Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003287921
Veja que devemos ignorar o capacitor (como se ele não estivesse no circuito), e também devemos considerar o P1 no centro, valendo portanto 150k. Assim, temos na parte de cima, um paralelo entre R16 e R17, resultando em 150k. Após aparece o R18 com 450k; P1 terá 150k e R19 com 450k. Temos desta forma, de cima para baixo as proporções 1x, 3x, 1x e 3x que dará um total de 8x. Assim, dividindo a fonte de 12V por 8x, teremos 1,5V. Essa será a queda de tensão sobre o paralelo R16 e R17 e também sobre P1. Teremos 4,5V de queda de tensão sobre R18 e também sobre R19. Logo, a tensão do ponto logo acima de R19 será de 4,5V. Após, considerando a queda sobre P1 de 1,5V, teremos 6V entre P1 e R18. Somando mais 4,5V da queda sobre R18, teremos a tensão de 10,5V entre R18 e a malha paralela de cima.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287925Considerando que L1 é um curto, temos o cursor do potenciômetro P1 levado a massa, ou seja, estou transportando o potencial de 0V da massa para o centro do potenciômetro e assim forma-se um divisor de tensão que tem R16 com 1,2k, R17 com 1,2k e o potenciômetro com 0,6k (600 ohms) ligado á massa. Temos portanto que dividir a tensão de 12V por 5 e com isso obtemos 2,4V sobre P1 (do cursor ao lado de cima), definindo também a tensão entre R17 e P1 que fica com 2,4V. Agora considerando que temos 4,8V sobre R17, teremos a soma de 2,4V mais 4,8V resultando em 7,2V entre R16 e R17. A tensão do cursor de P1 e também a tensão entre P1 e R19 ficam com zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287929Veja que o cursor de P1 está ligado ao capacitor C1 e como C1 eve ser considerado como um componente aberto (para corrente contínua), não haverá circulação de corrente do cursor para o capacitor e isso significará qu o cursor não interferirá no circuito. Veja também que L1 será um curto, ou seja, ligará o lado de baixo de P1 ao lado de cima de R17. Forma-se assim, um divisor de tensão P1 (50 ohms), R17 (50 ohms) e R18 (50 ohms), resultando em 8V entre P1 e L1, sendo esta mesma tensão entre L1 e R17. Entre R17 e R18 haverá uma tensão de 4V. No lado de cima de P1 temos a tensão de 12V e considerando que do lado de baixo dele há 8V, no cursor haverá uma tensão entre estas duas, ou seja, 10V.
um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287938Veja que temos uma queda de tensão de 6V sobre R18 e 2V sobre R17, que possuem os mesmos valores. Mas veja que se considerarmos uma queda de 3V sobre o lado de cima de P1, que está com 25 ohms, estará proporcional em relação à queda de 6V sobre R18 de 50 ohms. Assim, podemos afirmar que tanto o lado de cima de P1, como R18 estão bons. Como há uma queda de tensão de 3V sobre o circuito paralelo central, podemos afirmar que a queda de tensão é a mesma do lado de cima de P1, logo o valor é de 25 ohms. Como temos 75 ohms (lado de baixo de P1 e R17), para que tenhamos uma equivalência de 25 ohms, devemos ter uma fuga em C1 no valor de 40 ohms.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287947Está indicando que há 3000E no secundário e olhando para a relação, vemos que é 2:1 e se temos 3000 espiras no secundário, teremos o dobro disso no primário, ou seja, 6000 espiras. Da mesma forma, se está indicado que há 500V entrando no primário do transformador, haverá metade disso na saída, ou seja, 250V, sendo o transformador um REDUTOR.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287968Se temos 600 espiras no primário e 200 no secundário, devemos dividir a tensão aplicada no primário por 3, o que resulta em 73,33V de tensão induzida no secundário.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287971Veja que está indicado na parte superior da tela do osciloscópio: Volt/Div = 70V (x1); Time/Div = 25ms.
Assim, sabemos que cada divisão em sentido vertical apresenta 70V e como a forma de onda está se manifestando em duas divisões, teremos uma total de 140Vpp. Tendo ainda o eixo zero do osciloscópio no centro da onda, podemos dizer que também temos a tensão de 70Vp.
