Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003299362

      A grosso modo poderíamos dizer que sim, pois quando um frequência cai e o capacitor deve acoplar o sinal, a sua reatância capacitiva aumenta e claro, diminui a corrente fornecida, que será representada como queda no nível de tensão entregue de um lado do capacitor para o outro lado. Logo, o capacitor não é mais um curto para a variação, mas poderá apresentar uma resistência interna alta.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299364

        Esta perguntando de que forma se liga a saída de som ao falante e neste caso é de forma DIRETA, para que a reprodução de muito baixas frequências seja feita a contento.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299366

          A padronização feita no mercado durante muitos anos, levou os fabricantes a produzirem alto-falantes de 4 ou 8 ohms. Desta forma, os amplificadores, possuem saídas de som preparadas para estas impedâncias. Nos sistemas domésticos ou de alta-potência tipo PA (Public Address) a impedância é de 8ohms. Já para os sistemas automotivos, devido a baixa tensão de alimentação, utiliza-se como padrão, falantes de 4 ohms para se conseguir uma potência maior.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299369

            Isso mesmo pois a fonte simétrica permite que a tensão de saída esteja em zero volt, mesmo potencial da massa, ou seja, como a função do capacitor de saída é bloquear o nível DC de tensão (1/2Vcc), sendo neste caso a tensão de saída com zero volt e o outro lado do falante ligado à massa (zero volt), não há necessidade do mesmo.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299371

              De acordo com o divisor de tensão R1/R2, teremos 7,5V na entrada “não inversora”. Partindo do princípio que a entrada “inversora” deverá ir para a mesma tensão (devido à realimentação da saída para a entrada), teremos neste também 7,5V, o que representará uma queda de 4,5V sobre R3. Como R4 possui o dobro do valor, sobre ele cairia 9V, que somado ao valor de 7,5V que estaria na entrada “inversora”, resultaria na saída em 16,5V, o que não é possível, ficando no máximo 15V. Para saber qual seria a tensão final na entrada “inversora”, basta calcular 15V-3V= 12V sobre R4 e R3, que dará 4V de queda sobre R3, resultando em uma tensão final de 7V na entrada “inversora”.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299373

                Sim, a tensão de saída deveria ser de 21V, ou seja, haveria uma queda de 6V sobre R4 (2V sobre R3). Como a tensão máxima de saída é de 20V (esta será a resposta) limitada pela tensão de alimentação, teremos na entrada inversora uma tensão de +14,75V.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299375

                  em primeiro lugar precisamos definir a tensão de referência, que no caso será de +6V, dada pelo divisor de tensão R1 e R2. Como é um amplificador com realimentação negativa, podemos afirmar que haverá os mesmos 6V na entrada “inversora”. Agora, como temos +7V no lado esquerdo de R3, podemos afirmar que esta tensão, sendo mais positiva, vai fazer com que a saída caia para uma tensão abaixo da tensão da entrada “inversora”. Como houve uma queda de 1V sobre R3, cairá 4V sobre R4, o que fará a tensão de saída cair para 2V.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003299377

                    Leia as respostas anteriores que enviei que lhe ajudarão a compreender melhor como funciona o operacional com realimentação negativa.
                    Temos 6V na entrada “não inversora”. Temos 7V entrando do lado esquerdo de R3. Isso como você disse, fará a tensão da saída do operacional cair, mas, como existe uma realimentação, fará também cair a tensão da entrada “inversora”, mas não no lado esquerdo de R3. Para facilitar, devemos começar nosso cálculo, colocando +6V na entrada “inversora” o que provocará uma queda de tensão de 1V sobre R3 e isso fará com que haja uma queda proporcional de tensão de 4V sobre R4 (valor 4 veze maior em relação à R3). Considerando então que temos 6V na entrada “inversora” e houve uma queda de 4V sobre R4, teremos na saída uma tensão de +2V.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003299379

                      Você disse que a tensão da entrada “não inversora” é de 8,2V e que a tensão da entrada “inversora” irá para o mesmo patamar. Mas isso fará com que a queda de tensão sobre R2, seja de 1,2V (7V de um lado e 8,2V do outro). Sendo o R3 4 vezes maior, sua queda será de 4,8V. Como temos uma menor tensão do lado esquerdo de R2, a tensão de saída subirá para 13V.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003299381

                        Não. Veja que ele está reversamente polarizado e isso fará com que haja na entrada “não inversora” 10V da fonte menos 6,8V do zener, resultando em 3,2V. Como há uma realimentação negativa, a entrada “inversora” deverá copiar a tensão de 3,2V (desde que a alimentação permita). Assim, haverá uma queda de tensão de 0,1V sobre R2 e uma queda 50 vezes maior, ou 5V sobre R3, resultando em uma tensão de saída de 8,2V.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003299383

                          Temos uma tensão de +12V na entrada “não inversora”, o que obrigaria a tensão na entrada “inversora” a ir para o mesmo nível. Caso isso ocorra, haverá uma queda de tensão sobre R2 de 8,9V. Como o resistor R3 possui um valor 5 vezes maior, teria uma queda de quase 45V elevando a tensão de saída em torno de 55V! Mas como a tensão de alimentação máxima é de 20V, será esse o limite da saída. Desta forma será formado um divisor de tensão de +20V, passando por R3 e R2, até chegar à tensão de 3,1V. Assim, subtraindo 3,1V de 20V, teremos 16,9V, que dividida por 6, resultará em 2,8V que será a queda no menor resistor, no caso R2. Como do lado esquerdo dele há 3,1V, somaremos mais 2,8V, resultando em 5,9V de tensão final na entrada “inversora”. Portanto, você está certo.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003299385

                            Como todas as tensões estão iguais, o operacional possui seus terminais em curto com o +B. Sua conclusão está correta.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003299387

                              Considerando que temos uma tensão de +15V na entrada “não inversora”, já poderíamos ter o problema de R2 aberto ou um curto geral do integrado ao +B. Mas vamos dizer que o R2 estaria aberto, levando tensão de +15V à entrada “não inversora”; com isso a tensão de saída subiria e através da realimentação, deveríamos ter +7V na entrada “inversora”, o que não ocorreu, pois estava com +15V. Desta forma, confirma-se o curto do AOP para o +B em todos pinos.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003299389

                                Sim, a tensão de saída deveria estar com +20V. Como não chegou nesta tensão, temos uma fuga para o -B ou terra.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003299391

                                  Exatamente. Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                Visualizando 15 posts - 5,851 até 5,865 (de 7,023 do total)