Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003287480
As tensões das malhas (inclusive os 3 volts abaixo de C1) devem-se aos valores dos resistores. Com o indutor aberto, ficamos também com o capacitor C1 como circuito aberto. Assim, a tensão medida entre dois pontos em aberto, será de zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287482Considerando que temos um capacitor e um indutor em série ligados em uma tensão contínua, não haverá corrente por eles. Logo, teremos uma malha simples em série formada por R16, R17 e R18 e de acordo com os valores dos resistores, temos R17 como o menos (1x), R18 três vezes maior (3x) e R16 5 vezes maior (5x). Com isso a tensão de 9V deverá ser dividida pela soma das proporções, resultando em 1V de queda sobre o menor que é R17, sendo que sobre R18 teremos uma queda de 3V (como está marcardo) e sobre R16 uma queda de 5V, resultando na tensão de 4V como está mencionado. Aparentemente não haveria defeito, mas a tensão de 4V deveria estar presente no lado de cima de L1 e também no lado de baixo. Como temos 4V no lado de cima de L1 e zero volt do lado de baixo ele está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287487Veja que a tensão sobre R17 e a malha L1 e C1 é de 1,8V e considerando que temos 1,2V sobre R18, temos um valor equivalente de 1,5 ohms na malha paralela de cima, quando deveríamos ter 3 ohms pelo valor de R17. Isso indica que está havendo uma fuga em C1 de aproximadamente 3 ohms, que em paralelo com R17 acaba resultando em um valor de 1,5 ohms. Há uma queda de 0,1V sobre o indutor L1, e isso ocorre porque o valor dele é de 0,05 ohms (ou quase um curto).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287489Como temos uma queda de tensão de 5V sobre R19, e uma queda de 1,2V sobre R18, que estão proporcionais, deveria ter uma uma queda de 3,6V sobre R17, mas está menor, pois temos apenas 1,8V sobre ele, ou seja, temos uma resistência equivalente de 1,5 ohms na malha formada por R17 e C1 e L1. Isto significa que o capacitor C1 está com fuga e com aproximadamente 3 ohms de fuga.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287491Veja que temos uma queda de tensão de 7,2V sobre R16 e uma queda de tensão de 1,8V sobre R18 (ou malha paralela com R17 e C1). Veja que o valor de R18 (500 ohms) é 4 vezes menor que R16 (2k), o mesmo acontecendo com as quedas de tensões nestes resistores, o que seria normal, considerando que C1 pode ser considerado um circuito aberto. Mas, vemos que se considerarmos C1 como um circuito aberto, a tensão sobre ele seria a mesma da tensão apresentada do lado de cima de R17, ou seja, 1,8V. Assim, poderíamos dizer que C1 está em curto, mas caso isso ocorresse, o resistor R17 ficaria em paralelo com R18, resultando em 333 ohms de resistência equivalente, o que levaria a tensão mostrada de 1,8V ser ainda menor. desta forma a única possibilidade que poderia determinar a tensão de zero volt entre R17 e C1, seria o resistor R17 aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287493Você tem toda razão quando diz que poderia ser R19 aberto e não alterado. Mas como não existe a opção, devo procurar outro problema que provocaria as mesmas tensões. Veja que o indutor sendo um curto, colocaria a tensão de 9V logo abaixo dele e se também tivéssemos um curto em C1, o lado de baixo dele também daria 9V, o que geraria também 9V entre R16 e R18 por falta de corrente por eles (está circulando pelo capacitor C1 e por fim, toda a queda de tensão ficaria sobre R19. Logo, C1 em curto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287495Você tem total razão quando diz que a tensão nos pontos é de 9V e está totalmente sobre o resistor R19, que estaria aberto. Mas como não há essa possibilidade, você deveria procurar outra.
Após o indutor L1, temos 9V o que é normal, devido a ser uma resistência de 0 ohms. Para que houvesse 9V para todos os pontos deveria haver um curto, logo abaixo de L1 até R18… o que somente poderá ocorrer caso C1 esteja em curto. Veja que neste caso está circulando uma corrente de 0,12 A por R19.
Um grande abraço! Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287497O capacitor está em curto, pois a tensão de 9V no lado de cima dele é a mesma da fonte. Mas veja que afirmou que há 9V sobre R18 e não sobre, mas sim no ponto de cima do mesmo. Veja que os 9V estão sobre R18 e R19.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287499Veja que R16 é 4 vezes maior que R18 ou R17, mas como R17 e R18 estão em paralelo, resultará em uma resistência de 5k, que é 8 vezes menor que R16 de 40k, e podemos afirmar que as quedas de tensões estão proporcionais. Mas como há quedas de tensões nos resistores e a tensão abaixo de R18 é de zero volt, podemos afirmar que C1 está em curto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287500Apesar de parecer complexo é um circuito simples de colocar as tensões ou entende-lo. Primeiro imagine que o indutor não está no circuito. Daí teremos uma tensão de 4,6V do lado esquerdo e de 2,4V do lado direito. Mas quando colocamos o indutor a coisa complica um pouco, pois ele aproximará as tensões entre os dois pontos. Esta aproximação de tensão está ligada ao valor de resistência do indutor. Se ela fora muito baixa, as tensões se igualarão, ou seja, metade da tensão da fonte, ou 3,5V (7 volts de alimentação). Ou então a partir desta metade, haverá um potencial um pouco mais alto do lodo esquerdo e mais baixo do lado direito, até no máximo as tensões mencionadas no in~icio (4,6V e 2,4V).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287503Considerando que L1 é um curto, temos R1 em paralelo com R3, resultando em 5,4k… veja que o mesmo ocorre para o paralelo de baixo, onde temos também 5,4K. Assim, teremos tanto no ponto A, como no ponto B uma tensão em torno de 2,5V que é a metade da fonte.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287506O circuito é bem simples pois sendo o indutor um curto, temos um paralelo formado por R3 3,9k com R1 2,2k, resultando em 1,4k. Já a malha de baixo também está em paralelo, onde temos R4 com 15k em paralelo com R2 de 6,8k que resulta em 4,7k. Assim temos uma malha série com 1,4k (1x) na parte de cima e 4,7k (3,3x) na parte de baixo. Assim, a fonte que é de 8V, será dividida por 4,3, resultando em 1,84V, que sendo subtraído de 8V dará 6,16V, tanto no ponto A como no ponto B. Mas considerando que o indutor tem uma resistência muito baixa, mas não zero ohm, teremos o ponto B, pouca coisa mais positivo que o ponto A.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287513Sim a frequência não será alterada, mas a amplitude sim. Ainda podem haver defasamentos, ou seja, um deslocamento em graus da frequência de saída em relação à entrada, mas a frequência em si não será modificada.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287515Quando a amplitude do sinal que está em 100% e começa a perder amplitude, quando esta queda passa por 70,7% chama-se FREQUÊNCIA DE CORTE. Mas veja que a amplitude continua caindo até chegar a zero de amplitude. Veja que temos que definir uma frequência para o filtro, mas seria quando começa a perder amplitude ou quando a amplitude está com zero. Foi definida portanto que ao sinal chegar em 70,7% será o corte e dará a frequência específica do filtro.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287517Sim, aqui está se referindo a uma determinada frequência… desta forma a resistência (reatância melhor dizendo) será maior.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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