Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003300316
Temos na saída do integrado IC29 uma tensão de 18V, quando deveria ter cerca de -1,9V. Assim, fomos verificar a tensão das entradas, onde encontramos na entrada “Não inversora” uma tensão de 12,4V (normal para o divisor de tensão) e uma tensão de 17,6V na entrada “inversora” o que obrigaria a tensão de saída do operacional a ir para um potencial muito baixo. Logo, podemos afirmar que a saída do IC29 está em curto para a alimentação positiva de +18V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300318Veja que as entradas estarem iguais em zero volt, somente levará zero à saída se esta saída realimentar para sua entrada diretamente. Veja que a saída deste operacional está ligada à entrada “não inversora” do IC 21 e somente aí na saída deste, é que virá uma tensão de zero volt para a entrada “inversora” do IC 20… logo as tensões do IC20 estão corretas.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300320Este circuito, mostra dois operacionais (IC30 e IC23, que recebem em suas entradas “não inversoras” sinais em contra-fase (apesar de não mostrar no esquema, pois é um esquema simplificado). Veja que se esses operacionais recebem os sinais como disse, em fase e contra-fase, sendo que eles entregarão os mesmos sinais e suas saídas apenas reforçados em corrente, com ganho de tensão em torno de 1. Estes sinais em contra-fase, vão então para a entrada “não inversora” e “inversora” do integrado IC21, onde teremos na saída um único sinal gerado à partir desses dois sinais. Para verificar como isso se processa, imagine que o ponto E sobe para +2V e que no mesmo instante, o ponto F, cai para -2V (sinais em contra-fase). Como há um divisor de tensão R123 e R121, a variação que foi para +2V (ponto E), no ponto G terá +1V, chegando à entrada “não inversora” do IC21. Como já sabemos, a entrada “inversora” também deverá apresentar uma tensão de +1V, devido à realimentação negativa. Mas, devemos lembrar que o ponto F, estava com -2V, o que implica que há uma queda de tensão de 3V sobre R83, gerando a mesma queda de tensão sobre R84, e elevando a tensão de saída do operacional IC21 para +4V (ponto I). Desta forma a saída do IC21, possui um ganho de tensão de 2 vezes, em relação aos sinais que estão saindo dos integrados IC30 e IC23. Já o integrado IC31, tem como objetivo manter a tensão de saída do IC30, exatamente igual ao do integrado IC23. Note que foram suprimidos nos desenhos os capacitores de filtro, que atenuam as variações de tensão quando o sinal está sendo amplificado (veja página 62 da apostila de módulo 4). Finalmente, o integrado IC20, faz a realimentação negativa sobre o integrado IC20, para que a tensão de saída deste fique sempre em zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300322Veja que estamos com um pequeno erro de tensão na saída de nosso circuito (-0,01V) e para pesquisar isso, vamos ver onde encontramos as tensões mais fora do zero, já que são circuitos com realimentações negativas e estão trabalhando basicamente com tensões de saída em zero volt. Note que a tensão que mais se destaca fora de zero volt é a saída do integrado IC31, que apresenta -9V em sua saída e para saber porque está com tensão negativa, vamos avaliar suas entradas, onde encontramos zero volt na entrada “inversora” e +0,2V na entrada “não inversora”. Estes +0,2V na entrada “não inversora” deveria levar a saída para +15V, o que não está ocorrendo, o que nos leva a concluir que o integrado IC31 está com uma fuga entre a saída e o potencial negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300324Neste circuito temos a tensão de saída com uma tensão de +4V, onde deveria ter 0V. Com essa tensão mais positiva no ponto I (saída de IC21) teremos no ponto J a mesma tensão positiva, que obrigaria O IL852 a levar sua saída a um potencial muito negativo, considerando que sua entrada “não inversora” está com zero volt. A tensão de -15V na saída do IL852 é enviada por R120 à entrada “não inversora” do IC21, o que faria com que esse voltasse sua saída a zero volt… Mas temos no ponto G a tensão de -1V e também no ponto H e para ter essa tensão no H, como há realimentação negativa, deve se equilibrar entre R84 e R83, onde vemos em ambos uma queda de 5V, que está correto. Mas ao chegar a saída do IC23, vemos que está negativa e considerando que há uma realimentação negativa, também