Quanto à frequência e tempo, podemos ver que há a indicação que cada divisão em sentido horizontal apresenta 25ms e que a forma de onda completa o ciclo em duas divisões, o que significará que o tempo para cada ciclo será de 50ms. Verificando agora quantos 50ms cabem em 100ms, afirmaremos que são 2 e claro, 20 caberão em 1000ms, resultando em uma frequência de 20Hz.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287983Primeiro você fará o cálculo da tensão entre R12 e R13, onde teremos 9V, divididos por 22 que dará 0,45V, que seria a tensão entre os dois resistores. Do outro lado, temos R14 e R15, que dará uma tensão de 6V entre eles. Quando colocamos o diodo D6, ele ficará polarizado diretamente e sobre ele ficará somente uma tensão de 0,6V, obrigando a tensão no ponto K1 a subir e a tensão no ponto L1 a cair. Como a proporção entre os resistores R13 e R14 por onde passará uma corrente a mais é de 10x, teremos que dividir essa suposta diferença de tensão entre o catodo de D6 com 0,45V e anodo com 6V, onde temos 5,5V. Assim, teremos os 5,5V dividido por 10 (arredondando), o que gera uma queda de 0,45V + 0,55V sobre R13, resultando em aproximadamente 1V sobre R13 e somando a queda sobre o diodo que não pode passar de 0,6V, uma tensão de 1,6V no ponto L1. A montagem com o Proteus deu 0,91V no ponto K1 e 1,57V no ponto L1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287985Veja que temos dois diretamente polarizados que estão em série com dois resistores. Em primeiro lugar, retire da fonte 1,2V da polarização dos diodos, ou seja, 10V – 1,2V que dará 8,8V. Esta tensão que restou deve ficar proporcionalmente entre os resistores R10 e R11. Notamos que o resistor R10 é 50 vezes maior que R11 e a tensão de 8,8V deverá ser dividida por 51 (ou 50 arredondando). Assim, sobre R11 haverá uma queda de 0,17V (0,2V arredondando), que será a tensão do ponto W3 e somando mais 0,6V da queda de D17, teremos no ponto V3 0,77V (0,8V arredondando). Finalmente a tensão do ponto U3 será 0,6V a menos que a fonte, ou seja 9,4V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287987O diodo está sendo DIRETAMENTE POLARIZADO, o que geraria um comportamento como CHAVE FECHADA, o que daria uma tensão no ANODO, muito próxima a massa ou zero volt. Mas como temos que vencer uma pequena barreira de 0,6V para que possa ser polarizado, a tensão medida no anodo será de 0,6V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288002Veja que existe uma variação na entrada que poderá ir de uma frequência muito baixa a uma frequência muito alta. Sobre o circuito ressonante (indutor em série com o capacitor), teremos em frequência baixa uma resistência muito baixa do indutor, mas muito alta do capacitor e somando estas duas haverá uma resistência muito alta, permitindo que frequências baixas apareçam sobre o conjunto ressonante e seguindo adiante. Em uma frequência muito alta, o capacitor será equivalente a um curto, mas o indutor apresentará uma resistência muito alta, o que resultará em uma resistência final muito alta. Assim em frequências alta o circuito ressonante apresenta uma alta resistência o as frequências altas passam adiante. Em uma dada frequência média, o indutor apresentará uma resistência baixa e o capacitor também apresentará uma resistência baixa e somando as duas (série) ainda assim teremos uma resistência muito menor que o resistor de entrada. Isso fará com que a variação de frequência média apresente uma pequena queda de tensão sobre o circuito ressonante, mas uma grande queda sobre o resistor de entrada, ou seja, praticamente não haverá amplitude de frequências médias para a saída, sendo isso chamado de ARMADILHA (rejeita banda) ou TRAP.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288007Veja que está pedindo o TIPO do transformador e também a tensão do secundário (V do lado direito, pois há tensão indicada do lado esquerdo) e também as Espiras do secundário (pois está indicando as espiras do primário). então vamos lá. Há uma indicação em cima do transformador que diz 4:1, ou seja, já sabemos que é um REDUTOR DE TENSÃO, e tudo que estiver indicado do lado esquerdo valerá a proporção de 4, sendo que o lado direito somente 1. Assim, se temos 320V, esta será 4 vezes maior que a tensão no secundário que será de 80V. Já a quantidade de espiras que está especificado como sendo 640E, no lado direito (secundário) será de 160E. Faça o mesmo com as demais questões e caso não consiga, favor mandar as dúvidas.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288011você encontra isso na apostila de módulo 1 (nova) página 107.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288013Veja que se você está aplicando uma tensão de 6V, estando o diodo polarizado, deverá ser retirado a tensão de queda do mesmo, que é de 0,6V, ficando 5,4V para serem colocados sobre os resistores. R2 é quase o dobro de R1 ou mais precisamente 1,75 vezes maior. Assim dividindo a tensão de 5,4V por 2,75 vezes, teremos a tensão de 1,96V que será a tensão de queda sobre o menor resistor, que no caso será R1. Assim, subtraindo esta tensão da fonte de +6V, teremos 4,04V no ponto A e daí bastará subtrair a queda do diodo com 0,6V, ficando a tensão no ponto B com 3,44V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003288015Veja que o diodo D1 está polarizado diretamente e isso já determinará que haverá uma queda de 0,6V sobre D1. Considerando que temos uma alimentação de 6V, já podemos subtrair a tensão que cai sobre o diodo que é de 0,6V ficando 5,4V para ser distribuída para os resistores. Veja que arredondando, R2 é quase o dobro do valor de R1 e assim a tensão de 5,4V é dividida por 3 (arredondando), o que dá 1,8V que será a queda de tensão sobre o menor valor que é R1. Assim, subtraindo 1,8V de 6V que é a alimentação, teremos 4,2V que será a tensão no ponto A e subtraindo a queda de 0,6V que está sobre o diodo, teremos 3,6V no ponto B. Veja que as tensões obtidas serão um pouco menor que estas visto que R1 é um pouco maior que a metade de R2, onde ficamos com um valor final em torno de 4V no ponto A e 3,4V no ponto B.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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