Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003299671
Temos zero volt na entrada “não inversora” (ligado à massa), o que fará com que a tensão na entrada “inversora” também seja de zero volt (tem realimentação negativa). Como temos uma média de entrada de +2V, haverá uma queda de tensão de 2V sobre R1 e 8V de queda em R de 40k, gerando na saída do operacional de -8V, sendo essa a tensão média (-8Vdc).
Com a entrada de sinal, teremos uma elevação de 4Vp, passando a tensão de +2V para +6V, ficando uma queda de 6V sobre R1, gerando 24V (4 vezes mais) de queda sobre o resistor de 40k, chegando a tensão de -24Vp.
Quando o sinal de entrada chega ao pico negativo, a tensão média de +2V, cai 4Vp, ficando com -2V. Isso gerará uma queda de 2V sobre R1 e 4 vezes mais de queda sobre R de 40k, ficando com 8V, que elevará a saída do operacional para +8V. Assim, teremos uma variação de sinal de -24V até +8V, resultando em 32Vpp. Como não tivemos distorção do sinal, poderemos considerar a tensão média de -8Vdc como a correta.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299673Vemos que o sinal na entrada, varia de -0,5V (pico máximo positivo) e -3,5V (pico máximo negativo), ou seja, a tensão de entrada sempre está negativa. Com isso a saída do operacional sempre será levada para o potencial positivo, mas no máximo até +0,6V, pois o diodo D1 será polarizado, e manterá a tensão da entrada “inversora” em zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299675Temos uma entrada com um nível médio de 1V e uma onda que possui 4Vpp, ou seja, 2Vp positivo e negativo. Desta forma, soma-se ao 1V de média inicialmente um pico positivo de +2V, que resulta em +3Vp e subtraindo -2Vp de +1V de média, resultará em -1Vp. Assim, temos uma variação do sinal que vai de -1V à +3V (4Vpp). Assim, pegando o primeiro semiciclo que atinge +3V, teremos uma queda de tensão de 3V sobre R1, o que provocará uma queda de 9V sobre R2 (3k), levando a saída a uma tensão de -9Vp. No semiciclo seguinte de -1Vp, haverá uma queda de tensão de 1V sobre R1 e 3V sobre R2, levando a saída do operacional a +3Vp. Assim teremos na saída uma amplitude de 12Vpp (-9Vp a +3Vp). Agora calculando a média eficaz em cada um dos ciclos, teremos para -9Vp a tensão de -6,36V eficazes e para a tensão de +3Vp a tensão eficaz de +2,12V. Somando (ou subtraindo) estas duas tensões teremos -4,24V que dividindo por 2 resultará em -2,12Vdc.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299677Considerando que temos uma tensão média do sinal em 2V, podemos dizer que haverá uma queda de tensão de 2V sobre R1, pois a tensão da entrada “inversora” tenderá a ficar com zero volt. Assim, quando a tensão de saída tender a cair o diodo D1 ficará polarizado em com isso haverá -0,6V na saída do operacional, o que manterá a entrada “inversora” em zero volt. Veja que a amplitude máxima negativa do sinal, será somente 0,9V abaixo dos 2V indicados como médios. Isto significa dizer que a tensão do lado esquerdo de R1 chegará a uma tensão de +1,1V no pico negativo do sinal. Desta forma, ainda a saída do operacional, manter-se-a com -0,6V o que garante 0V na entrada “inversora”. Veja que o semiciclo positivo do sinal, não alterará a tensão de -0,6V que está saindo do operacional. Desta forma a média de tensão será de -0,6V e não teremos variação na saída, sendo esta de 0Vpp.
Um grande abraço. Mário Pinheirocomo o resistor de realimentação é 10 vezes maior, haverá uma queda neste de 20V, o que será limitado pela tensão de alimentação, levando a saída a uma tensão de -12V.