tensão negativa chega á entrada “inversora” deste integrado. Agora considerando que a entrada “não inversora” está com zero volt, a tensão de saída do operacional deveria estar com +18V… como está com -6V, já podemos afirmar que IC23 está com uma fuga de sua saída para o potencial negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300326Temos na saída deste circuito, a tensão de 17V, muito positiva e devemos imediatamente conferir suas tensões de entrada, onde encontramos -0,5V na entrada “não inversora” e também -0,5V na entrada (inversora). Como no ponto F há tensão de -18V, encontramos as mesmas quedas de tensão sobre R83 e R84 (17,5V), significando que o integrado IC21 está com as tensões corretas. Mas a tensão negativa proveniente da saída de IC23 está errada. Agora, como temos 0V na entrada “não inversora” do IC23 e uma tensão bem negativa na entrada “inversora”, deveríamos ter na saída de IC23 a tensão bem positivo e disso podemos concluir que IC23 está com um curto da saída para o potencial negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300328Sim, até poderia ser R119 aberto, mas isso causaria uma variação intermitente na saída. Como temos a saída do operacional fixa em 15V, podemos afirmar que existe um curto da entrada “não inversora” para o potencial negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300330Veja que o Ic21 está manifestando em sua saída uma tensão de -13V e temos em suas entradas a tensão de +1V. Veja que as quedas em R84 e R83 estão proporcionais, permitindo que a entrada “inversora” de Ic21 fique com +1V. Mas chegando ao IC23, vemos que sua saída está com +15V e que sua tensão de realimentação negativa também está… com isso sua saída deveria ser levada a um potencial baixo e como isso não está acontecendo, já podemos definir que IC23 está com um curto na saída para um potencial positivo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300332Como temos a entrada “não inversora” do IC21 com tensão de 1V e a entrada “inversora” do mesmo IC com -9V, deveria obrigar a saída a ir para o +B, ou seja, 18V. Como está com -18V, já podemos afirmar que há um curto da saída do operacional para o -B.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300338Na válvula triodo de aquecimento indireto, quanto maior for a tensão do filamento maior será a circulação de corrente entre anodo e catodo. Mas a afirmação que vai aumentar a diferença de potencial entre catodo e grade 1? Na verdade, não haveria variação na tensão entre catodo e G1 ou se houvesse essa tensão se aproximaria, ou seja, maior polarização da válvula faz a tensão da catodo subir e anodo cair, mas provocado pelo maior aquecimento do filamento.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300352O funcionamento é exatamente igual ao explicado para a questão 8.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300354A explicação é idêntica a que foi feita para a questão 08.
um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300356Se há uma queda de praticamente 1V sobre R2 e o resistor R1 é de 20k, ele terá uma queda de tensão sobre ele de 20V, que resultará na placa da válvula em uma tensão em torno de +80V. Como temos na entrada um sinal com 2Vpp, significará que a tensão na entrada subirá +1V e cairá -1V. Com a subida para +1Vp, a queda de tensão sobre R2 subirá de +1V para +2V, causando um aumento da queda de tensão sobre R1 de 40V, ou seja, a tensão da placa cairá para cerca de +60V. Quando o sinal na entrada cair para -1V p, significará que a tensão sobre R2 praticamente zerará e com isso a tensão sobre R1 praticamente também zerará, significando que teremos praticamente a tensão de alimentação na placa, com +100V (resposta c).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003300358Como temos uma queda de tensão de 0,99V sobre R2, teremos uma queda de tensão de 20V sobre R1. Isto determinará uma tensão média para a placa de cerca de 80V. Como o sinal possui 1V para positivo, irá obrigar a tensão de grade a subir este nível e praticamente ocorrerá o mesmo para o catodo e com isso, haverá uma queda de 20V na placa, caindo para cerca de 60V. Após, o sinal cairá 1V abaixo da tensão da grade e isso fará com que a queda de tensão sobre R2 praticamente zere. Isto levará a tensão de grade para praticamente 100V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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