Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003299640
Teoricamente danificaria sim, mas o circuito é prático e existe… logo está sobrevivendo. Na polarização do LED central, deveria ser introduzido um diodo 1N4148 polarizado no mesmo sentido do LED normal, que suporta a corrente direta e protege o LED central na polarização reversa.
Grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299642Isso. Como temos 12V entrando em R5 e 0V entrando em R3, teremos na entrada “inversora” do Opamp2 a tensão de 8V e na entrada “não inversora” do opamp1 a tensão de 4V. Com isso a tensão de saída do opamp2 vai para nível baixo ou zero volt. Já para o Opamp1 como a tensão na entrada “inversora” é maior do que da entrada “não inversora” que está com 4V, sua saída será levada a nível baixo, ficando portanto despolarizados os diodos LED´s 2 e 3, e somente acendendo o diodo LED 1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299646No operacional OPAMP1, temos a entrada “inversora” maior que a entrada “inversora” e com isso a saída deve estar em nível baixo, o que está acontecendo. Mas no OPAMP2, temos a entrada “não inversora” em nível mais alto que a “inversora” o que deveria elevar a saída para +12V. Como ela está com zero volt, podemos dizer que este Operacional está com um curto da saída para o -B.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299648Veja que temos entrando em R3 a tensão de 13V e em R5 a tensão de 4V Logo após R3 vemos a tensão de 13V, a mesma da entrada e do lado direito de R5 a tensão de 4V que é a mesma da sua entrada. Com isso já podemos concluir que R4 está aberto, pois não há queda de tensão tanto em R3 como em R5 e toda a queda de tensão está sobre R4.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299650Temos na entrada do opamp2 8V na entrada “inversora” e 6V na entrada “não inversora”, o que dará para a saída uma tensão baixo, no caso em zero volt. Já para o opamp1, temoos na entrada “inversora” 6V enquanto que na entrada “não inversora” 4V, que deveria dar para a saída uma tensão baixa (zero volt). Mas na saída de opamp1, vemos que há 12V acendendo o LED2 e disso já podemos afirmar que opamp1 está com um curto da saída para o +B.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299653Sim, a tendência é que a entrada “inversora” tenha a mesma tensão da entrada “não inversora”, ou seja, zero volt. Mas, note que na realimentação negativa da saída para a entrada “inversora” existe um diodo, significando que em dado instante do ciclo ele terá grande influência. Vamos considerar que o sinal (lado esquerdo de R1, chega à +2Vp; isto obrigará a tensão de saída à cair, para manter a entrada “inversora” em zero volt. Mas ao cair para -0,6V, a entrada “inversora” já terá zero volt e assim ficará, independente do aumento da tensão do lado esquerdo de R1.
Já quando o sinal cai abaixo de zero volt, ou seja, chega a -2Vp, a tensão de saída do operacional sobe com tensão 3 vezes maior, alcançando +6Vp. Assim, o sinal variará de -0,6V até +6Vp, dando um total de 6,6Vpp. Agora calculando a média eficaz de um sinal que alcança +6V, deveremos multiplicar por 0,7, resultando em 4,2V médios ou eficazes. Após subtrair disto a tensão de -0,6V, que dará 3,6V que dividindo por 2 (os dois semiciclos) dará 1,8V de média eficaz entre os dois semiciclos.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299655Quando não há sinal na entrada “inversora”, e a média é de zero volt no lado esquerdo de R1, teremos uma tensão média na saída de 0Vdc. Mas, quando o sinal faz a tensão do lado esquerdo de R1 cair para -0,9Vp, ocorrerá uma queda de 0,9V sobre R1, que será refletida como 9V sobre Rrealim. de 10k, que acaba gerando uma tensão de +9Vp.
Quando a senoide da entrada torna-se positiva, ocorrerá a queda de tensão de 0,9V sobre R1 que fará a tensão de saída do operacional cair. Mas quando essa chegar a -0,6V, tenderá a fazer a entrada “inversora” ficar abaixo de zero o que não ocorrerá, mantendo a saída em -0,6V e a entrada “inversora” em zero volt.
Assim, teremos uma variação de -0,6V à 9V, o que dará uma amplitude pico-a-pico de sinal de 9,6V ou 9,6Vpp. Considerando que o sinal é senoidal, resultará em uma eficáz de 6,3V no tempo da senoide. O problema é que a média eficaz da senoide sendo de 6,3V, existirá o outro semiciclo que terá -0,6V. Somando a tensão positiva de 6,3V à tensão negativa de -0,6V, teremos um total de 6,9V que divididos por 2, resultará em 3,5V, que subtraindo de uma das tensões eficazes, resultará em uma média DC de 2,8V, que poderá ser arredondado para 3Vdc.
