Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003286689
É um pouco mais de 1 ohm, ou seja, 2 ou 3 ohms.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286700O PTC à 25º possui uma resistência muito baixa e no caso do defeito o PTC está aberto e isso gerará uma queda de tensão de 12V (toda a tensão da fonte) sobre ele.
Quanto à pergunta se ele pode alterar, sim, pode, mas daí haveria uma queda também nos resistores.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286702Isso não é questão de macete, mas de entender a tabela da página 78 da apostila. Você deve colocar o número pedido lá nesta tabela e daí verificar como ficaria em outro submúltiplo. Recomendo que pergunte isso na sala, assista a video aula sobre o assunto ou ainda (caso presencial) aula de reforço.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286706Quando aparece o “M” maiúsculo significa que vale 1.000.000 (um milhão). Quando aparece “m” significa 0,001 (milésimo ou simplesmente mili). Assim, o valor de 0,5MV significa que temos 500.000V
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286708Veja que uW é um submúltiplo mil vezes maior que nW. Assim, se está pedindo 300nW e quer em uW, bastará tirar 3 zeros do valor 300, ficando 0,3uW. Não esquecer que na conversão para submúltiplos, você terá a unidade da grandeza e após o mili, micro, nano, pico. Recomendo que você sempre veja a tabela de conversões que está na parte de baixo da página 78 da apostila M1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286730Em primeiro lugar, fazemos a malha série formada por R16 e R17, somando os dois resistores, resultando em 600 ohms que ficam em paralelo com R20, também de 600 ohms, resultando na malha série paralela em 300 ohms de equivalência. Após este, fica em série com R18 (150 ohms) e R19 (150 ohms) de onde teremos R19 como referência 1x e também o mesmo para R18 com 1x, e ficando a malha de cima com 300 ohms com 2x. Assim, dividimos a fonte por 4, de onde teremos 3V, que será a queda sobre os menores resistores, ficando a tensão do balão mais baixo com 3V e somando a queda de tensão sobre R18, obteremos no balão de cima a tensão de 6V. Agora, considerando que temos 6V sobre a malha série R16 e R17, devemos ter a distribuição da tensão sobre R16 e R17, ou seja dividiremos a tensão de 6V por 3, resultando em 2V que será a queda de tensão sobre R17. Assim, somando os 2V de queda de R17 aos 6V do balão central, teremos 8V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286732Veja que a tensão entre R18 e R19 é mesmo 6V. A tensão entre R16 e R17 é mesmo 10V. Logo, você terá sobre o conjunto paralelo (R17+R18/R20) uma queda de tensão de 10V-6V = 4V. Logo a tensão que irá cair sobre os resistores R17 e R18 não é de 10V como você calculou, mas de 4V (tensão do lado de baixo é de 6V e a do lado de cima 10V, resultando em uma diferença de 4V. Assim, pegando os 4V e dividindo pela proporção de 3, como você fez, resultará em 1,33V, que somando aos 6V, que está entre R18 e R19, resultará em 7,33V entre os resistores R17 e R18.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286734Sim se estivesse em curto. Mas devemos levar em consideração que a probabilidade de um resistor alterar para menos ou entrar em curto, é inferior a 1%. Devido a isso, você sempre fará a opção por um alteração ou interrupção (aberto) do resistor.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286737Qualquer valor na alteração de R40, sempre resultaria em um valor igual ou menor a 10 ohms que é o valor de R13 que está em paralelo. Quanto ao restante da análise leia a resposta do site.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286739Como temos 6V indicado entre os resistores, e a tensão de alimentação é de 12V, podemos afirmar que a malha de cima, está com uma equivalência de 16 ohms, quando deveria ser inferior a 10 ohms (menor que o menor valor que é R13). Sabendo que a equivalência é de 16 ohms, já podemos afirmar que o resistor R13 está alterado para um valor maior que 16 ohms. Isso nos leva a crer que o resistor maior, R50 está em boas condições. Já podemos concluir então que temos o valor de R50 com 40 ohms e a equivalência em 16 ohms. Assim, comparando os dois temos uma relação de 2,5 vezes maior o valor de R50 em relação à equivalência (16 ohms). Agora considerando que R50 é duas vezes e meia maior, devemos subtrair de 2,5 (2,5x) o valor da proporção da equivalência que é de 1, resultando em 1,5 (2,5x – 1x = 1,5x). Assim, o valor de R50 (40 ohms) será dividido por 1,5x, que resultará em 26,6 ohms, sendo este o valor de alteração de R13, ou seja, passou de 10 ohms para 26,6 ohms.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286742Veja que a análise deve partir das quedas de tensões em cada uma das partes. Temos 6V de queda sobre o conjunto R35, R36 e R53, indicando que sua resistência é a mesma de R34. Então temos um valor de 600 ohms na malha de baixo (série-paralelo). Para que isso seja possível, temos que ter uma alteração de R53 para um valor maior. Veja que sabendo que o valor da malha de baixo é de 600 ohms e que o valor que está bom (R35 e R36) somam 900 ohms, podemos dizer que a relação entre eles é de 1,5x para 900ohms e 1x para 600 ohms. Subtraindo 1,5x de 1x, teremos 0,5x que dividindo o valor de 900, resultará em 1800 ohms, que será o valor para quanto alterou o R53.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286744Sim, pois para achar a equivalência do circuito paralelo, fazemos a soma da proporção e dividimos o maior valor poe essa soma. Já em análise de defeitos, quando temos um dos resistores em paralelo alterado, teremos o valor da equivalência (descoberta pela comparação da tensão) e devemos determinar qual dos resistores não alterou ou abriu. A partir disso, fazemos a comparação da equivalência com o suposto resistor que está bom e assim, subtraímos as proporções e o resultado irá dividir o resistor conhecido, resultando no valor da alteração do outro resistor da malha paralela.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286747Temos uma queda de tensão de 2V sobre R19, com resistor de 50 ohms, e uma queda de V sobre R16 com 100ohms, que estão proporcionais. Na malha central (R17, R18 e R20), temos uma queda de tensão de 6V, indicando que a resistência equivalente é de 150 ohms, três vezes maior que a queda sobre R19. Sabendo que a resistência da equivalência central é de 150 ohms, já sabemos que o resistor R20 está alterado (ou aberto). Agora, sabemos que o valor da resistência equivalente do circuito com defeito é de 150 ohms e que a somatória entre R17 e R18 (que estão bons) é de 600 ohms, podemos dizer que este é 4 vezes maior que o valor equivalente de 150 ohms. Assim, subtraindo a equivalência de 4x – 1x, teremos o resultado de 3, que dividirá o valor que está correto, ou seja 600 ohms dividido por 3, que resultará em 200 ohms que acaba sendo o valor para quanto alterou o R20.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286762Podem ser as duas alternativas que vocë comentou. Mas como pode ver, nas alternativas não há uma delas. Logo escolha a outra.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286764Sim, ele pode estar alterado para um valor superior à 500 ohms ou ainda aberto, ficando grampeada a tensão no valor do VDR1 de 150V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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