Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003298836
Na figura 3 – aula 2, da apostila de módulo 3, temos uma saída de potência, cuja tensão intermediária (1/2Vcc) é obtida à partir de 2 resistores iguais.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298839Você tem razão, pois o R13 estará aquecendo… quanto à sua potência ela é mesmo de 20W, para que ele possa trabalhar na função de auxiliar o transistor Q3. Foque a falta de aquecimento em relação ao transistor Q3 e demais componentes.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298841Você disse tudo. apesar da tensão de saída estar baixa, o transistor Q1 parece estar saturado e há uma grande queda de tensão sobre R10 de 8,2 ohms. Logo, este resistor está alterado, polarizando menos Q3 e levando menor tensão à saída.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298843Um fuga em C6 iria diminuir a tensão de saída, mas provocaria um aumento de corrente circulante por Q3 e em consequência disto um aumento de dissipação de potência neste transistor. Como diz que nada aquece (apesar de R13 aquecer) não é uma fuga em C6.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298845Você deve considerar a corrente que circula por R4, que vem do transistor Q1 e que acaba passando por R3 e R2, corrente essa que é muito maior que a proveniente de R6 e R5.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298847Na verdade a tensão de +115V é a que deveria estar na saída, mas que está somente com 97V. Assim, os 97V devem ser subtraídos do total da tensão retificada e filtrada da rede elétrica que é de 150Vdc que está sobre C603. Assim, ainda sobre 53V que deverão estar sobre C606 e também do negativo de C603 até o coletor de Q603.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298851O resistor R12 de 22k serve apenas para a descarga do capacitor de saída para quando o equipamento for desligado.
Um grande abraço. Mário Piinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298853Veja que no ponto M há uma tensão de 150V e no ponto K a mesma tensão, ou seja, não há queda de tensão no lado de baixo de RV1 e para que isso seja possível, R7 tem que estar aberto. Veja que tendo um resistor em série com outro, caso um deles não tenha queda de tensão – desde que não sejam valores muito diferentes – indicará que não há corrente por este e também pelo que está recebendo maior tensão, indicando que ele é infinitamente maior, ou seja, está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298857Existe a observação que as tensões estão sendo medidas em relação à massa, ou seja temos na saída uma tensão mais baixa com 85V.
Com a tensão de saída mais baixa, o transistor Q2 deverá estar cortado e será daí que começaremos a análise. Como a tensão de coletor está muito próxima à saída, significa que o transistor Q2 aparentemente está polarizado e vemos isso pois a tensão da base está 0,6V abaixo do emissor. O interessante é notar que a tensão de emissor é a mesma da saída, o que indica que o diodo zener está em curto, o que polariza muito Q2 e isso faz com que esse despolarize os demais, abaixando a tensão de saída.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298859Temos no ponto A uma tensão de 85V, indicando que a fonte está com tensão abaixo do normal, onde podemos afirmar que o transistor Q3 está com pouca polarização. Para começarmos a análise, vamos ao amplificador de erro que é formado por Q2, que recebe a tensão via zener DZ1 e também do divisor de tensão presente na base. Temos no emissor do transistor Q2 uma tensão de 85V que é a mesma da saída e assim, haverá uma maior polarização de Q2 (veja que o transistor está saturado), sendo que assim, já podemos afirmar que o diodo DZ1 está em curto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298861Se você comparar as quedas de tensões primeiramente sobre R6 e R5, verá que são proporcionais, indicando que estes resistores estão em bom estado. Após, se verificar as quedas de tensões em R3 e R2, verá que também estão proporcionais. Apesar disso, a corrente circulante pela malha R6 e R5 é de 1,2mA e pela malha R3 e R2 é de 5,3mA. Mas a queda de tensão sobre R4, diz que a corrente circulante por aí é de somente 0,2mA; logo, há uma corrente muito maior passando por R3 e R2, elevando o potencial que está sobre R3 e claro, diminuindo a polarização de Q1. A única malha que tem aqui ligação com o potencial positivo e que em uma fuga poderia causar a elevação da tensão do ponto é via C5, que está com fuga.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298863Veja que você tem razão quando sua atenção é desviada para C6 devido ao aquecimento de Q3, mas sobre Q3 há uma queda de tensão de 104V e mesmo circulando menor corrente vai haver uma dissipação de potência um pouco maior que o normal (a queda de tensão normal sobre Q3 é de 35V). Mas para que fosse a fuga em C6, a tensão no ponto G deveria ser menor.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298867Considerando que R10 está alterado, podemos afirmar que a corrente circulante por Q1 (coletor-emissor) está baixa ou menor e pelo transistor Q3 (coletor-emissor) está acontecerá o mesmo ficando baixa ou menor (respectivamente).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298869A tensão de saída é medida em relação a massa e como diz o enunciado para esta questão, as tensões estão sendo medidas à partir do negativo do capacitor C3. Como temos 10V no ponto “B” e a tensão total é de 150V, subtraindo os 10V dos 150V, teremos uma tensão de saída de 140V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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