Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003298349

      Quando você imagina que exista um curto entre coletor e base, a tensão de coletor é a mesma da base e esta polarização continua pela base e emissor (diodo polarizado diretamente). Desta forma é como se tivéssemos um diodo (base e emissor) colocado entre coletor e emissor do transistor Q2.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003298351

        Em quase todos os aspectos de sua análise você acertou, pois a tensão de base está alta, mas nã provém de Q1, pois a tensão de coletor de Q1 está mais baixa que na base de Q2. O problema é que a tensão de coletor e base de Q2 está igual, caracterizando um curto nesta junção. Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003298353

          Nesta questão está de noite e claro que a Lâmpada LP1 deveria estar acesa, mas não está. Assim, começamos por verificar a tensão do coletor de Q4, onde encontramos 0V, ou seja, transistor cortado. Em seguida, vamos para a base deste e encontramos a tensão de 12V, indicando que não possui polarização de emissor e base. Como a polarização deste transistor depende da polarização de Q3, conferimos a tensão deste e encontramos 0V. Poderiam ser três defeitos, curto base e emissor de Q4, C3 em curto e R8 aberto. Caso fosse R8 aberto, a tensão de base de Q4 ao medirmos daria 11,5V, ou seja, 0,5V abaixo do emissor, devido a uma mínima polarização feita pelo multímetro digital; logo esta possibilidade estaria descartada. Portanto ficaríamos com duas possibilidades. Há uma observação que diz: desligando o capacitor C3, o circuito passa a funcionar normalmente. Fica definida a questão, de acordo com sua afirmação acima.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003298355

            É de dia e a lâmpada está acesa. Desta forma, começamos a análise por conferir a tensão de coletor de Q4, que está com 10V. Com isso podemos dizer que está polarizado, mas quando chegamos à sua base, encontramos 12V, que é a mesma tensão do coletor de Q3, indicando que este está cortado, não permitindo a polarização de Q4. Mas como Q4 está apresentando uma condução, podemos afirmar que está com fuga entre coletor e emissor.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003298357

              o problema não são os cálculos feitos, mas a queda de tensão que está sobre R2 que é de zero volt e também a tensão presente no emissor com 3,1V que é somente 0,5V abaixo da tensão de base (3,6V). Isto significa que a resistência interna do multímetro, sendo de 1Mohm, polarizará muito pouco a junção base e emissor, aparecendo essa tensão de 0,5V a menos no emissor. Caso o resistor R7, apresentasse uma resistência menor que 1Mohm, a tensão de base e emissor chegaria em 0,6V. Assim, R7 está aberto.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003298359

                Podemos ver que Q4 está cortado e que em sua base não há polarização, estando com 12V. A mesma tensão está no coletor de Q3. Vemos que na base deste transistor está alta com 3,6V, mas no emissor está com 3,1V. Como o resistor de emissor que está ligado à massa é de 2,2 ohms, praticamente deveria ter tensão indicada de zero volt, indicando que este resistor está aberto, não permitindo corrente base-emissor de Q3.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003298361

                  Sim, mas caso o resistor tivesse com 270k, ainda iria gerar entre base e emissor uma queda de tensão de 0,6V e na verdade está gerando uma queda de 0,5V, definindo assim o valor do resitor igual ou superior a 1Mohm, sendo considerado como aberto.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003298363

                    Temos a lâmpada acesa de dia e desta forma, começamos a análise pela tensão no coletor de Q4 que está com 12V (transistor saturado). medindo a tensão de base, encontramos 11,4V que permite a polarização deste transistor. Passamos então para verificar se o transistor Q3 está polarizando o transistor q4, o que é confirmado quando encontramos no coletor de Q3 a tensão de zero volt. Imediatamente passamos a conferir a tensão de base de Q3, que encontra-se com 0,6V, permitindo a polarização deste transistor. Como a polarização de Q3 depende de Q2, fomos conferir sua tensão de emissor, que encontra-se com 1,2V e de coletor com 2,4V, indicando que este transistor também está polarizado. Mas no ponto I, encontramos uma tensão de 1,6V, que é menor do que a tensão no ponto H, que está com 1,8V, indicando que o potencial positivo, não está vindo via Q1 (veja que este transistor está cortado com tensão de emissor de 12V). Desta forma, como está havendo uma tensão de base de 1,8V e ela não vem por R10, já podemos afirmar que está havendo uma fuga entre coletor e base de Q2.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003298365

