Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003288201
Sim, você tem razão, mas o negativo aqui, refere-se a um potencial mais baixo, ficando a resposta como:
A ligação direta de um diodo é feita com o catodo ligado a um potencial negativo e o anodo a um potencial positivo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288203Saturado está correto, mas também poderemos dizer “conduzindo”, visto que ao colocar-se neste estado, apenas há a queda de tensão entre 0,55V e 0,75V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288213Para achar a resistência do paralelo, basta somar R3 com R4 e após calcular o paralelo com R2, que resultará em 50 ohms. Após já dá para calcular as quedas de tensão, pois R1 terá 50 ohms, o circuito equivalante do centro também terá 50 ohms e finalmente R5, também com 50 ohms. Logo teremos uma tensão de 8V entre R1 e o circuito equivalente central e 4V entre o circuito equivalente central e R5. Se temos uma tensão de 4V caindo sobre o circuito equivalente central e seu valor é de 50ohms, resultará em uma corrente de 0,08A e como temos o mesmo valor de resistores com 100 ohms em R2 e 100 ohms em R3 +R4, a corrente por cada uma dessas malhas será 0,04A.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288215Pode arredondar sim e você verá que mesmo que o cálculo tenha sido feito de forma exata no exercício, ainda assim conseguirá encontrar a resposta por valor aproximado.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288217Quanto ao exercício 14, inicialmente ignorarei os diodos e farei o cálculo das malhas série, onde no lado esquerdo, terei uma tensão de 5,8V e no lado direito também 5,8V. Fica claro que não há queda de tensão sobre os diodos e com isso não haverá corrente circulante por eles. Mas quando coloco o multímetro no catodo de D2, sendo o multímetro uma resistência de 1Mohm para a massa, circulará uma perquena corrente por este diodo e haverá uma medição de 0,5V a menos do que está ocorrendo no ponto E1, ou seja, 5,3V.
Já, para o exercício 15, temos no ponto H1 a tensão de 5,8V e no ponto J1 a tensão de 3,2V. Novamente os diodos não serão polarizados, pois apesar de haver queda de tensão sobre eles, estão reversamente polarizados. Da mesma forma, quando coloco a ponta do multímetro no catodo de D5, haverá um resistor de 1M ohm (multímetro) ligado à massa, gerando uma pequena corrente neste, colocando o catodo com um potencial de 0,5V abaixo de anodo, ou seja 2,7V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288219Temos uma corrente total circulante de 0,08A, o que gerará uma queda de 4V sobre R1, a mesma queda sobre R5 e a mesma queda sobre R2 e o conjunto série formado por R3 e R4. Temos nas duas malhas que estão em paralelo (R2 e a somatória de R3 e R4), o mesmo valor de resistência, sendo de um lado R2 com 100 ohms e do outro lado R3 somado ao R4, também com 100 ohms. Isso significa que a corrente total que passa por R1, e que é de 0,08A, será dividida por 2, seguindo 0,04A por R2 e 0,04A por R3 que também passa por R4 (por R3 e R4 temos a mesma corrente). Desta forma, o valor é de 0,04A e não 0,03A.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288222Veja que a questão pede a potência dissipada pelo resistor R1. Calculando rapidamente o circuito, temos a malha série-paralela com um valor equivalente de 50 ohms, mesmo valor de R1 e também R5. Assim, tanto o resistor R1 como R5, terão uma queda de tensão de 4V e a malha série-paralela central, também terá a mesma queda de tensão. Já que sabemos que sobre R1 há uma queda de tensão de 4V e que seu valor de resistência é de 50 ohms, dividindo 4V por 50 ohms, teremos uma corrente de 0,08A e assim, bastará multiplicar a corrente de 0,08V pela queda de tensão sobre R1 que é de 4V, resultando em 0,32W de dissipação de potência.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288227Você tem realmente a mesma corrente que passa por R3 e R4. Mas você disse que a corrente circulante por R3 e R4 daria 0,04A que está correto, mas a tensão sobre os dois não é de 2V (1,5V +0,5V) e sim de 4V, o que dará uma queda de tensão de 3V sobre R3 e 1V sobre R4. Assim, a dissipação de potência será calculada multiplicando a queda de tensão pela corrente circulante. Como sobre R3 há uma queda de 3V x 0,04A, teremos 0,12W. Já para R4, teremos a queda de tensão sobre ele que é de 1V x 0,04A, que resultará em 0,04W.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288232Sim, Veja que os diodos são chaves abertas. Logo, no catodo de D1 haverá uma tensão de 15V, indicando que toda a tensão da fonte fica sobre D1 e D2. Mas veja que ao medir a tensão entre D1 e D2, teremos 0V, ou tristate (em aberto).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288234Veja que a tensão entre o diodo D1 e o diodo D2, deverá ser de 0V, o mesmo ocorrendo entre D2 e R4. Para que ocorra o que você relatou, pode estar havendo uma fuga em torno de 4Mohm no diodo, que em série com o multímetro de 1Mohm, daria uma tensão marcada. Se você utilizou o osciloscópio com impedância de 10Mohm, a fuga ainda deveria ser em torno de 40Mohm, o que seria considerado até normal. Mas veja que neste caso a tensão iria variar.
Mas também pode haver um erro em sua montagem, podendo ter usado um diodo zener de 13V. Verifique…
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288243Na página 132 da apostila de módulo 1, há a descrição de como os valores dos capacitores são interpretados. Veja que temos o valor de 121 que significa um valor de 12 e mais o número “1” que significa a quantidade de zeros, resultando no valor final de 120 pF. a letra J é a tolerância de 5%.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288280O indutor você considerará como um curto, ou seja, o lado de baixo de R2, ligado diretamente ao ponto “B” , e o capacitor como um circuito aberto, ou seja, como se ele não existisse. Dessa forma teremos o R2 de 1k2 em paralelo com R3 de 1k2, o que resultará em 0,6k ou 600 ohms, sendo que este ficará em série com o resistor R1 que possui o valor de 1k2, que se somará à equivalência de R2/R3, resultando em uma equivalente de 1,8k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288282Como o indutor é um curto, ficamos com R2 e R3 em paralelo (considerar o capacitor como circuito aberto), resultando em um valor de 600 ohms. Estes ficarão em série com o R1, levando-nos a soma de 600 ohms + 1200 ohms de R1. A resistência final será de 1,8k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288284O indutor está curto-circuitando o resistor R3, ficando a resistência de zero ohm (como se fosse um fio). O resistor R2 está ligado a um capacitor, o que nos leva a afirma que o pontod e baixo de R2, vai ligado a uma resistência quase infinita. Assim, ficamos com o ponto A ligado ao resistor R1 o ponto B ligado ao lado de baixo do resistor R1 (através do curto do indutor). Assim, a resistência entre o ponto A e B é de 1,2k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288294Os diodos estão diretamente polarizados e sobre cada um deles haverá uma queda de 0,6V. Assim, da tensão de 12V, deverá ser subtraído os 1,2V das quedas dos diodos, ficando uma tensão de 10,8V, que será dividida pelos dois resistores iguais, ficando 5,4V sobre cada resistor. Assim, logo abaixo de D1 teremos a tensão de 11,4V e como sobre R18 cai uma tensão de 5,4V, teremos logo abaixo dele a tensão de 6V, e com a queda de 0,6V sobre D2, teremos logo abaixo dele a tensão de 5,4V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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