Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003299393
Não travou nos 7V e sim coincidentemente parou na mesma tensão da entrada, mas foi apenas uma coincidência, e isso porque deveria ter na saída uma tensão de +12V, mas está apresentando apenas +7V, apresentando uma fuga para o -B ou terra.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299395Com a tensão da entrada “não inversora” mais alta, a tensão de saída deveria subir para uma tensão bem mais alta, mas manteve-se com +7V. Desta forma, está havendo uma fuga da saída do operacional para o -B. Caso fosse R2 aberto, teríamos na entrada “inversora” uma tensão de 8,2V, sendo esta mesma tensão na saída.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299397A primeira parte de sua explicação está correta… mesmo que R1 estivesse alterado, ainda assim haveria uma tensão muito próxima a 3,2V na entrada “não inversora” do operacional.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299409Você tem 20V aplicados aos resistores R1 e R3, que dará uma tensão de +0,5V na entrada “não inversora” e 20V aplicados sobre R2 e R4 o que dará +0,8V na entrada “inversora” e isso obrigará a tensão de saída cair, ficando com -10V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299414Sim, são as fontes de alimentação para os integrados. Mas especificamente nesta questão não há fonte negativa, somente o +12V e o terra.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299418Temos uma tensão de -5,4V na entrada “não inversora” que comparada à tensão de -12,7V da entrada “inversora”, deveria gerar uma tensão de saída positiva, pois a tensão da entrada “não inversora” é mais positiva. Mas, calculando o divisor de tensão R2 e R4, que está submetido a um potencial de 36V (+18V e -18V), dividindo a tensão pela proporção de 6, teremos 6V, que deveria ser a queda sobre R4, o que deveria gerar uma tensão de -12V na entrada “não inversora”. Logo, R4 está alterado.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299420Veja que se considerarmos que há um curto da saída para o -B (-10V) a entrada “não inversora” estaria em quase 100% com tensão normal. Assim, pode ser somente R1 aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299422Sim, a entrada “não inversora” ficará com +2V. O zener faz uma realimentação negativa e considerando que na entrada “inversora” também deveríamos ter +2V. Como é o zener que causa isso, a tensão na saída deveria chegar a 8,8V para que houvesse a polarização de DZ2.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299424Como o lado do catodo está no potencial positivo de +18V, o zener está reversamente polarizado, gerando em seu anodo uma tensão 12V menor, ou seja, +6V (entrada “não inversora”). Já na outra malha, temos uma tensão de +18V aplicada ao resistor R2 e um zener de 33V ligado ao potencial negativo. Como temos 36V no total, haverá como o zener ser polarizado reversamente. Assim, somaremos +33V à tensão de -18V, resultando em +15V na entrada “inversora”. Logo a tensão na entrada inversora estará maior que da entrada “não inversora”, gerando na saída um potencial de -18V
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299426Os dois zener está sendo polarizados e isto resulta na entrada “não inversora” em uma tensão de 6,9V (12V – 5,1V). Já, na entrada “inversora” temos a tensão de zener que será de 5,6V. Assim, teremos a entrada “não inversora” com uma tensão maior, o que levará a saída do operacional á uma tensão positiva máxima, ou seja +12V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299428Temos na entrada “não inversora” uma tensão de -3V (12V da fonte menos 15V do zener). Na entrada “inversora” temos a tensão de zener (3,9V) que será somada à tensão de fonte negativa (-6V) resultando em -2,1V. Agora esta tensão de -2,1V é mais alta que a tensão da entrada “não inversora” que está com -3V, o que resulta para a saída do operacional em uma tensão total negativa, ou seja, -6V
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299431Vemos que na malha existe um zener de 12V, cujo anodo está ligado a um potencial de -10V. Isto fará que no catodo haja uma tensão de 2V como indicado no esquema. Considerando que no circuito existe uma realimentação negativa, a entrada “inversora” deverá ficar com a mesma tensão de 2V, como de fato está. Veja que ligado a esta entrada, temos o resistor R2 de 10k que recebe uma tensão de 1V, o que obrigará a tensão de saída subir. Assim, tendo um zener de 6,8V, ligado da entrada “inversora” até a saída, deveríamos ter a tensão de 2V + a tensão de zener que é de 6,8V, o que daria 8,8V na saída. Desta forma, podemos afirma que o zener ZD2 está com uma fuga e com uma tensão sobre ele de 4,6V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299433Temos na entrada “não inversora” a tensão de 6V que está correta, pois o zener ZD2 está polarizado com tensão de 18V e subtraindo sua queda de tensão de 12V, ficamos com 6V no anodo. Já na entrada “inversora” deveríamos ter tensão de 15V estabilizada pelo zener DZ1. Mas como temos somente 0V na entrada “inversora” é porque há uma fuga em DZ1, ficando este com tensão de 18V sobre ele.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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