Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003299711

      Coloque a alternativa mais próxima ao seu cálculo exato, ou seja, sua resposta está correta.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299715

        Como temos zero volt na saída, e uma tensão de +6V na entrada “inversora”, necessitaremos que a tensão na entrada “não inversora” chegue a +6V ou pouco mais para que ocorra o NSD ou nível superior de disparo. Partindo então da tensão de +6V na entrada “não inversora” e tendo 6V sobre R4 de 2,2k, teremos que dividir a tensão por 2,2 vezes, resultando em 2,7V que será a queda sobre R1, o que somado à tensão de +6V, resultará 8,7V, ou 8,8V, tensão necessária para a mudança do nível na saída.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299722

          Para mudarmos a tensão de saída do operacional para +12V, devemos ter uma tensão levemente superior à tensão da entrada inversora, que é de +6V. Para isso, deverá haver uma queda de pouco mais de 6V sobre R4 de 8,2k. Dividindo a tensão de 6V por 8,2 vezes (valor de R4 em relação à R1), resultando em 0,7V sobre R1. Assim, deveremos ter uma tensão mínima de +6,7V, para que haja a alteração da saída. Isto quer dizer que a opção escolhida deverá ser um pouco maior, ou seja, 6,8V.
          um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299746

            Quando Q3 está polarizado, sua tensão de coletor está baixa e está circulando corrente por R10, gerando uma pequena queda de tensão que corta completamente Q2. Com esta tensão de coletor baixa, o capacitor C7 fica carregando via R8… Quando o transistor Q3 for menos polarizado, sua tensão de coletor subirá e a carga acumulada em C7 ajudará na polarização de Q2 fazendo com que sua tensão de base receba um potencial até maior que a fonte (quando o sinal de áudio for muito forte).
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299750

              É!… teria baixa influência nas frequências baixas.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299754

                Veja que apesar de não dar a frequência, diz que ela é alta e isso significa que o capacitor terá baixa ou muito baixa reatância e claro que isso definirá uma total influência do capacitor.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299756

                  exatamente.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003299758

                    Como você disse, com uma frequência muito alta, o capacitor será um curto e sendo assim, como a tensão da entrada “inversora” deverá se manter em zero volt, a saída também se manterá em zero volt, ou seja, o ganho será de zero.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003299760

                      Sim, como o capacitor possui uma reatância do dobro de R1, podemos desconsiderar R2 e assim o ganho será de 2.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299762

                        Quando dizemos que a reatância do capacitor para uma determinada frequência é duas vezes maior que R1, significa dizer que o ganho em tensão do operacional será o dobro do sinal de entrada. Claro que a reatância capacitiva fica em paralelo com R2, mas este, como é 100 vezes maior que R1, não será considerado para o cálculo.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299765

                          Se diz que a frequência é muito baixa e o capacitor está em série com o sinal, teremos uma reatância muito alta do capacitor (muito maior que R2). Isso significará que o ganho ficará muito próximo a zero.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299767

                            Frequência muito alta, equivalerá a uma reatância capacitiva muito baixa, muitas vezes menor que R1. Assim, podemos considerar que haverá um curto entre o resistor R1 e a entrada “inversora” e com isso, como R2 é 100 vezes maior que R1, o ganho para a saída será de 100 vezes.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299769

                              Se está dizendo que a frequência muito baixa, e considerando que o capacitor apresenta uma reatância muito alta, podemos dizer que a variação presente no lado esquerdo de R2 será a mesma do lado direito. Considerando agora que a variação presente na entrada “não inversora” será a mesma que na entrada “inversora” teremos a mesma queda de tensão em R1 e R2, gerando para a saída do integrado uma variação do dobro da tensão.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299771

                                Exatamente!
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299773

                                  Se o capacitor C1 está ligado à massa e sua reatância é mil vezes menor que R3, praticamente não haverá variação na entrada “não inversora” o que dará um ganho de praticamente zero para a saída.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

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