Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003286565

      Na verdade a ctensão eficaz não é o valor real medido de pico.Tenha um ótimo dia e bom estudo!!!

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003286567

        Tensão eficaz de uma CA ou AC é o valor necessário para produzir o mesmo trabalho que uma C.C. ou DC produziria no mesmo circuito.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003286573

          Quando se fala em fase, nada mais é a COMPARAÇÃO entre duas ou mais formas de onda de mesma FREQUÊNCIA.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003286592

            Temos uma queda de tensão de 1V sobre R46 (6V em cima e 5V embaixo); uma queda de tensão de 4V sobre R47/R48 e uma queda de tensão de 1V sobre R58. As quedas de tensão, nos dizem que 1V sobre R46 e também sobre R58, sendo estes resistores de mesmo valor diz que eles estão normais. Mas há uma queda de tensão de 4V sobre os resistores centrais, indicando que a resistência da malha é 1,6k (4 x 400 ohms). Como o valor de 100Mohm (R48) é muitas vezes maior que R47, praticamente não influenciará no paralelo. Desta forma, podemos dizer que R47 alterou para 1,6k.
            Não se esqueça que é desnecesssário calcular o circuito para as tensões normais. Verifique as quedas de tensão para o defeito e compare estas quedas que você terá a lógica dos valores e à partir disso, determinar o defeito de uma forma mais rápida.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003286594

              A queda de tensão sobre R40 é de 1,5V e sobre o paralelo R39 e R57 é de 2V. Por esta queda de tensão no circuito paralelo, já podemos afirmar que o valor da resistência equivalente é de 40 ohms como disse acima. Isto descarta completamente defeito em R57, pois caso alterasse, ainda assim teríamos o valor de R39 com 30 ohms. Dessa forma, a única possibilidade é que R39 alterou para 120 ohms que em paralelo com R57 de 60 ohms, resulta em uma resistência equivalente de 40 ohms.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003286597

                Quando temos o cursor do potenciômetro no centro, você terá do cursor para cima 50k (metade da resistência total da pista) e do cursor para baixo 50k (metade da resistência total da pista). Sendo assim, R1 estará em paralelo com a parte de baixo de P1. Como a parte de baixo de 1 é de 50k, ficando em paralelo com R1 também de 50k, teremos 25k de resistência equivalente. Esta resistência equivalente ficará em série do o lado de cima de P1 com 50k. Assim, teremos a fonte dividida por 3 que dará 4V, tensão esta do cursor em relação à massa.
                Seria muito interessante que você pudesse montar este circuito e fazer as medições de tensão no cursor do potenciômetro.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003286599

                  deslocando o cursor para baixo, estou colocando-o diretamente à massa. Desta forma tanto um lado de R1 como o outro lado estão na massa (0V), não havendo circulação de corrente nem queda de tensão por ele. Quanto ao potenciômetro ele está de um extremo ao outro, recebendo uma tensão de 12V e o seu valor para a tensão de alimentação é de 100k.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003286601

                    Com o cursor levado totalmente para o positivo, agora estamos injetando, via potenciômetro, 12V diretamente sobre R1. Logo a tensão do ponto indicado será 12V, sendo a mesma tensão que é aplicada sobre P1.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003286603

                      Acredito que sim, mas aqui vai uma das respostas: 7,8V entre R2 e o lado de cima de P1.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003286605

                        Você deve pensar que o cursor do potenciômetro, subdivide o potenciômetro em dois resistores de 50k. Um destes 50k está em série com o resistor R2 e o outro resistor de 50k em paralelo com R1. Desenhe o que eu acabei de falar para que possa compreender melhor… vamos, redesenhar o circuito é muito importante!!!
                        A partir disto temos dois resistores de 50k em paralelo (lado de baixo do potenciômetro P1 e R1) resultando em 25k (arredondando). Esta equivalência ficará em série com o lado de cima do potenciômetro (50k) e mais o valor de R2 (47k).Teremos então 5 unidades, resultanto em 12V/ 5 = 2,4V. Assim, no cursor do potenciômetro teremos 2,4V (queda sobre o paralelo) sendo a tensão no ponto de cima, a tensão de 12V menos a queda em R2 que é de 4,8V, resultando em 7,2V.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003286607

