Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003286619
Temos um potenciômetro de 100k ligado da alimentação de +12V ao terra (0V). Considerando que o cursor está no centro, teremos 50k para cima e 50k para baixo. Ainda temos o resistor R1 que está em paralelo com o lado de baixo de P1. Como temos 6V no cursor indicando que a resistência abaixo do cursor é a mesma que acima do cursor, já podemos afirmar que R1 está aberto. Mas, ainda poderá ser o lado de baixo de P1 aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286621Tem sim. Como a tensão indicada no cursor é de zero volt e temos ele completamente descolado para cima, onde deveria haver uma indicação de 12V, podemos afirmar que o cursor de P1 está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286623Temos o resistor R2 de 47k em série com o potenciômetro P1 de 100k. Se calculássemos apenas a resistência máxima do potenciômetro (100k) em série com R2, teríamos entre eles a tensão de 8V que também foi medida. O problema é que temos ligado ao circuito o resistor R1 de 47k em paralelo com o lado de baixo de P1, o que daria uma resistência equivalente em torno de 25k, que deveria abaixar a tensão de 4V e 8V medidas. Sabemos que a resistência no lado de baixo é de 100k, conclusão feita pela tensão de 8V entre R2 e P1. Desta forma, como temos uma tensão de 4V no cursos de P1 (cursor no meio), podemos afirmar que o resistor R1 não faz diferença para as tensões da malha, logo, estando aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286625Se imaginar que o cursor está desligado do potenciômetro, você já terá as tensões marcadas no exercício, ou seja, sem corrente circulante por R1 – logo tensão de um lado e de outro as mesmas: 12V.
Já as tensões de quedas em P1 e R2, também estão proporcionais e somente seriam possível se o cursor do potenciômetro estivesse desligado.23 de março de 2018 às 00:00 #40003286627Veja que as proporções de queda de tensão entre o pontenciômetro P1 e R2 estão proporcionais, indicando que seus valores estão corretos, mas vemos que a tensão do cursor de P1 está apresentando 12V quando deveria apresentar 9V, ou uma tensão maior, pois temos R1 ligado ao cursor. Assim, podemos afirmar que o cursor do potenciômetro está aberto, ou seja, não está contatando a pista.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286629Caso o cursor esteja aberto, a tensão indicada dependerá da malha que vai ligada a ele. No caso, será R1 que levará para o ponto uma tensão de 12V.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286631Em 1º lugar você precisa ánalisar que sobre R1 nao temos queda, ou seja não há circulação de corrente por ele. Sendo assim a proporçao entre R2 (1x) e P1 (2x) está correta, pois se nao ha circulaçao de corrente por R1 toda a corrente passa por P1, oui seja ele estará valendo 100k. Agora tenda descobrir qual das alternativas fala de um defeito que possa explicar o fato da corrente nao estar passado por R1!!!
Um abraço e bom estudo!!!
23 de março de 2018 às 00:00 #40003286635Veja que com o cursor do potenciômetro deslocado para baixo, temos um paralelo formado entre o potenciômetro P1 e R1, o que daria um valor equivalente de 50k, sendo que isto geraria uma tensão aproximada de 6V tanto no cursor do potenciômetro, quando do lado de cima de R2. Como a tensão sobre o conjunto paralelo encontra-se com 7V, podemos dizer que a resistência de cima possui um valor em torno de 65k, o que seria obtido por uma alteração do potenciômetro P1 ou ainda alteração no resistor R1.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286637temos uma queda de tensão de 3V sobre o resistor R1 de 47k; uma queda de 3V sobre o lado de cima de P1 (50k), uma queda de 3V sobre o lado de baixo de P1 (50k) e uma queda de 3V sobre o resistor R2 (47k), todos eles com tensões proporcionais aos seus valores. Apesar de haver o R3 de 100k em paralelo com o lado de baixo de P1 e R2, ele não está fazendo nenhuma alteração nas tensões da malha série, significando portanto que está aberto.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286644O que você ajusta não são as cargas e sim o valor do capacitor, logo dizer que “além de armazenar cargas, podemos ajustá-las” está errado.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286652Quando ligamos dois capacitores, na ligação em paralelo a isolação será a do capacitor de menor tensão de isolação. Já para a ligação série, a tensão de isolação será maior que a do capacitor de maior isolação.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286662Dois resistores em paralelo de 20 ohms resultam em 10 ohms e após essa resultante em paralelo com outro resistor de 10 ohms, resultará em um valor de 5 ohms.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286674Como temos um valor de 1500 dividido por 2,5, a melhor forma mental para calcular isso é tirar 2 zeros de 1500, ficando 15 e após saber, quantos 2,5 caberão em 15. Sabemos que cabem 4 “2,5” em 10 e mais 2 “2,5” para chegar a 15. Logo o valor seria 6 e daí bastaria voltar os dois zeros que foram retirado, ficando a conta em 600.
Quanto a 0,5 dividido por 3, fica mais fácil fazer 5 (dez vezes mais) dividido por 3 que dará um valor quebrado em 1,6666… após basta dividir por 10 ficando em 0,166666…
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286676Sim, pois temos 3,5V de queda sobre cada um dos resistores de 1k e apenas 3V sobre os resistores em paralelo de 1k, indicando que eles estão com valores abaixo, mas próximo a 1k. Desta forma há uma alteração considerável no resistor R2 ou ainda no R3.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003286678Você está certo. Pode ser R2 ou R3 alterado.
Um grande abraço. Mário Pinheiro -
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