Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003298571

      Em primeiro lugar, devemos considerar que o transistor como amplificador classe A, deverá ter um valor de resistência entre coletor e emissor de 150 ohms que será 1,5 vezes maior que a resistência de coletor. Com isso, teremos uma relação de proporções em um total de 26 vezes (10 vezes para R3; 15 vezes para Q1 e 1 vez para R4). Assim a tensão da fonte será dividida por 26 resultando em 0,77V como tensão de emissor. Com isso também definiremos que a tensão de coletor será de 12,3V e a tensão de base com 0,6V acima da tensão de emissor com 1,37V. Definida a tensão de base, também ficam definidas as quedas de tensões para os resistores R1, que terá 18,63V e para R2 que terá 1,37V. Veja que para saber os valores de R1 e R2, deveremos conhecer a corrente que circulará por eles e para isso, primeiro devemos saber qual a corrente que circulará por coletor e emissor. Como temos uma queda de tensão de 7,7V sobre R3 de 100 ohms, teremos uma corrente de 0,077A por ele que será a mesma corrente de coletor e emissor de Q1. Agora dividindo esta corrente pelo ganho do transistor, conheceremos a corrente entre base e emissor. Assim, 0,077A dividida pelo ganho que é de 50, teremos 0,00154A, que deverá vir pelos resistores de polarização de base. Considerando que teremos a mesma corrente que circula por base e emissor circulando por R2 e somatória destas circulará por R1, já dá para chegar aos valores de R1 e R2. Assim, com a queda de tensão de 1,37V sobre R2 e considerando a mesma corrente que circula por base e emissor de Q1 que é de 0,00154A, teremos um valor de 889 ohms. Agora, considerando que a corrente circulante por R1 será a somatória da corrente que circula por base-emissor de Q1 e também por R2, teremos 0,00308A. Como já conhecemos a queda de tensão sobre ele que é de 18,63V dividindo pela corrente que é de 0,00308A, teremos um valor de 6049 ohms.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003298573

        Veja que temos as tensões no coletor, emissor e base do transistor, o que já define as quedas de tensões sobre os resistores R3 e R4. Apesar disso, sem saber as correntes circulantes, não dá para fazer o cálculo.
        Mas como a questão diz que o valor do Beta é de 50, já dá para iniciar o trabalho.
        Veja que sobre R1, temos uma tensão de 18,6V e tendo seu valor dá para determinar a corrente circulante por ele que é de 0,00155A. Como temos o valor do resistor de baixo (1,8k) e sua queda de tensão (1,4V), gerará uma corrente de 0,000777. Subtraindo agora a corrente de 0,00155A de 0,000777, resultará em 0,00077 que circulará por base e emissor de Q1. Assim, multiplicando-a por 50, teremos 0,039A, que circula por coletor e emissor. Pronto, agora com a corrente circulante entre coletor e emissor e as quedas de tensões nos resistores, já podemos definir os valores de R3 e R4.
        Veja que R4 possui uma queda de 0,77V e com a corrente de 0,039A, resultará em 19 ohms. Já, a queda sobre R3 é de 7,7V e sendo a corrente de 0,039A, resultará em 197 ohms.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003298575

          Aqui é bem simples, pois partindo da tensão de alimentação que é de 20V, uma senoide amplificada, não poderá chegar ao zero volt e nem aos 20V. Ela deverá ter no máximo 70% da tensão da alimentação, logo, a amplitude máxima sem que haja distorção será de 14Vpp.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003298577

            Se considerarmos que a resistência coletor e emissor do transistor é 1,5x maior do que a resistência de coletor, teríamos uma tensão fixa de coletor de 12V. Neste caso, o nível positivo do sinal no coletor não poderia alcançar um pico de 8V, pois chegaria a 20V e sofreria distorção. desta forma, vamos considerar que a amplificação para nível positivo poderia ser no máximo 7Vp. O mesmo deveria ocorrer para o pico negativo, resultando portanto em um nível máximo amplificado de 14Vpp.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003298579