                      De dia, temos a lâmpada LP1 acesa. Começamos a análise pela tensão de coletor de Q4, que encontramos com 12V. Para isso o transistor deve ter polarização de base, e está com 11,4V. Como esta, depende da poalrização de Q3, conferindo sua tensão de coletor, encontramos zero volt e na base 0,6V. Até aqui os transistores estão polarizados. Partindo agora para Q2, encontramos no coletor a tensão de 1V e em sua base 1,6V, o que o coloca quase em saturação. Como a polarização deste depende de Q1, medimos a tensão de emissor e a encontramos com 2,2V e a base com 1,6V, ou seja, também está polarizado. Finalmente medindo a tensão no ponto L, encontramos 1,55V. Esta última tensão indicaria que o LDR estaria com uma resistência muito alta (acima de 400k), mas devemos lembrar que existe luz sobre ele, o que o colocaria com uma resistência baixa. Logo, temos o LDR alterado ou aberto. Partindo agora para uma definição se é aberto ou alterado, temos que verificar as quedas de tensão em R9 e R1, sendo que R9 apresenta 0,05V. Como ele é 47 vezes menor do que R1, e multiplicando a tensão de 0,05V por 47 haveria uma queda de tensão de 2,35V, mas está com 1,55V. Caso fosse o LDR alterado, a queda de tensão sobre R1, deveria ser maior que nosso cálculo, mas como a medição deu menor, podemos afirmar que LDR1 está aberto.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003298367

                        Como temos o transistor Q1 saturado e a queda sobre R9 e R1 estão proporcionais, significa que praticamente nenhuma corrente circula pelo LDR1, o que indica que está aberto e não alterado.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003298369

                          No ponto “L” temos uma tensão de 1,55V e no ponto “K” uma tensão de 1,6V, o que significa que a queda de tensão sobre R9 é de 0,05V. Como sobre R1 temos uma tensão de 1,6V, dividindo 1,6V por 0,05V, teremos uma diferença de 32 vezes, ou seja, muito próxima à diferença de 47 vezes entre um e outro resistor.
                          Caso LDR1 estivesse alterado, haveria uma maior queda de tensão sobre R1, que proporcionalmente daria mais que 47 vezes a queda de tensão sobre R9. Como exemplo, caso a tensão do ponto “L” fosse de 4,5V e a do ponto “K” de 4,55V, teríamos ainda sobre R9 a tensão de 0,05V. Mas agora, a tensão de 4,5V dividida por 0,05V, resultaria em uma proporção de 90, indicando que o problema seria o LDR alterado, pois estava enviando alguma corrente cia R1, aumentando a tensão que está caindo sobre ele. Portanto como a queda sobre R1 está proporcionalmente menor, não vem corrente pelo LDR1 e isso nos leva a afirmar que está aberto.
                          um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003298371

                            Temos a lâmpada acesa de dia e desta forma, começamos a análise pela tensão no coletor de Q4 que está com 12V (transistor saturado). medindo a tensão de base, encontramos 11,4V que permite a polarização deste transistor. Passamos então para verificar se o transistor Q3 está polarizando o transistor Q4, o que é confirmado quando encontramos no coletor de Q3 a tensão de 1 volt. Imediatamente passamos a conferir a tensão de base de Q3, que encontra-se com 0,7V, permitindo a polarização deste transistor. Como a polarização de Q3 depende de Q2, fomos conferir sua tensão de emissor, que encontra-se com 0,7V e de coletor com 12V, indicando que este transistor está cortado e logo, não podendo polarizar a Q3. Conferindo a tensão do ponto I, vemos que está com zero volt, o que descarta o potencial positivo proveniente deste ponto. Voltando ao transistor Q3, poderíamos ter uma fuga entre coletor e base deste, ou ainda uma fuga intensa no capacitor C2. Como nesta questão existe uma observação que diz que desligando o coletor de Q3, o problema continua ocorrendo, já podemos afirma que ao desligar o coletor de Q3, a polarização de Q4 continua através de uma fuga no capacitor C2.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003298373

                              Edilson. boa tarde.
                              Encaminhe para o e-mail de mariopinheiro@ctaeletronica.com.br a cópia da correção, que estarei verificando o que posso fazer o mais rápido possível.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003298375

                                Veja que os transistores estão cortados, quando deviam estar saturados. Quando chegamos para verificar a tensão em torno do transistor Q1, encontramos no coletor uma tensão de 0V, a mesma tensão de emissor deste. Mas o emissor, vai ligado ao potencial positivo via R3, o que já nos permite afirmar que este resistor está aberto. A tensão de base deste transistor está baixa, pela alta resistência que apresenta o LDR (pela falta de luz ou por estar encoberto para a análise).
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003298377

                                  Veja que o LDR possui uma película fotossensível que faz um vai-vem na parte frontal. Caso exista a criação de um “zinabre” entre essas trilhas, o LDR começará a apresentar uma resistência menor do que a normal, caracterizando isso como uma fuga.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

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