Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003298665
Temos uma corrente que passa por R1 e R2 cuja função é polarizar a base e emissor de Q2. Mas, quando a tensão de saída chegar à tensão esperada, que no caso dependerá dos resistores R7 e R8, haverá a polarização para Q3 e uma parte da corrente que vinha por R1 e R2 é agora desviada por R5 (pela polarização de Q3). Veja que a queda de tensão nos resistores, determinará qual a corrente que circula por eles. A corrente que circula por R5 deverá ser menor que a corrente que circula por R1 e R2, pois a diferença destas, deverá ir para a base e emissor de Q2. Assim, considerando que temos no ponto B, uma tensão de 13,2V e 16V na entrada, temos uma queda sobre R1/R2 de 2,8V, que resultará em 1,4V sobre R1 e a mesma queda também sobre R2. Isso define uma corrente circulante por estes resistores de 0,0009333A. Considerando agora que temos no ponto C uma tensão de 12,8V, temos uma queda de tensão sobre R5 de 0,4V e à partir disso, dividindo a tensão pelo valor do resistor, chegamos à corrente de 0,0004A. Agora, subtraindo 0,0004A que circula por R5 dos 0,0009333A que circula por R1 e R2, teremos 0,0005333A de sobra, que vai para a base e emissor de Q2, produzindo sua polarização.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298667Veja que neste caso específico, a queda de tensão sobre R5 é muito pequena, 0,4V ou 0,5V, sendo que a tensão do ponto C, normalmente fica acima de 12V. Veja que a corrente que circula por DZ1, será a somatória da corrente que circula por R9 e também por R5. A corrente que circula por R9, normalmente é maior do que a circula por R5, pois queremos ter uma tensão de zener estável, antes de acontecer a polarização de Q3 (no início de polarização da fonte). Esta corrente que vem por R9 e que produz a tensão de zener de 2,1V, faz com que a polarização de Q3, quando a base chegar aos 2,7V, seja feita de imedito, baixando sua tensão de coletor e estabilizando a tensão de saída de imediato.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298669Sabendo a tensão de emissor de Q3 que é de 2,1V, você consegue determinar a tensão de base que é de 2,7V. Como a queda de tensão no resistor R6 é mínima, já dá para determinar também a tensão do ponto D, que estará em torno de 2,9V.
Sabendo agora que há uma queda de tensão de 2,9V sobre R8 de 15k, e o resistor R7 é pouco mais de três vezes maior, teremos sobre R7 uma tensão de 9V que somada à 2,9V dará em torno de 12V. Com isso já conseguiremos determinar a tensão no ponto B que será 1,2V acima da tensão do ponto A, ficando com 13,2V. Como temos agora uma queda de tensão de 3V sobre R1 e R2 que são de valor de 3k (somados) e desta forma, considerando que há corrente circulante por R1 e R2 e parte desta irá por base e emissor de Q2 e outra parte por R5, a queda em R5 deverá ser menor que 1V, entre 0,2V e 0,4V, ficando a tensão do ponto C com 12,8V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298671Na verdade, como a tensão de entrada é de 16V, não poderá haver 16V e sim 1,2V a menos (junções base e emissor), que daria 14,8V na saída. A partir disso, você poderá calcular as demais tensões.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298673Como você não tem nenhuma tensão de partida a não ser a tensão de entrada com +16V, terá que recorrer à lógica da malha de realimentação para ter o ponto de partida.
Temos no lado direito da fonte, um divisor de tensão R7 e R8 com os valores de 62k e 15k. Temos no emissor de Q3 uma tensão definida de 2,1V e considerando que o transistor parra ser polarizado, necessitaria de 2,7V na base, já teremos definida a tensão no ponto “D” que será praticamente 2,7V. Como temos 2,7V sobre um resistor de 15k, bastará dividir o valor de R7 por R8 (62 / 15 = 4,13), resultando em uma proporção 4,13 vezes maior de R7. Como temos a tensão sobre R8 que é de 2,7V, bastará multiplica-la por 4,13, resultando em 11,16V sobre R7, que somada à tensão de 2,7V do lado de baixo, resulta para o ponto “A” em uma tensão de 13,9V.
