Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003299278
Caso utilizarmos a entrada (-) do operacional como entrada de sinal, será mantida a frequência, mas inverterá a fase do sinal para a saída.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299289Agora, o circuito mostrado possui realimentação negativa que deve ser observada. Para calcular o circuito, você deverá levar a tensão de +8V até a entrada “não inversora” que obrigará a tensão de saída a subir, para deixar a entrada “inversora” com a mesma tensão da entrada “não inversora”. Vamos considerar então que a entrada “inversora” vá para +8V, o que gerará uma queda de tensão de 2V sobre R2. Com isso, será produzida uma queda de tensão 4 vezes maior sobre R3 que dará 8V. Somando a esta tensão de 8V da entrada “inversora” mais 8V de queda sobre R3 teríamos uma tensão de saída de 16V. Apesar disso, temos somente uma alimentação de 12V e será esta tensão máxima para a saída. Assim, se quisermos saber quanto ficou na entrada “inversora”, bastará calcular a queda de tensão de 6V (lado esquerdo de R2) até 12V (tensão máxima na saída) e dividir a resultante de 6V por 5, que dará 1,2V, que será a queda sobre R2, resultando em 7,2V a tensão final na entrada “inversora”.
um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299291Temos a tensão de +8V levada à entrada “não inversora” do operacional e considerando que via realimentação negativa a entrada “inversora” ficará com a mesma tensão, teremos 8V também na entrada “inversora” o que determinará 2V de queda sobre R2. Como R3 é 4 vezes maior terá uma queda de 8V sobre ele. Assim, como temos 8V na entrada “inversora” somando a queda de 8V sobre R3, teríamos na saída uma tensão de +16V. o problema aqui é que a tensão máxima da fonte é de 12V, que será a tensão de saída do operacional e claro, a tensão da entrada “inversora” não conseguirá ficar com 8V. Assim, calculando a tensão de saída com 12V e tensão do lado esquerdo de R2 com 6V, teremos um total de 6V sobre R3 e R2, sendo esta tensão dividida por 5, resultando em 1,2V, o que dará uma tensão final para a entrada “inversora” com 7,2V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299293Com a realimentação negativa, a tensão da entrada “inversora” deverá copiar a tensão da entrada “não inversora” ou seja, 1V. Assim teremos uma queda de tensão de 0,3V sobre R2 e como R3 é 3,3x maior, dará 1V de queda de tensão sobre R3. Agora em RELAÇÃO À MASSA ou potencial de referência, teremos na saída a somatória da tensão que já está na entrada “inversora”, mais a queda de tensão sobre R3, que dará 2V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299295Veja que se estamos aplicando 1V no lado esquerdo de R1 sendo que ficará a mesma tensão do lado direito do mesmo, pois a resistência de entrada do operacional é muito alta. Considerando então que temos 1V na entrada “não inversora” devido à realimentação negativa, deverá haver +1V na entrada “inversora”. Assim, Como temos no lado esquerdo de R2 uma tensão de 0,7V e do lao direito do mesmo uma tensão de +1V, temos uma queda neste de 0,3V. Como o valor de R3 é de 3,3 vezes maior, teremos o valor de 0,3V multiplicado por 3,3, que resultará em 0,99V que somados aos +1V que está na entrada “inversora”, resultará em 2V na saída.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299297Você tem uma tensão que está sendo levada à entrada “não inversora” e outra tensão que está sendo levada à entrada “inversora”. Como a entrada “não inversora” é de alta impedância, a tensão de 3,2V ficará presente nela. Já a entrada “inversora” dependerá da realimentação negativa. Inicialmente, você deve considerar que a entrada “inversora”, ficará com uma tensão igual da entrada “não inversora”, ou seja, 3,2V. Isso causará uma queda de tensão sobre R2 de 1,6V. Isso causaria uma queda de tensão sobre R3 de 20 vezes mais, ou seja, cerca de 32V, que levaria a saída do operacional a uma tensão muito alta. Na verdade, esta tensão de saída será limitada à fonte, ou seja, será no máximo de 6V, ficando neste estado. Assim, teríamos uma tensão de saída de +6V, aplicada à R3 e R2 que está recebendo em seu outro ponto, 1,6V. subtraindo de 6V a tensão de 1,6V, teremos como resultante 4,4V, que será dividida por cerca de 22 vezes (proporção entre os resistores), resultando em uma tensão final de 1,8V na entrada “inversora”.