Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003288018
Em funcionamento normal, o LDR possui uma resistência muito alta, quando não há luz incidindo sobre ele, sendo que em contrapartida, uma resistência baixa, quando incide luz. Esta resistência baixa, não será igual para todos os LDR´s, onde o técnico projetista deverá consultar as informações do fabricante para saber qual a máxima e a mínima resistência.
Para análise de defeitos, o LDR poderá apresentar os seguintes problemas:
a) alterado: quando à partir da incidência de luz, o componente não chega a apresentar a resistência mínima das especificações
b) aberto: quando da incidência de luz, ele apresenta características de chave aberta ou de altíssima resistência.
c) fuga: quando, sem incidência de luz, apresenta resistências baixas.
d) curto: quando, sem incidência de luz, apresenta resistência baixíssima, como se fosse uma chave fechada.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288023Sim, pois a tensão indicada é dada somente pelos valores dos resistores e que é maior que a tensão de VDR… logo, ele está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288025Supondo que o VDR esteja alterado, esta alteração deveria ser mais de 100 vezes o valor de R2 (100k), ou seja, deveria estar alterado para um valor maior que 10Mohms, para que a tensão entre os resistores R1 e R2/VDR não ficasse menor que 175V. Logo, uma alteração para valores superiores a 5Mohm podem ser considerados como circuitos abertos. NOVAMENTE MENCIONO A TENSÃO DE 175V, que afirma que a resistência de cima é a mesma da resistência de baixo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288027Veja que se fosse R1 aberto, o multímetro iria polarizar o VDR, passando a medir uma tensão em torno de 50V (300V menos a tensão de VDR de 250V). Assim, temos realmente o VDR em curto, colocando toda a tensão de 300V sobre R1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288037Sim, mas veja mais detalhes no link:
https://eletronicos.hsw.uol.com.br/led1.htm
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288058Como temos o potenciômetro colocado no centro, teríamos que ter uma tensão de 7,5V no cursor do potenciômetro, pois o capacitor é um circuito aberto. Mas como temos uma tensão menor estamos tendo C1 com uma fuga de 50k, que em paralelo com o lado de baixo do potenciômetro (também com 50k) daria uma resultante de 25k, que em série com os 50k do lado de cima de P1, daria a tensão de 5V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288079Note que a indicação são das espiras de saída que são 500. Logo, como é redutor, na entrada deverá ter 3 vezes mais espiras, ou seja, 1500.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288082Veja que temos uma temperatura de 25º C sendo a resistência do PTC nesta temperatura é muito baixa. E encontramos uma tensão de 5V acima e abaixo do PTC, o que significa uma queda de tensão de 1V sobre R1 e 5V sobre R2, o que significa que R2 está alterado para 375k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288086Veja que você deve ter ligado o diodo diretamente polarizado. Na figura proposta o ponto positivo da fonte está ligado no catodo do diodo e o negativo no anodo. Isto faz com que ele comporte-se como uma chave aberta, sendo que a tensão no ponto A será de 9V e no ponto B de 0V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288097Muito bom dia. Para aprender a fazer essas questões, você pode recorrer aos grupos do telegram ou ainda marcar aula de reforço, terças e quintas em dois horários 20h ou 21h.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288127Se temos 2000 espiras no secundário e ele é um REDUTOR (2:1), teremos 4000 espiras no primário. Desta forma se indica que há uma tensão de 150V no primário, a tensão que será obtida no secundário será de metade, ou seja, 75V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288139Como o diodo está diretamente polarizado, sobre ele haverá uma queda de tensão de 0,6V e sendo assim, essa tensão deverá ser subtraída da fonte 8V, resultando em 7,4V. Com esta tensão de 7,4V, você dividirá por 2,7x (soma das proporções dos resistores) e não 3,12x que dará 2,7V que cairá sobre R1. Subtraindo 2,7V da tensão de 8V, teremos 5,3V no ponto A e subtraindo 0,6V da queda de tensão sobre o diodo, teremos 4,7V no ponto B.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288168Temos uma entrada de 110V e a relação de espiras diz que o transformador é elevador na proporção 1:4 (entra 110V e sai 440V). Assim, a tensão de saída seria de 440V, sendo que a quantidade de espiras de secundário seria de 400. Logo, não pode ser a alternativa “e”.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288192Sim, os variáveis podem ser manipulados pelo usuário, já os capacitores ajustáveis são somente ajustados pelos técnicos e normalmente somente uma vez na fábrica.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288199Quando colocamos a palavra “polarizado” queremos dizer que por dentro dele está circulando corrente. Já a palavra “cortado” é o inverso disso, onde não há nenhuma corrente circulante.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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