Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003286407

      Vamos fazer a análise pela queda das tensões indicadas em cada uma das malhas. Na malha paralela de cima, há uma queda de tensão sobre R10/R56 de 2,55V, sendo que sobre R12 há uma queda de 1,15V e sobre R11 uma queda de 2,3V. Veja que há uma proporção de queda de tensão entre R12 e R11. Já para a malha de cima, indica uma queda um pouco maior do que a que está sobre R11, siginificando que a resistência equivalente da malha de cima é pouco maior que 2k. Considerando que temos na malha paralela um resistor de valor muito baixo (1ohm) e mais um resistor de 2k2, já podemos afirmar que o resistor de valor muito baixo está aberto.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003286409

        Veja que consideramos aberto, valores maiores que 10Mohm e somente quando os valores dos resistores forem abaixo de 470kohms. Veja que se R10 estivesse alterado para 1Mohm, a tensão no ponto entre R56 e R11, seria praticamente 3,45V. Assim, podemos afirmar que para valores muito baixos, alterações próximas à 1Mohm, devem ser consideradas como aberto e para valores muito altos (entre 470k e 4,7Mohm) somente são considerados abertos, quando estão acima de 47Mohms. É uma lógica meio estranha, mas é assim que funciona na prática. Pois a partir de uma dada comparação de tensão, não há como dizer se está aberto ou alterado. Logo, entre muito alterado ou aberto, a opção será aberto. Outra forma de ver isso, seria dizer que se o valor está alterado acima de 1000 vezes, poderia ser considerado aberto, o que daria para nosso exercício em uma alteração para 1000 ohms e veja que pela tensão sobre a malha a alteração foi muito maior que essa.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003286411

          Veja que o valor de R48 é tanto maior que os demais que devemos considera-lo como uma chave aberta – mas veja que considera-lo assim não significa que que está aberto, mas apenas que deverá ser considerado como uma chave aberta. Após devemos considerar que existe uma queda de tensão de 6V sobre R58 que é a mesma queda de tensão que existe sobre o conjunto de resistores de cima R46, R47 e R48. Assim, podemos afirma que a resistência equivalente de cima é de 2k ( a mesma de R58). Somando R46 ao R47 temos somente 1,6k e ainda falta um pouco para 2k. A queda de tensão sobre R47 é de 4,8V e a queda sobre R46 é de 1,2V. Como a queda de tensão sobre R47 é 4 vezes maior que sobre R46, já podemos afirmar que R47 apresenta uma resistência 4 vezes maior que R46, ou seja, ele alterou para 1,6k.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003286413

            Nesta malha, temos queda de tensão de 1V sobre R36 com 1V. Já o R34 com 100 ohms (dobro do valor) está com queda de 2V (dobro da tensão) que está correto. E a malha paralela central está com queda de 9V, ou seja, uma queda 9 vezes maior que a queda de R36 de 50 ohms, indicando que o valor será de 450 ohms. O paralelo entre R35 e R53 deveria ser de 330 ohms, mas está com 450 ohms. Assim, comparando um dos resistores que está bom 660 ohms com a resultante de 450 ohms. Como 660 ohms é 1,5 vezes (arredondando) maior que 450 ohms, teremos a subtração de 1,5 x – 1x que será igual a 0,5x. Dividindo o valor de 660 ohms por 0,5, teremos 1320 ohms, que foi o valor que um deles alterou.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003286415

              Temos uma queda de tensão de 1,5V sobre R40 cujo valor é de 30 ohms. Observando também R38 de 50 ohms vemos que te a mesma queda de tensão de R40. Podemos observar que R36, possui uma queda de tensão de 0,5V, proporcional ao seu valor de 10 ohms. Ficamos ainda com a malha paralela formada por R37 e R54 cuja equivalência é de 10 ohms e recebe uma tensão de 0,5V proporcional ao resistor R36. Como temos um valor de 20 ohms na equivalência de R39 e R57, deveria haver uma queda de 1V sobre estes, mas há uma queda de 2V. Por esta queda de tensão, já podemos afirmar que a resistência equivalente do paralelo é de 40 ohms (queda de tensão de 2V). Veja que para ser 40 ohms como equivalente não pode ser o R57 alterado e muito menos aberto, pois independente do valor, se desse defeito, ainda assim teríamos o resistor R39 com 30 ohms, e já podemos afirmar que R39 alterou de valor. Comparando o valor da resistência equivalente do circuito paralelo que é de 40 ohms (1x) com a resistência de R57 que está bom que é de 60 ohms (1,5x), podemos fazer a subtração de 1,5x de 1x, resultando em 0,5x. Dividindo o valor de 60 ohms por 0,5x teremos como resultante o valor de 120 ohms, que é o valor da resistência de R39. Portanto, R39 aletrou para 120 ohms.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003286431

