Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003299232
Temos uma queda de tensão sobre R3 de 7V, o que calculando em corrente dá 0,007A. Temos uma queda de tensão de 23V sobre R1, que dá 0,0041A e uma queda de 13V sobre R2 que dá uma corrente de 0,006A, o que da mais que os 0,007A que circula por R3. Calculando somente o circuito série R2 e R3 (desconsiderando R1) teríamos 20V divididos por 3,2 o que daria 6,25V de queda em R3, o que comprova uma alteração no valor de R1, ou seja, a corrente que circula por R3 de 0,007A deverá ser subtraída do que circula por R2 de 0,006A, restando 0,001A que circulará por R1 e sabendo a queda de tensão que é de 23V e a corrente que é de 0,001A, teremos seu valor em 23k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299236Em primeiro lugar devemos saber qual é o resistor que recebe toda a corrente circulante das malhas e para isso pegamos a tensão maior que é de 100V aplicado em R1 e fazemos um circuito série com R3. Veja que temos uma tensão total de 125V que será dividido por 4 que é a proporção dos dois resistores R1 e R3. Isso resultará em uma tensão de 31,25V que será a queda em R3 que dará uma tensão em relação á massa de 6,25V. Essa tensão, sendo menor que tensão que está injetada em R2 fará com que a corrente proveniente de R2 também circule por R3. Assim começaremos com o paralelo que existe entre R1 e R2. Considerando que R1 é dez vezes maior que R2, a tensão de 10V será multiplicada por 10, ficando em 100V. já a tensão de 100V (sobre R1) será multiplicada por 1, ficando em 100V… Agora somando as duas tensões, teremos 200V e devemos dividi-la pela soma das proporções que será 11, resultará uma uma tensão de 18,18V, que será a média ponderada para as duas tensões aplicadas. Fazendo agora o paralelo entre R1 e R2, teremos 910 ohms ou 0,91k. Montamos agora um circuito série formado pela equivalência de R1/R2 que é de 0,91k com 3,3k que é o valor de R3. A relação entre eles será de 3,63 vezes, ou seja, R3 é maior em 3,63 vezes em relação ao equivalente R1/R2. Considerando que temos uma tensão de 18,18V no lado de cima e uma tensão de -25V no lado de baixo, teremos um total de 43,18V, que dividida pela soma das proporções que é de 4,63 vezes, resultará em uma queda de tensão de 9,33V sobre o menor resistor que é a equivalência entre R1 e R2. Agora, subtraindo 9,33V de 18,8V, teremos um total de 9,5V entre os resistores. Como a tensão entre os resistores é de 1,9V, um dos resistores da malha de cima abriu ou alterou e não pode ser R2, pois ao calcularmos a tensão entre R1 e R3 somente, resultou em torno de 6V. Calculando agora a tensão entre R2 e R3 somente, temos 35V que será dividido por 4,3 que dará 8,1V, que será a queda sobre R2 e isto resultaria em uma tensão de 1,9V entre os resistores que é exatamente a tensão indicada. Com isso já podemos concluir que R1 está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299238Como temos uma tensão maior que 20V que é a tensão que entra por R2, já podemos afirmar que estamos tendo uma alteração no resistor R3 e não está aberto, pois caso estivesse, deveríamos ter uma tensão indicada em torno de 23V no ponto de referência.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299240Vamos inicialmente calcular a resultante entre R3 e R1, e para isso temos uma tensão total de 13V, que dividindo pela proporção entre eles 5,7 vezes resultará em 2,3V sobre R3, que subtraindo de +4V, resultará em 1,7V. Como a tensão neste ponto já é mais positiva, poderíamos afirmar que R1 está alterado, para afirmar que está aberto devemos calcular a malha série formada por R2 e R3. Temos um total de 10V (entre +4V e -6V) que será dividida pela proporção entre R3 e R2, que é de 6,6 vezes, resultando em 1,5V sobre R3. subtraindo isto de 4V, teremos 2,5V no pknto que é a mesma tensão indicada, e isto nos leva a afirmar que R1 está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299242Temos os valores das resistências em R1 e R2, e diz que o valor da resistência Req é igual à resistência de coletor, ou seja, igual a R1. Assim, temos uma tensão de +12V colocada sobre dois resitores de 1k e um resistor de 100 ohms. Dividimos a tensão de 12V por 21, o que resulta em cerca de 0,6V (arredondando). Assim, para saber a tensão do ponto de baixo, basta subtrair 0,6V de -6V, o que resulta em -5,4V. Já para a tensão abaixo de R1, será muito próxima a zero volt, ou seja, 0,3V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299244Você fez certo, pois a tensão aplicada ao circuito é realmente de 80V e esta tensão deverá ser dividida pela relação que dá 21 vezes, resultando em uma tensão de 3,8V. Agora subtraindo 3,8V de -88V, resultará em -84,2V, que será a tensão a primeira tensão do exercício. Como R2 é 10 vezes maior que R1, a tensão de 3,8V será multiplicada por 10, resultando em 38V de queda em R2. Agora, somando esta tensão aos -8V da malha, teremos -46V na tensão de baixo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299247Temos uma malha contendo a representação de dois resistores R1 e R2 e a resistência equivalente de um transistor. Veja que a tensão mais positiva é -8V, sendo a mais negativa é -88V, sendo um total de 80V aplicado à malha. Temos então 3V de queda sobre R1 de 100 ohms e 47,2V de queda sobre R2 de 1k, ficando apenas 30V sobre coletor e emissor do transistor. Como temos uma queda de tensão desproporcional entre R1 e R2, podemos afirmar que R2 está alterado.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299259Veja que a corrente de repouso foi ajustada para um certo consumo, ou seja, está havendo um pequeno consumo no amplificador. Caso retiremos um dos diodos retificadores a tensão medida no multímetro cairá levemente, mas muito pouco. Caso não houvesse consumo algum, mesmo que tirássemos um dos diodos, não haveria alteração da tensão.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299262No primário, temos dois enrolamentos com um total de 4 fios.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299264Veja que é um enrolamento ininterrupto e que no meio dele tira-se um TAP ou center TAP, para que possamos ter a metade da tensão que no total. Logo é um enrolamento com 3 fios.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299268Os transistores utilizados para esta montagem devem ser o BC338 (ou BC337) na parte de cima e BC328 (ou BC327) na parte de baixo. Quanto à alternativa, deve ter se enganado, pois é a “D”.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299270Isso mesmo e claro, considerando que a tensão do secundário será menor que no primário.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299272Se temos uma corrente de repouso circulando pelos transistores de saída com 30mA e a tensão é de 20V, gerará uma potência dissipada de 0,6W que será multiplicada no mínimo por 3 vezes, que dará 1,8W. Devemos escolher uma potência um pouco maior que será de 3W. Mas, comercialmente falando, no mercado é mais comum encontrar-se lâmpadas de abajour de 6W.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003299274No amplificador operacional, quando a entrada inversora (-) estiver com tensão maior que a entrada não inversora (+), na saída teremos tensão de -B. As entradas do amplificador operacional são chamadas de inversora e não inversora.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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