Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003299607
Neste circuito o funcionamento será igual para frequências baixas ou altas. Quando a tensão da entrada “não inversora” subir, subirá também a tensão de saída do amplificador operacional e o ganho será determinado pelo resistor de realimentação e o resistor que vai à massa. Já, quando a tensão na entrada “não inversora” cai, a tensão de saída também cairá, mas quando chegar à 0,6V abaixo da tensão da entrada “não inversora”, continuará caindo, mantendo a diferença de 0,6V, sendo portando um compressor negativo, ou seja, o ganho passa a ser 1 (com 0,6V abaixo da entrada).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299609Quando o sinal na entrada “não inversora” estiver com tensões acima da massa, haverá o ganho determinado pelos valores dos resistores, um deles ligado à massa e o outro na realimentação da saída para a “entrada inversora”. Já quando o sinal torna-se negativo, levará a saída para nível negativo e isso polarizará o diodo, que à partir de -0,6V na saída, determinará ganho 1 para essa variação negativa.
Caso na entrada “não inversora” haja -2V, a saída ficará com -2,6V e na entrada “inversora” haverá -2V.
Logo o circuito é um compressor negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299611Veja que no caso de tensões positivas na entrada “não inversora” o ganho para a saída do operacional será determinado pelos valores dos resistores de realimentação e o que vai à massa. Mas quando a tensão de entrada cair abaixo da massa, forçará a saída do operacional a cair. Desta forma se tivermos -1V na entrada “não inversora”, a entrada “inversora” copiará os mesmos -1V e para isso a saída do operacional ficará com -1,6V. Caso entre -2V a saída ficará com -2,6V. Assim, para variações positivas o ganho será normal, mas para variações negativas o ganho será de 1 mais gerando uma tensão 0,6V mais baixa. Logo é um compressor negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299613Veja que quando a tensão na saída do operacional torna-se negativa, o diodo fica cortado e o amplificador operacional funciona normalmente com ganho definido pelos resistores de baixo. Mas quando a tensão de saída do operacional chegar a +0,7V – tensão na entrada “não inversora” em +0,1V – a variação positiva na saída do opercional passa a ser de 1, mantendo-se 0,6V acima do que está ocorrendo na entrada “não inversora”. Ou seja é um compressor positivo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299618Veja que o circuito possui uma alimentação positiva e o massa. Com isso, devemos colocar na entrada “inversora” uma tensão intermediaria como referência para o integrado (caso a tensão seja de 12V a tensão de referência seria de +6V). Assim, quando a tensão da entrada “não inversora” se tornar levemente superior á tensão de referência, levará a saída subir para a tensão de alimentação e quando a entrada “não inversora” cair levemente abaixo da entrada de referência, levará a saída a cair para zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299620Como há uma realimentação positiva ele é um SCHMITT TRIGGER.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299622A única diferença deste circuito do explicado na apostila, é que a realimentação negativa está sendo feita no desenho pelo lado de baixo, mas não muda nada eletricamente, pois existe a realimentação negativa. O funcionamento se baseia em um amplificador com um dado ganho que feito pela realimentação negativa. Somente quando a amplitude de saída, em relação à entrada “inversora” começa a ser maior que a tensão de zener (somada à mais 0,6V), é que o ganho começa a diminuir proporcionalmente.
um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299624Comparadores: circuitos que não possuem realimentação (positiva ou negativa). Assim, trabalham apenas identificando qual as entradas está com tensão maior e respondendo adequadamente na saída.
ceifador: corte de uma porção de sinal em somente um dos semiciclos (positivo ou negativo)
Limitador: corte na amplitude do sinal tanto no semiciclo positivo quanto negativo e de forma igual.
Compressor: diminui a taxa de amplificação à partir de um ponto (limiar ou threshold).
Compressor positivo: diminui a taxa de amplificação à partir de um ponto e somente no semiciclo positivo.
Compressor negativo: diminui a taxa de amplificação à partir de um ponto e somente no semiciclo positivo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299626Não, é um compressor. Veja a resposta da questão 28, pois o circuito é exatamente igual, somente a posição do resistor de realimentação foi desenhada por baixo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299628Esse é um compressor e atenua o sinal após determinado nível tanto positivo quanto negativo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299630Veja que quando atingimos um potencial de saída que será maior que a tensão do diodo zener e diodo zener polarizado diretamente, o resistor que a aparece em série com eles será colocado em paralelo com o resistor de realimentação do lado de cima. Isso faz com que a realimentação negativa seja feita proporcionalmente por um resistor menor, que abaixará o ganho. Logo é um compressor e não um limitador. Próxima aula, veremos isso em detalhes.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299632Este é um circuito Compressor que permite que a saída do operacional quando chega a tensão de +0,6V ou -0,6V começa a variar a tensão de saída baseado em um ganho de 1. Vejam que se a entrada não inversora estiver com +2V, devido ao diodo de cima a saída ficará com +2,6V. Para a saída negativa acontecerá a mesma coisa.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299634Temos no divisor de tensão formado por R1 e R2 uma tensão de 6V. Como temos uma tensão de +13V no lado esquerdo de R3 e +4V no lado esquerdo de R5, gerará +10V na entrada “não inversora” do OPAMP1 e +7V na entrada “inversora” do OPAMP2. Com isso, a saída do OPAMP1 será nível alto, ou seja, 12V. Já para a saída do OPAMP2, será zero volt (entrada inversora maior que não inversora). Isso garantirá apenas o LED2 aceso.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299636Se temos as entradas com 12V e 0V, teremos a tensão de 8V entre R3 e R4 e 4V entre R4 e R5. Com a tensão de 8V na entrada “não inversora” do OPAMP 1 e 6V na entrada “inversora”, a saída ficará em nível alto. Tendo agora 6V na entrada “não inversora” do OPAMP 2 e 4V em sua entrada “inversora”, teremos também nível alto na saída deste operacional e com isso somente o LED 3 receberá diferença de potencial e acenderá.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299638No circuito, temos uma divisor de tensão R1 e R2 que coloca uma tensão de 6V na entrada “inversora” do operacional 1 e a mesma tensão na entrada “não inversora” do operacional 2. Temos também outro divisor de tensão que é formado por R3, R4 e R5, que está recebendo de um lado uma tensão de +6V e do outro lado a tensão de 3V, resultando em uma tensão de 5V na entrada “não inversora” do operacional 1 e uma tensão de 4V na entrada “inversora” do operacional 2. Com isso, temos uma saída em nível baixo no operacional 1 (pino de saída levado à massa) que acenderá o LED1. Já no operacional 2, temos a saída levada ao potencial de +12V, acendendo o LED3. Assim, temos o LED2 apagado pois está reversamente polarizado.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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