Agora, como temos a tensão de saída, já podemos saber qual a tensão de base de Q1, que será de 14,5V e de Q2, que será 15,1V. Finalmente para definir qual seria a tensão de coletor de Q3, que dependerá das quedas de tensão sobre R1 e R2, sendo que proporcionalmente a queda sobre R5 deverá ser menor. Assim, como temos no ponto B uma tensão de 15V, haverá uma queda de tensão de 1V sobre R1 e R2, ou somente 0,5V sobre cada um, o que gerará proporcionalmente para R5 em uma queda em torno de 0,3V. Considerando ainda que deve haver corrente circulante por base e emissor de Q2, queda de tensão sobre R5 deverá ser ainda menor, o que gerará cerca de 0,1V ou 0,2V de queda, gerando uma tensão de coletor de 14,8V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298675Veja que comparando as duas figuras, temos na questão 31 uma tensão de saída menor que na questão 32. Isso ocorre devido ao valor de R7 (questão 31 ser menor que na questão 32) provocando uma elevação na tensão do ponto D e provocando maior corrente por R6 e base e emissor de Q3. Já na questão 32, temos uma tensão de saída maior, mas tendo R7 um valor também maior, haverá menor corrente sendo deslocada por R6, produzindo menor queda neste e consequentemente menor corrente por Q3.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298677Como não há tensão suficiente para atingir a barreira zener, que é de 2,1V, não podemos afirmar isso.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298679Temos uma tensão baixa na saída o que fará a tensão no divisor de tensão R7 e R8 cair, o que realmente aconteceu, pois está com 2,1V. Desta forma não teríamos a polarização para Q3, pois sua tensão de emissor deverá estar com 2,1V que é a tensão de zener. Mas ao medir a tensão do ponto H (tensão no zener) verificamos que está abaixo do normal, o que possibilita a polarização de Q3 e assim abaixar a tensão geral da saída da fonte. Podemos afirmar então que o diodo zener DZ1 está com fuga.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298681A tensão de saída está baixa e todas as tensões estão normais a não ser a pouca polarização existente para as bases e emissores de Q1 e Q2. Esta pouca polarização somente poderia acontecer se a corrente estivesse sendo desviada destas, e não é via R5 que não possui queda de tensão. Ainda existe uma observação dizendo que praticamente não há corrente circulante por R4, nos levando a concluir que está havendo uma fuga de coletor para emissor de Q4.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298683Temos agora uma tensão muito alta na saída (ponto A), que pode ser confirmada pela tensão de 13,3V no ponto B. Verificando a base de Q1, vemos que está com 13,9V indicando que este transistor está recebendo polarização. Já, ao medir a tensão no ponto F, vemos que está com somente 5,6V, pois o transistor Q3 está saturado, como verdadeiramente deveria estar devido à subida da tensão de saída. Voltando a polarização de Q1, vemos que a tensão de base não poderia estar com 13,9V, pois esta polarização não vem via coletor e emissor de Q2, pois sua tensão de coletor está com 16V (transistor está cortado). Logo, a única possibilidade é uma fuga entre coletor e base de Q1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298685Veja que quando a tensão de saída da fonte sobre por um motivo de defeito (no caso, fuga entre coletor e base de Q1), haverá a sobrecarga para a saída e fatalmente haverá um aumento de consumo – tensão maior, normalmente gera aumento de consumo na carga.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298687Temos a tensão do ponto A com 4V (muito abaixo de 10V). Desta forma, começamos a análise pela verificação da tensão no divisor R7 e R8, que está com 1V. Com esta tensão baixa, devemos ter a despolarização de Q3, sendo que na base, temos 1V e no emissor deste, a tensão normal que deveria haver sobre o zener (2,1V). Chegando ao coletor de Q3, vemos que está com uma tensão baixa, mas que é a mesma do ponto F que está com 5,2V. Com o amplificador de erro cortado, deveria haver maior tensão para a saída da fonte, mas isso não está acontecendo. Agora, temos os transistores de saída que devem ser polarizados por R1 e R2 e temos no ponto E (entre os resistores) uma tensão de 7V. Desta forma, temos uma queda de tensão de 9V sobre R1 e de somente 1,8V sobre R2, onde já podemos afirmar que R1 está alterado, diminuindo a polarização dos transistores de saída e com isso abaixando a tensão da fonte.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298689Apenas por um detalhe, pois a tensão sobre o zener é de zero volt e está havendo maior polarização sobre Q3. Logo ele está em curto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298692Temos na saída uma tensão mais alta que o normal e começamos a análise observando a tensão no divisor de tensão formado por R7 e R8 que deverá também apresentar uma maior tensão, que está com 2,9V, o que permite uma boa polarização para o transistor Q3. Medindo a tensão de coletor de Q3, vemos que está com 2,1V, ou seja está saturado. Nesta condição, este transistor deveria estar retirando a polarização dos transistores de saída. Medindo agora a tensão no ponto F, vemos que está com 5,2V (base de Q2); já no emissor deste transistor, temos 5,1V, o que mostra que este transistor não está polarizado. Mas como a tensão de saída está com 15,8V, e no ponto K temos a mesma tensão, podemos afirmar que há um curto coletor e emissor de Q1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003298694A diferença entre aberto e alterado é dada pela tensão de coletor de Q3, que apresenta-se com 2,1V que é a mesma que o emissor, indicando que o transistor está completamente saturado, pois não há corrente circulante entre coletor e emissor.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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