Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003286991
Não entendi como você fez o cálculo, mas considerando a fórmula 2 x pi x f x L, teremos 6,28 x 1.000.000 x 0,00001 = 62,8 ou 63 ohms.
Veja que o valor que talvez tenha tido dificuldade é o valor 10uH (10 micro henry), que é igual a 0,00001 H.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286997Isso para corrente contínua, mas nessa questão o circuito está recebendo uma frequência de 1Mhz, ou seja, fará com que o indutor apresente uma reatância bem maior que a resistência pura. Use a fórmula 2 x p x f x L
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287001Por analogia, a tensão elétrica seria a “força” responsável pela movimentação de elétrons: o potencial elétrico mede a força que uma carga elétrica experimenta no seio de um campo elétrico, expressa pela lei de Coulomb, portanto a tensão é a tendência que uma carga tem de ir de um ponto para o outro. Normalmente toma-se um ponto que se considera de tensão zero e mede-se a tensão do resto dos pontos relativos a este.
(fonte Wikipedia).
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287011Devemos ignorar o capacitor C1 (circuito aberto) e também de R3. Assim, fazemos a malha série R1, R2 e R4,, onde teremos uma proporção somada de 5, que dividindo pela fonte 12V teremos 2,4V sobre R2 e o dobro disso (4,8V) sobre R4 e R1. Assim, teremos 12V-4,8V = 7,2V no ponto de cima (entre R1 e R2) e retirando 2,4V (queda sobre R2) resultará em 4,8V entre R2 e R4. Como não está circulando corrente por R3, não haverá queda sobre o mesmo e assim, na parte de baixo dele, haverá 4,8V e na parte de cima, a mesma tensão com 4,8V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287013Exatamente, pois em polarização contínua, o capacitor é considerado como circuito aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287015Como o capacitor é um circuito aberto, devemos desconsiderar R22 e assim, forma-se uma malha série entre R21 (50 ohms) e R23 (250 ohms), sendo a tensão de 12V dividida por 6, o que dará 2V, que será a queda de tensão sobre R21. Assim, subtraindo 12V – 2V, teremos a tensão de 10V abaixo de R21, e como não há corrente circulante por R22 que não gerará queda de tensão, a tensão logo abaixo de R22 também será de 10V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287017O capacitor C1, após carregado, funciona como uma chave aberta ou um circuito com uma resistência muito alta, e isso significará que sobre ele cairá a maior tensão, ficando 12V do lado de cima e zero volt do lado de baixo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287021Sim, pois considerando que C2 é um circuito aberto, o mesmo ocorrendo em C1, não teremos circulação de corrente e a tensão medida, será 12V entre R21 e R24 e também abaixo de R24. Já, logo acima de R23, teremos 0V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287024Caso C1 apresentasse uma fuga (resistência interna), haveria corrente circulante por ele e também por R7, que pela queda de tensão em R7 que é de zero volt, prova que não está havendo fuga em C1. Como a tensão é de 6V, o resistor de R5 é igual ao R8 e isso implica dizer que R8 alterou para 2k.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287026Exatamente, pois para que a tensão do ponto seja zero volt, somente se o resistor R9 estiver aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287028como temos uma tensão de 6V sobre R4 que possui um valor de 1k, podemos dizer que toda a malha de cima (série e paralela) também possui 1k. Como na malha temos um capacitor, deveria ser considerado aberto e iríamos ter a soma de R1 com R2 (1,5k). Olhando a queda de tensão sobre os resistores R1 e R2, vemos que estão proporcionais, o que nos levaria a afirmar que ambos estão bons. Desta forma poderíamos ter uma alteração do resistor R4 para 1,5k, ou ainda uma fuga no capacitor C1. Como existe uma queda de tensão de 2V sobre o resistor R2 (em série com o capacitor) e uma queda de tensão se 4V sobre C1, já podemos afirmar que este capacitor está com fuga (com um valor de 2k, o dobro da queda de tensão sobre R2). Assim ficamos com um valor de 3k (fuga de C1 em série com R2) e este valor em paralelo com 1,5k, resultando em uma equivalência de 1k, comprovando a queda de tensão de 6V sobre R4.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287030Veja que a tensão de 8,57V entre R21 e a malha de baixo, indica que o resistor equivalente de baixo é pouco maior que 100 ohms. Como no circuito apenas deveria ser considerado R23 com 250 ohms, realmente há uma fuga em C1 e comparando a tensão de queda sobre R22 que é de 5,71V com a tensão sobre C1, que é de 1,71V, devemos dividir o valor de R22 por 4, resultando em 50 ohms, que somado ao valor de R22, dá um total de 250ohms. Como este circuito série (R22 e C1) está em paralelo com R23, a resultante será de 125 ohms.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003287032Sim, está certo no valor do capacitor e também no valor de sua fuga com 333 ohms, pois a queda de tensão sobre R15/R14 (com valor de 333 ohms) é igual à queda de tensão sobre o capacitor C1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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