              Se o ganho do transistor for maior, haverá uma menor resistência final entre emissor e coletor que fará a tensão de emissor cair e a tensão de coletor subir. Como temos uma menor tensão de emissor, podemos dizer que teremos também uma menor tensão de base, que podemos constatar pelo exemplo que apresenta na base uma tensão de 23,8V. Definida esta tensão de base, já podemos definir a tensão de emissor que ficará com 24,4V, o que gerará uma queda de tensão de 1,6V sobre R3 cujo valor é de 100 ohms. Isso refletirá em uma queda de tensão de 16V sobre R4, sendo esta a tensão de coletor.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003298582

                Veja que o valor de R1 é menor que o valor de R2, pois sendo o transistor PNP, a tensão de base normalmente vai ficar mais positiva que a metade da tensão da fonte. Calculando a malha para R1 com 12k e R2 com 91k, teríamos uma tensão com cerca de 23V (sem a base ligada). Veja que ao ligar a base há uma corrente que circulará por base e emissor e também por R1, sendo elas somadas e ambas passarão por R2. Veja que ao ligar a base do transistor Q1 à malha R1 e R2, a tensão de base subirá levemente, ficando a tensão como mostrada no topo da página 5. Veja que na questão 28, trocamos o transistor que tinha anteriormente um ganho de 75 por outro com ganho de 120, que gerará uma maior condução de Q1 e uma tensão entre coletor e emissor menor. Assim, considerando o ganho de 120, para voltarmos a ter a tensão de 25V no emissor e 10V no coletor, deveremos aumentar o valor dos resistores para 19k para R1 e 146k para R2. Isto produzirá uma menor corrente entre base e emissor de Q1, mas como seu ganho é maior, teremos um equilíbrio e conseguiremos as tensões de 25V no emissor e 10V no coletor.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003298584

                  No circuito anterior, questões 26/27, temos resistores de 100 ohms e 1k. Na questão diz que não houve alteração dos resistores de base e o ganho é o mesmo. Como as quedas de tensão sobre R3 e R4 são proporcionalmente menores, os valores de R3 terá que ser menor que 100 ohms e R4 menor que 1k, o que gera 63 ohms e 625 ohms. A confirmação disso pode ser calculada pela queda em R4 com 10V sobre 625 ohms que gera 0,016A. Agora dividindo isso por 120 dará 0,0001333A. Agora calculando a corrente circulante por R1 que tem 1,6V sobre ele gerando corrente de 0,0001333A. Temos R2 com queda de tensão de 23,8V e isso dividido pelo seu valor de 91k teremos 0,00026A, que é exatamente o dobro que circula por R1, confirmando que a corrente que passa por emissor e base vai por ele.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003298586

                    Bastará seguir a mesma lógica apresentada na resposta da questão 25. Mas caso queira mais detalhes, pode postar que responderei.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003298588

                      Temos no circuito, uma tensão de alimentação de +26V e está sendo pedida a variação máxima presente no coletor do transistor. Você deverá utilizar para o cálculo, cerca de 70% da tensão máxima da fonte. Como temos 26V, teríamos 26 /10 = 2,6V x 7 = que daria em torno de 18Vpp. Assim, para um bom aproveitamento do circuito, a amplificação mínima deverá ser de 50% e não poderá ultrapassar à 85%. Na média o ideal é trabalhar com uma taxa de amplificação de 70%.
                      um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003298590

                        O cálculo é para saber a porcentagem, ou seja, quando digo que é de 70%, deverei dividir a fonte que é de 26V por 10, que dará 2,6V (10% do total) e multiplicar o valor por 7 (70%) que dará 18,2V, ou 18Vpp.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003298592

                          Aconselho a baixar os datasheets dos transistores ou integrados que serão abordados e analisar com detalhes cada uma das especificações. Você verá que o ganho (Beta) será tratado no datasheet é HFe – que significa ganho do transistor na montagem emissor comum.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003298595

                            Veja que 4,6mA é igual a 4600 uA. Se dividirmos 4600uA por 440uA, teremos um ganho aproximado de 10 vezes. Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003298597

                              1uA = 0,000001A, verifique se você colou corretamente a quantidade de zeros após a vírgula ou ponto na calculadora.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003298599

                                Em um transistor PNP o resistor de emissor é MENOR que o resistor da base; no transistor NPN o resistor de EMISSOR é MENOR que o resistor da base. Isto claro, na maioria das aplicações.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003298601

                                  Exatamente. Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                Visualizando 15 posts - 5,581 até 5,595 (de 7,023 do total)