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299301Veja que a tensão que está do lado esquerdo de R1 passará para a entrada “não inversora” do operacional que ficará também com 3,4V. Como no circuito há uma realimentação negativa, a tendência sera a entrada “inversora” COPIAR ou ficar com a mesma tensão da entrada “não inversora”. Considerando isso inicialmente, haverá uma queda de tensão de 0,1V sobre R2 e claro isso provocará uma queda proporcional em R3, gerando para a saída uma tensão de 1V a menos que está na entrada “não inversora”. Este “a menos” que falei diz respeito a tensão de 3,5V ser maior que 3,4V, que entrando na entrada “inversora” obrigará a tensão de saída a cair. Desta forma, teremos na saída do operacional uma tensão de 2,4V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299303Inicialmente deverá começar colocando a tensão de 3,4V na entrada “não inversora”. Como o circuito possui uma realimentação negativa da saída para a entrada “inversora” deverá colocar a mesma tensão na entrada “inversora”, o que provocará uma queda de tensão de 0,1V sobre R2. Considerando agora que R3 é 10 vezes maior, haverá sobre ele uma tensão de 1V, provocando uma tensão de 2,4V na saída do operacional.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299305Como temos uma tensão maior no lado esquerdo de R2, obrigará a tensão de saída a cair. Assim, teremos 1,8V na entrada “inversora” que devido a realimentação será a mesma da entrada “não inversora”. Assim, teremos uma queda de 0,4V sobre R2, que resultará em cerca de 1,2V sobre R3 e com isso a tensão de saída cairá até +0,6V (0,5V para ser mais exato).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299307Como a tensão do lado esquerdo de R2 (entrada “inversora”) está mais alto do que a outra entrada, obrigará a tensão de saída do operacional a cair (na proporção que você indicou), ou seja, 4,7V. Para isso, como a tensão presente na entrada “inversora” é de 1,2V, subtraindo 4,7V, será igual a -3,5V (precisando melhor a resposta dará -3,6V).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299309Veja que temos uma tensão de 1,1V entrando do lado esquerdo de R1 e claro será a mesma da entrada “não inversora”, pois a entrada do operacional é de altíssima impedância. Sabendo então que temos 1,1V na entrada “não inversora” e a tendência é que haja a mesma tensão na entrada “inversora”, com 1,1V já fica definida a queda de tensão sobre R3 que será de 2,4V. Agora, considerando que R2 é 5 vezes menor (aprox.) que R3, teremos essa tensão de 2,4V dividida por 5, resultando em 0,48V de queda sobre R2, o que resultará em uma tensão de 1,1V (tensão da entrada inversora) menos 0,48V, que resultará em aproximadamente 0,6V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299311Se há tensão na entrada “não inversora” está com 3,2V, obrigará a entrada “inversora a ficar com a mesma tensão. Assim, o resistor R3 terá uma queda de 3,2V – 1,6V resultando em 1,6V (queda sobre R3). Como ele é 8 vezes maior que R2, pegaremos esta tensão e dividiremos por 8, resultando em 0,2V, que será a queda sobre R2. Como a tensão de saída caiu, é porque o lado esquerdo de R2 está com tensão mais alta que 3,2V, logo, somando 0,2V (queda sobre R2) com a tensão da entrada “inversora” que é de 3,2V, teremos 3,4V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299316Como temos na saída uma tensão de -3,9V e devemos ter por realimentação uma tensão da entrada “inversora” igual à entrada “não inversora”, com -1,7V, ficará sobre R3 uma queda de tensão de 2,2V. Como R3 é 8 vezes maior que R2, devemos dividir sua queda de 2,2V por 8, resultando em uma queda sobre R2 de 0,27V, que deverá ser somada à tensão da entrada “inversora” que é de -1,7V, resultando em -1,43V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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