                          Do centro do potenciômetro P1, até o lado positivo, temos uma resistência de 50k e vemos que o centro do potenciômetro vai ligado ao resistor R1 de 47k. Assim os dois ficam em paralelo, resultando em 25k (aprox.) de resistência equivalente. Após temos o lado de baixo de P1 com 50k, ligado em série dom R2 de 47k. Assim ficamos com proporções de “1x”; “2x” e “2x”. Dividindo a tensão da fonte por 5, teremos 2,4V, que será a tensão que ficará sobre o lado de cima de P1 em paralelo com R1, ou seja, no cursor de P1 teremos 12V-2,4V, que dará 9,6V. Depois teremos 4,8V sobre o lado de baixo de P1, resultando em 4,8V no ponto de baixo.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003286609

                            Agora temos um circuito paralelo do lado de cima, pois com o cursor do lado de baixo de P1, teremos o valor de 100k de P1, em paralelo com o resistor R1, também de 100k. Assim, fazemos a equivalência que é de 50k, que ficará em série com R2 de valor de 47k. Assim teremos 6V no cursor do potenciômetro e a mesma tensão logo abaixo dele.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003286612

                              Como temos R1 e R3 ligados ao potencial de +12V e após a corrente circulante por eles se encontra no cursor de P1, temos uma malha paralela. Assim, somando o valor de R1 (47k) ao valor do lado de cima de P1, teremos uma somatória de 100k, que fica em paralelo com R3 (100k). Assim teremos uma equivalência da malha série-paralela em 50k. Essa resistência equivalente vai ligada ao lado de baixo de P1 (50k) e finalmente ao R2 com 47k. Desta forma, temos um circuito série com 3 resistores de 50k (aproximadamente). Assim, podemos dizer que de baixo para cima, as tensões serão 4V (entre lado de baixo de P1 e R2); 8V no cursor de P1.
                              Do cursor de P1 que está com 8V até a alimentação de 12V teremos uma queda de 4V e como temos o lado de cima de P1 igual ao valor de R1, haverá uma queda de 2V em cada um. Desta forma, fica definida a tensão de 10V entre o resistor R1 e o lado de cima de P1.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003286614

                                Você tem a tensão de alimentação de +12V entrando no cursor do potenciômetro P1. Após você deve redesenhar o circuito “mentalmente” ou no papel, colocando o potenciômetro na horizontal e após ligado os resistores R1 para a massa, e o mesmo ocorrendo para R2. Forma-se então dois circuitos série independentes, sendo um deles da esquerda, formado pelo lado esquerdo do potenciômetro (no esquema original está para baixo) com valor de 50k que fica em série com R1, resultando entre eles em uma tensão de 6V. Já do outro lado do potenciômetro (lado direito – que é o lado de cima para o esquema original), que possui um valor de 50k ligado em série com R2 que possui um valor de 100k. Como agora o valor de R2 é o drobro do valor do potenciômetro (metade), teremos como resultante entre P1 e R2 uma tensão de 8V. finalmente no cursor de P1, teremos 12V, pois está ligado na tensão de alimentação.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003286617

                                  Imagine o circuito sem R1 (R1 aberto), teremos a medida do cursor do potenciômetro, que estando no centro, teremos 50k para o lado de cima do potenciômetro, o mesmo ocorrendo para o lado de baixo. Assim, mediremos no cursor do potenciômetro a tensão de 6V. Agora, se considerarmos o lado de baixo aberto, ainda assim teremos os 50k do lado de cima até o cursor e este ligado ao R1, onde ficamos com duas resistências de 50k, resultando em 6V entre elas.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

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