23 de março de 2018 às 00:00 #40003299679Temos um sinal na entrada que está variando de 4,2V até 1,8V, ou seja, sempre está positiva. Com isso a tensão de saída deverá ficar sempre abaixo da massa. Para sabermos quanto é isso, podemos dizer que a tensão de saída do operacional deverá cair até -0,6V, sendo que o diodo D2 será polarizado e manterá a tensão da entrada “inversora” em zero volt. Assim a saída manter-se-a constantemente em -0,6V, sem nenhuma variação na saída.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299681Se temos uma tensão média de -1V, a tensão de saída do operacional será forçada a subir. Para isso, haverá uma queda de tensão de 1V, pois a tensão da entrada “inversora” deverá se manter com zero volt. Isso provocará uma queda de tensão de 6V sobre o resistor de realimentação e com isso a tensão média de saída será de +6V. Quando considerarmos a variação presente no lado esquerdo de R1, que é de 2Vpp, teremos zero volt de pico mais positivo e -2V de pico negativo. Com zero volt do lado esquerdo de R1, teremos uma queda de zero volt sobre R1 e claro o mesmo ocorrerá sobre o resistor de realimentação e na saída teremos zero volt. Mas quando o sinal chegar a -2Vp, teremos uma queda de 2V sobre R1 e uma queda total de 12V sobre o resistor de realimentação, o que daria na saída uma tensão de pico de +12V. O problema é que a tensão de alimentação é de +10V o que permitirá a variação do sinal até aí. Assim, teremos uma variação que vai de zero volt até +10V, o que resultará em +10Vpp. Se considerarmos agora que temos uma variação de 10Vpp, bastaria dividir por 2 para ter a tensão média que seria de +5Vdc (não +6Vdc). Agora, como há um ceifamento na forma de onda senoidal no lado de cima, significa que a média eficaz de +6V até +10V, será quase uma quadrada, gerando uma eficaz de praticamente 4V. Assim, a média DC será pouco maior que +5Vdc gerando aproximadamente +5,5Vdc.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299686Veja que deve notar as diferenças na estrutura de montagem do amplificador operacional:
REALIMENTAÇÃO NEGATIVA = é feita quando desejamos transformar o operacional em um amplificador classe A ou coisa parecida.
REALIMENTAÇÃO POSITIVA = é feita quando desejamos fazer um oscilador (incrementar a variação do circuito) ou fazer schmitt trigger, que é o caso dessa questão.
Em um schmitt trigger não há meias tensões, ficando a saída na fonte de alimentação ou no negativo- terra.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299688Você realmente teria razão, mas você deve considerar que uma tensão de 0,9V produziria a alteração na saída.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299690O Nível Inferior de Disparo, será encontrado quando a tensão da entrada “não inversora” estiver levemente abaixo da tensão de +6V. Assim deveremos ter uma queda de pouco mais de 6V sobre R4. Como R1 é 1,5 vezes menor, deveremos ter uma queda neste de 4V. Como devemos ter um pouco menos de +6V na entrada “não inversora” e subtraindo os 4V de queda em R1, teremos como NID uma tensão de 2V ou pouco menos, como 1,9V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299692Veja que se subir 2V do lado esquerdo de R1 não fará diferença alguma, pois a saída do operacional já está em nível alto. Novamente destaco que o circuito aqui funciona com realimentação positiva e deverá observar a tensão da entrada “inversora” que é de +6V. Quando a tensão da entrada “não inversora” cair pouca coisa abaixo de +6V (5,99V) e para isso a tensão do lado esquerdo de R1 deve ficar abaixo de 2V, haverá a queda na tensão de saída e a realimentação positiva fará a tensão da entrada “não inversora” cair mais ainda, mantendo a tensão em nível baixo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299694Veja que o NID deste circuito na entrada “não inversora” deverá ser de 5,9V, e isso gerará uma queda de 6,1V sobre R4. Pegando esta queda de tensão e dividindo por 1,8x (diferença entre R4 e R1), dará a tensão de 3,4V que será a queda sobre R1. Agora subtraindo os 5,9V – 3,4V dará 2,5V que será o NID. É claro que o cálculo está baseado em termos 5,9V no entrada “não inversora”, mas a mudança ocorrerá quando tivermos 5,99V, o que determinará para o NID a tensão de 2,6V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299696Sim, é a segunda opção calculada por você.
Grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299707Você tem uma tensão de saída no operacional com zero volt e o resistor R4 e R1 que receberá a tensão de NSD (Nível Superior de Disparo). Como a tensão na entrada “inversora” é de +6V, necessitaremos de uma tensão na entrada “não inversora” pouco acima desta. Assim, calcularemos 6,1V sobre R4 e como este é 1,1 vezes maior do que R1, a queda de tensão sobre R1, deverá ser 10% a menos de 6V (ou seja 5,4V), resultando em uma tensão de 11,5V em NSD para que haja a mudança da saída do operacional.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299709Sua conclusão está correta… parabéns!
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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