Em resumo, temos que achar a média eficaz da senoide positiva (6,3V), e também a média eficaz da senoide negativa (-0,6V), somando as duas e depois achando, qual seria a tensão média DC.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299657Veja que temos um operacional onde há realimentação negativa, sendo que o sinal entra na entrada “inversora”. Caso tenhamos a tensão no lado esquerdo de R1 suba, a tensão na entrada “inversora” tenderá a manter-se em zero, mas para isso terá que deslocar a tensão de saída do operacional para um potencial negativo. Assim, quando temos 4V positivos do lado esquerdo de R1, teremos uma queda na tensão de saída cerca de 4 vezes maior, ou seja, 16V de queda sobre o resistor de 40k, alcançando a saída o potencial de -16Vp. Mas quando a variação de entrada for para o semiciclo negativo, tenderá a manter a tensão na entrada “inversora” em zero volt e com isso, deverá elevar o potencial na saída. Quando o potencial na saída chegar a uma tensão de +0,6V, o diodo D1 será polarizado e isso tenderá a elevar o potencial da entrada “inversora” para acima de 0V, o que não ocorrerá, mantendo então a saída travada em +0,6V. Assim, teremos uma variação em senóide com um semiciclo negativo que tem um pico de -16V, e o positivo ceifado em +0,6V gerando uma variação de 16,6Vpp. Veja que a tensão de -16V, sendo senoidal, gerará uma tensão eficaz de -11,3V. Agora, somando as duas tensões, teremos -11,3V (eficáz negativa) com + 0,6V (semiciclo positivo ceifado), dará um total de -10,7V, que deverá ser dividido por 2, para que saibamos qual a tensão média, que no caso será de -5,4Vdc.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299659Temos uma variação na entrada do operacional que parte do zero volt, subindo 1,5V para o potencial negativo e 1,5V para o potencial negativo. Quando a tensão cai na entrada para o potencial de -1,5V e considerando que a tensão da entrada “inversora” é de 0V, devido à realimentação negativa da saída para esta entrada, teremos uma queda de 9V sobre o resistor de 60k e isso elevará a tensão de saída para +9V. Quando houver o aparecimento do semiciclo positivo na entrada, a tensão do lado esquerdo de R1 tenderá a subir e isso produzirá uma queda na tensão da saída do operacional; uando esta chegar à -0,6V, polarizará o diodo D1 e tenderá a fazer cair a tensão da entrada “inversora” o que não acontecerá. Desta forma, teremos uma variação que vai de +9V até -0,6V, ou 9,6Vpp. O cálculo da tensão média, deverá levar em conta que em meio ciclo, temos uma senoide positiva, cujo pico é de +9V. Calculado a tensão eficaz deste semiciclo positivo, teremos 6,3V. Já, para o outro semiciclo, teremos a tensão constante em -0,6V. Somando estas duas variações eficazes, teremos 5,7V, que ainda deverá ser dividida por 2 de onde teremos a tensão média de 2,9Vdc.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299661Quando a tensão do lado esquerdo de R1 aumentar, a tensão de saída do operacional cairá. Mas, o diodo D2 será polarizado, caindo a tensão no máximo para -0,6V (para manter a entrada “inversora” em zero volt). Já, quando a tensão do sinal cair abaixo da massa, a tensão na saída do operacional subirá, mas somente até 0,6V, pois o diodo D1 será polarizado. Assim teremos na saída uma amplitude de 1,2Vpp, com uma média de 0Vdc na saída.
um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299663Temos a entrada “não inversora” ligada à massa, resultando em zero volt nesta, o que obrigará a entrada “inversora” a ficar no mesmo potencial (desde que a realimentação permita isso). Temos do lado esquerdo de R1, uma variação de 2Vpp, ou seja, como há a indicação que há uma média de -1V para o sinal, haverá uma variação que chegará à zero volt e também até -2Vp. Começando pela média negativa de -1V, podemos dizer que haverá uma queda de 1V sobre R1, o que mandará a saída subir (potencial positivo). Para sabermos para quanto, bastará verificar o valor do resistor de realimentação que é de 6k, significando que sobre ele “haveria” 6V de queda. Mas, como temos em paralelo com o resistor de realimentação dois zener´s de 3,3V, teremos uma tensão máxima de 3,9V sobre o resistor. o que levará a tensão de saída para um potencial de +3,9V. Assim, para a tensão de repouso de -1V, haverá na saída uma tensão de +3,9V. Agora, considerando que haverá uma elevação de tensão do lado esquerdo de R1 (semi-ciclo positivo de sinal), chegando a zero volt, podemos dizer que praticamente não haverá queda de tensão em R1, sendo que o mesmo se refletirá no resistor de realimentação e assim, teremos na saída do operacional uma tensão também de zero volt, ou seja, sairemos da tensão de +3,9V e haverá uma queda proporcional para zero volt em forma de senoide. Quando o sinal presente no lado esquerdo de R1, que está no pico positivo (zero volt) começar novamente a cair de tensão, voltando à -1V, a tensão de saída voltará ao nível positivo de +3,9V. Quando começar a ocorrer o semiciclo negativo do sinal (indo até -2Vp) não haverá mais variação na saída, não sendo amplificada esta porção de sinal. Assim temos na saída do operacional uma tensão de +3,9V na maior parte do sinal e em uma pequena parte, uma variação em forma de senoide que chega a zero volt. Assim, teremos uma tensão média pouco acima de 2V, chegando a 2,5Vdc e uma tensão pico a pico de 3,9V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299665Na verdade temos uma tensão de saída que na maior parte do tempo está com 3,9V. Quando o semiciclo positivo na entrada (variação de -1V a 0V) começa a ficar um pouco mais positivo, haverá uma menor queda sobre R1 e também menor em R6, fazendo a tensão de saída cair para zero volt em forma senoidal. Assim, não temos uma tensão de zero volt durante todo o tempo do semiciclo positivo (entrada) e negativo (saída), e também esta variação ocorre em um tempo menor que o semiciclo, por isso foi feito uma média um pouco maior que 2V. Veja que quando afirmou que no outro semiciclo é zero, parece que considerou o zero ocorrendo durante todo o semiciclo e isso na verdade não ocorre.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299667A maioria das distorções são causadas quando o sinal ultrapassa um nível permitido pela fonte de alimentação cortando tanto o pico positivo e negativo, como também somente o pico positivo ou somente o pico negativo. Mas há outros tipos de distorção que vai ver durante os estudos.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299669A média eficaz pode ser feita diretamente pela média da senoide na entrada, ou através da resultante da saída em Volts pico a pico, sendo considerado a quanto chegou o pico positivo e a quanto chegou o pico negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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