Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003299776

      Vamos dizer que uma variação de baixa frequência, ocorrerá no lado esquerdo de R1, sendo levado este potencial até a entrada “inversora”. Considerando que há uma frequência baixa, L1 é um curto, aparecendo também a mesma variação na entrada “não inversora”, isto significará que a tensão de saída do operacional será igual às variações das entradas, ou seja, ganho de 1.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299778

        Isso mesmo!
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299780

          Na frequência de ressonância L1/C1 a resistência média é alta e isso significa que a tensão da entrada “não inversora” fica próxima à massa. Isso fará que a entrada “inversora” copie a tensão da entrada “não inversora”, o que criará queda de tensão sobre R1 e R2. Como R1 é 10 vezes maior que R2, haverá uma queda de tensão dez vezes maior em R1 que R2, significando que o ganho na saída do operacional será de 0,1.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299782

            R3 é ajustável, mas está ligado na entrada “não inversora. Caso a reatância de C1/L1 fora muito alta, qualquer valor que se ajuste R3, não haverá diferença para a tensão na entrada “não inversora”. Desta forma, o ajuste deste, somente fará diferença se estivermos na frequência de ressonância de L1/C1.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299784

              Se você observar somente o resistor R4 e o capacitor C2 e também R6 e C4, teremos um LPF, ou seja, o circuito seria um LPF, mas considerando que temos C1 trabalhando com uma realimentação positiva, em uma dada frequência, teremos um ganho maior visto que ele incrementará esta frequência, tornando o circuito um BPF.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299786

                Isso. O ganho do primeiro é maior que 2, enquanto que o ganho do segundo é pouco maior que 1.
                um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299788

                  Com variações de sinal, as tensões independente de sua amplitude vão ao positivo com o mesmo potencial que vão ao negativo e isso no multímetro digital acaba indicando uma tensão de ZERO VOLT, que nada mais é a média entre as tensões positivas e negativas. Quando não ha sinal também haverá ZERO VOLT em todos os pontos.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003299790

                    Exatamente!
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003299792

                      Com fuga no capacitor C2, é como ter uma resistência da entrada “não inversora” para a massa, ou seja, haverá uma atenuação de sinal para qualquer frequência, e no total também uma queda de ganho geral após os amplificadores em relação à entrada.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299795

                        A saída do operacional cairá para -0,6V, porque a entrada “não inversora” está com zero volt e obriga a tensão da entrada “inversora” a ficar com zero volt. Assim, com a entrada de tensão positiva em “IN” a saída será obrigada a cair (negativo) até que o diodo D2 é polarizado, deixando a saída com -0,6V. Como o diodo D1 está despolarizado, a tensão presente na entrada “inversora” que é de zero volt, passará por R2 até chegar à saída.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299797

                          Exatamente! quando a tensão IN subir para +3V, a tensão de saída do operacional cairá para -0,6V, que polarizará D2 e este manterá a tensão da entrada “inversora” em zero volt para copiar a tensão da entrada “não inversora”. Desta forma, o diodo D1 ficará cortado e a tensão da saída OUT, ficará com 0V, pois esta tensão está vindo por R2 (atenção: não confundir a saída do operacional com a saída OUT que está no catodo de D1).
                          um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299799

                            A tensão na saída do operacional será de +3,6V, que após passar por D1 será de +3V, que será a queda sobre R2, que será igual à queda sobre R1.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299802

                              Aqui não está pedindo a tensão OUT (de saída) mas a saída do operacional. Veja que o aumento acima de +0,6V, produzirá a queda de tensão do operacional para -0,6V que produzirá a polarização de D2, mantendo a entrada “inversora” com zero volt.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299804

                                Com a elevação da tensão em IN, teremos inicialmente um aumento de tensão na entrada “inversora”, que abaixará a tensão de saída. Mas note que há uma realimentação negativa via D1, ou seja, quando a tensão de saída cair até o valor de -0,6V, o diodo D1 será polarizado e colocará a tensão de anodo em torno de 0V. Logo, qualquer tensão positiva na entrada IN, fará a saída cair para -0,6V, mantendo a realimentação e a entrada “inversora” com zero volt.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299806

                                  Mesma resposta da questão anterior.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                Visualizando 15 posts - 6,001 até 6,015 (de 7,023 do total)