando em 12,9V. Agora subtraindo isto de +17,2V, resultará em 4,3V de média DC. Veja que a tensão de 12,9V poderia também ser somada ao potencial de -8,6V, resultando nos mesmos 4,3Vdc.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003300556

          Temos uma média de tensão de -3V com um sinal de 4Vpp na entrada “não inversora”, ou seja, o sinal variará de -5V (nível mais negativo) até -1V (nível menos negativo). Veja que quando estamos no pico negativo de -5V, a entrada “inversora” também irá para o mesmo potencial devido à realimentação negativa e com isso haverá uma queda de 5V sobre R2. Como R3 é 8 vezes maior que R2, teremos sobre ele uma tensão de 40V, resultando na saída em uma tensão máxima de -40Vp (deveria chegar a -45Vp mas a fonte não permite). Quando o pico de tensão positiva na entrada, que chega a -1V, a entrada “inversora” também apresentará esta tensão de -1V sendo que a queda sobre R3 será 8 vezes maior que em R2, ou seja, 8V. Assim, na saída teremos uma tensão de pico de -9V. Temos então na saída uma variação de -40V a -9V, com 31Vpp. Agora para saber a média DC, devemos somar -40V com -9V, o que resultará em -49V, que dividindo por 2 resultará em uma média de -25Vdc aproximadamente.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003300557

            Veja que se você tem uma tensão de -1V na entrada “não inversora” e há uma realimentação negativa, a tensão da entrada “inversora” deverá ficar com os mesmos -1V. Assim, como o valor de R2 é muito menor que R4, teremos praticamente a mesma tensão de um lado e do outro deste. Com a chegada do sinal que varia 6Vpp, teremos no semiciclo positivo, uma elevação de sinal em 3V, ficando a tensão do lado direito de C1 em +2V (antes era de -1V). Com isso há uma queda sobre R2 de 3V o que significará uma queda de tensão de 9V sobre R3. Como do lado esquerdo de R3 a tensão está com -1V haverá uma tensão negativa na saída que chegará a -10Vp. Já para o semiciclo negativo do sinal que entra em C1, haverá uma queda de tensão de 3V, ficando o lado direito de C1 com -4V. Novamente há uma queda de tensão de 3V sobre R2 (polaridade invertida) levando a saída do operacional a subir. Como há uma queda de tensão de 9V sobre R3, teremos na saída uma tensão de +8Vp. Assim, de -10Vp à +8Vp, teremos um total de 18Vpp. Agora, para saber a tensão média de saída ou Vdc, devemos somar +8Vp com -10Vp, resultando em -2V e dividir este por 2, resultando em uma média de -1Vdc.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003300560

              Temos uma tensão de entrada de +3V, que irá para a entrada “não inversora” do operacional e devido a realimentação negativa, deverá ficar +3V também na entrada “inversora”. Como o valor de R2 é cem vezes menor que R4, a queda sobre ele será irrisória o que colocará a mesma tensão de +3V no lado direito do capacitor C1. Como está entrando uma variação de 4Vpp, teremos +2V e -2V. Começando com a variação de +2V, haverá uma elevação da tensão no lado direito do capacitor para +5V, gerando a queda de tensão de 2V sobre R2; como isso refletirá na queda de tensão sobre R3 e ele é 3 vezes maior, teremos uma queda neste de 6V. Agora somando estes 6V aos 3V já existentes na entrada “inversora” teremos uma queda na tensão de saída para -3V. Agora com o sinal variando para -2V, teremos do lado direito de C1 uma tensão que chegará aos +1V (3V da média -2V da variação), o que dará uma queda de tensão de 2V sobre R2 e 6V sobre R3, só que agora a tensão de saída do operacional irá subir +6V (em relação à média), e como temos 3V na entrada “inversora” teremos na saída a tensão de +9V. Assim, na saída do operacional, teremos uma variação de -3Vp à +9Vp, o que dará um potencial total de 12Vpp. Agora somando as tensões de +9V e -3V, resultará em uma média de +6V que ainda dividindo por 2, resultará em uma média final de +3V ou 3Vdc.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003300562

                A válvula V1 é uma duplo triodo, ou seja, dentro dela (mesmo vidro) há dois conjuntos de catodo, grade e placa, fazendo amplificações totalmente separadas. Para que possamos saber qual a tensão de alimentação, devemos recorrer à figura da página 79 da apostila de módulo 4, onde indica que inicialmente temos cerca de 340V. Apesar disto, essa tensão passa por R24 e é filtrada novamente em C13, ficando em torno de 200V ou pouco menos. Como a válvula tem suas placa polarizadas por essa tensão (200V), e resistores de placa de 100k, já podemos afirmar que as tensões de placa deverão estar entre 100V a 125V. Assim, ficamos com as alternativas de 100V.
                Veja que estas válvulas estão em média polarização e para isso, teremos uma tensão de grade em torno de zero volt, tanto para um conjunto como para outro conjunto.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003300564

                  Você teria razão se não fosse o resistor R24, que apesar de não ter valor, faz com que a tensão de 325V caia consideravelmente para cerca de 200V, visando ter uma melhor estabilização de tensão, não apresentando o ripple da saída e nem a distorção por intermodulação (variação na tensão produzida pelo consumo no instante que está produzindo o som). Assim, as respostas são realmente 100V e 100V.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003300566

                    Sim, você sempre deve considerar que a válvula como pré-amplificação estará polarizada, apresentando uma resistência de placa-catodo, com a mesma relação de 1 à 1,5 vezes a resistência de placa ou anodo.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003300568

                      Isso mesmo! E desta forma, todo sinal que surge nestes pontos ficará com semiciclo positivo acima da massa e negativa abaixo da massa.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003300570

                        Uma maior polarização para a válvula V1, não interferirá na polarização média DC da segunda válvula, ficando a tensão normal, isto devido ao sinal ser acoplado por capacitor e não diretamente de modo DC.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003300572

                          exatamente! Você deve considerar a válvula em média polarização, definir a queda de tensão em R11 e após definir a queda de tensão no resistor de catodo.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003300574

                            Exatamente! Um grande abraço.
                            Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003300576

                              Considerando que a tensão de alimentação para a válvula V2 (também dupla) é de 325V e calculando entre 1x e 1,5x a resist~encia da válvula em relação aos resistores de placa, teremos no ponto B, de 200V a 260V. Já para a grade (ponto A), teremos 0V e como há um resistor no catodo, haverá uma queda proporcional entre ele e o resistor de placa, resultando em uma tensão aproximada entre 2 e 3V.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003300578

                                Exatamente! Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003300580

                                  Sim, será mantida a mesma. Quando da presença de sinal, considerando que este nada mais é do que uma elevação ou queda na tensão DC que há na malha, a tensão média continuaria a mesma.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

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