                Vamos calcular em primeiro lugar a tensão da malha formada por R1, R2 e R4, e como consideramos o C1 como circuito aberto, desconsideraremos este e também o resisotr R3. Dividindo 12V por 5, teremos 2,4V, que será a queda sobre R2 e 4,8V sobre R1 e também sobre R4. Assim, fica definida a tensão de 4,8V, no ponto entre R2, R4 e R3 (em relação à massa). Considerando agora que não há corrente circulante por R3, a tensão que está no lado de baixo dele, 4,8V, deverá estar também do lado de cima dele (4,8V) comprovando que não há queda de tensão neste resistor. Caso ainda não concorde, monte o circuito e verá que as tensões são as indicadas e após, marque uma aula de reforço para tirar as últimas dúvidas.
                um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003286433

                  Como temos um capacitor em serie com esse resistor nao teremos queda sobre ele, ou seja, a mesma tensão que você encontrar abaixo de R2 tambem aparecerá acima de R3, caracterizando assim que ele nao tem queda de tensao sobre ele (tem a mesma tensão dos dois lados) . Bom estudo

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003286438

                    O capacitor continua sendo uma chave aberta na malha paralela e assim, devemos calcular a malha série formada por R17, R18 e R19, ficando a tensão em 9V e 6V e no lado de cima de R20 com 0V.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003286440

                      Considerando que o capacitor é um componente com altíssima resistência quando já está carregado, poremos considerar sua resistência interna acima de 20Mohms. Assim, teremos somente em série os resistores R21 e R23. Como R23 é 5 vezes maior, deveremos dividir a tensão da fonte por 6, o que resultará em 2V de queda de tensão sobre R21, o que dará uma tensão de 10V entre R21 e R23.
                      À partir desta tensão entre R21 e R23 (10V), podemos dizer que será a mesma no lado de cima de R22, ou seja, temos 10V aplicados ao conjunto série R22 e C1 e desta forma como a resistência interna em C1 é infinitamente maior do que R22, já podemos afirmar que toda essa queda de tensão (10V) cairá sobre C1, ficando a tensão de 10V entre R22 e C1 – nenhuma queda de tensão sobre R22 e toda a queda de tensão sobre C1.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003286445

                        Você deve verificar as quedas de tensões nas malhas em primeiro lugar. Veja que sobre R4, há uma queda de tensão de 6V e sobre toda a malha de cima (R1, R2, C1 e R3), também há uma queda de tensão de 6V indicando que a resistência da malha de cima é igual à da malha de baixo (quedas de tensões iguais). Na malha de cima temos de forma normal R1 somado à R2, resultando em 1,5k, sendo que deveríamos considerar o capacitor como um circuito aberto. Mas como a resistência equivalente da malha de cima é de 1k é devido a uma fuga de 2k em C1 que somado ao valor de R3 dá um total de 3k. Este valor em paralelo com a somatória de R1 e R2, resultará em uma resistência equivalente de 1k, que confirma as quedas de tensões de 6V.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003286455

                          Sim… mas lembre-se, resistor nunca entra em fuga. Bom estudo

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003286459

                            Como você não especificou corretamente a identificação dos resistores (não há R1), vou fazer a análise normal.
                            Temos na malha, 3 resistores em série sendo R15 e R16 de valores iguais (1x cada) e R14 10 vezes maior. Como a tensão para o defeito apresenta-se com toda a queda sobre R15, poderia já acusa-lo como aberto. Mas você razão inicial quando diz que poderia ser C1 em curto; mas para isso o lado de cima de R15 estaria com 12V como está e desta forma circularia a mesma corrente por R15 e R16, resultando em 6V entre R15 e R16. Com isso podemos concluir que realmente R15 abriu.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003286461

                              Sim, o capacitor está com fuga, mas não de 1k. Veja que a queda de tensão no circuito central (R18 e C1) é de 4,8V, a mesma tensão que cai sobre R19. Logo podemos afirmar que a resistência equivente da malha R18 e C1 é de 1k (e não somente fuga em C1 de 1k).
                              Assim, para gerar um circuito equivalente de 1k, já tendo o valor de 1,5k, teremos que ter uma fuga em C1 de 3k.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003286463

                                Muito bem… está certíssima sua análise. Continue assim!
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003286465

                                  Veja que ao lado do valor do capacitor foi colocada a tolerância (K) e quando isso ocorre, o valor é o que aparece em pico Farad sem dígito multiplicador. Assim, o valor será 100pF e por incrível que pareça, se não tivesse o K (tolerância) ao lado do valor seria 10pF. Tolerância 10% e tensão de isolação de 630V.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

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