Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003285986

      Caso R6 estivesse aberto, teriamos um circuito com duas interrupçoes, uma seria C1 e a outra R6. Neste caso a tensão de 12V não chegaria no ponto,pois C1 continuaria sendo uma chave aberta. E como R6 também seria uma chave aberta o terra não chegaria ao ponto também. Com isso teriamos no ponto pedido uma tensão chamada de oV chamada de terceiro estado, pois não é o terra nem a fonte!!! De qualquer forma nao teria circulação de corrente. Bom estudo!

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003285988

        Temos uma tensão de alimentação de 12V e logo abaixo do capacitor C1, medimos uma tensão de 11V, quando deveria ser zero volt (toda a tensão da fonte deveria estar sobre o capacitor). Assim, definimos que sobre R10 há uma queda de 11V e sobre C1 uma queda de 1V, indicando que existe uma fuga em C1 e que a resistência de fuga é 11 vezes menor do que a resistência de R10. Portanto, a fuga em C1 apresenta uma resistência pouco menor que 5 ohms.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003285990

          Exatamente, pois quando temos uma ligação à massa temos uma tensão de zero volt, que aparentemente é a mesma de quando as pontas do multímetro estão desconectadas, tensão esta que é mostrada em R2 e C1. Mas se fosse o capacitor em curto, deveríamos ter 6V entre R1 e R3. Assim podemos considerar que no caso de R1 aberto que é o defeito e considerando a resistência do capacitor muito alta (quase infinita), deixará o lado de cima e de baixo de R2, completamente no ar (sem conexão), onde chamamos de tri-state.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003285992

            Temos a tensão de alimentação em 12V e o capacitor C1 deveria ter (se estivesse bom) a maior resistência da malha série, e portanto caindo toda a tensão (12V) sobre ele. Mas temos do lado de cima 12V e do lado de baixo dele, os mesmos 12V, indicando que não há queda de tensão sobre C1, e veja que as quedas de tensões nos resistores seguintes estão proporcionais com 4V de queda sobre R1 e 8V de queda sobre R2. Logo C1 está em curto.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003285996

              Se C1 estive com fuga ele se comportaria como um resistor e iria dividir a tensão com o R2. A diferenlça entre curto e fuga em um capacitor é que com fuga ele tem queda de tensão sobre ele, e em curto não. Bom estudo.

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003285999

                R: Quando há um valor numérico sem letras no final, é considerado que o número mais a direita é o multipliador. Assim se tivermos 5600 o valor final será 560pF.
                Já quando aparece uma letra (tolerância), o valor le-se por inteiro, ou seja 5600pF e 20% de tolerância.
                Veja mais detalhes sobre leitura de capacitores no link https://www.eletrohoo.com.br/site/componentes/capacitores/identificando_valores/index.asp

                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003286001

                  O número 333, refere-se a 33000pF, ou ainda 33nF, ou ainda a 33KpF, com isto ficamos com 3 alternativas. Quanto à letra J é uma tolerância de mais ou menos 5%, o que já nos deixa com somente uma alternativa. Quanto ao número 2, indica que a tensão é de 250V (leia a página 132, último parágrafo).
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003286007

                    Veja os detalhes da tensão escrito na figura da própria fonte… confira…
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003286012

                      Os terminais axiais são aqueles que possuem o mesmo eixo. Os resistores utilizados nos kits da CTA possuem terminais axiais. Já o radial são terminais paralelos que ocupam os raios da circunferência do componente.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003286017

                        R: Quando há um valor numérico sem letras no final, é considerado que o número mais a direita é o multipliador. Assim se tivermos 1000 o valor final será 100pF.
                        Já quando aparece uma letra (tolerância), o valor le-se por inteiro, ou seja 1000pF e 5% de tolerância.
                        Veja mais detalhes sobre leitura de capacitores no link https://www.eletrohoo.com.br/site/componentes/capacitores/identificando_valores/index.asp

                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003286021

                          Temos as cores laranja (3), branco (9) e vermelho (2 que representa dois zeros) o que dá um valor de 3900pF ou 3,9kpF ou 3,9nF. Como temos a cor branca na sequência, temos a tolerância de 10% e finalmente uma tensão de 630V.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003286036

                            O capacitor C1, está em paralelo com o resistor R2, e como é aplicado uma tensão contínua, este capactor pode ser considerado como uma chave aberta ou resistor de altíssimo valor. Assim, o cálculo que deverá ser feito, será o cálculo normal com 3 resistores iguais em série, gerando uma tensão entre R2 e R4 de 3V e entre R1 e R2 de 6V.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003286045

                              Exatamente!
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003286047

                                Ele será desconsiderado quando estiver bom. Mas ele ainda pode apresentar:
                                a) aberto: não altera as tensões no circuito de corrente contínua, como este.
                                b) fuga: apresenta uma determinada resistência interna que pode ser alta ou baixa, ou seja, começa a haver corrente circulante por ele.
                                c) curto: as mesmas tensões aparecem em seus terminais e claro circula corrente pelo mesmo.
                                No caso do circuito, temos 3 resistores iguais, onde em cada deveria haver uma queda de 3V, mas vemos no resistor de baixo há uma queda de 4V e no resitor de cima, também uma queda de tensão de 4V. Temos sobre o R2 uma queda de tensão de 1V, significando que a resistência do circuito paralêncialelo C1/R2 está com 250 ohms de equivalência.
                                Como o resistor R2 não pode diminuir de valor, fica claro que o capacitor apresenta uma fuga interna e que está abaixo de 500ohms.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003286052

                                  Se a sua pergunta diz respeito a esta questão, posso dizer que o resistor R9 (500 ohms) possui uma tensão sobre ele de 1V. O resistor R12 que é 3 vezes maior que R9 possui 3V sobre ele (3 vezes maior, o que está proporcional). Já o resistor R10 de 1k, que é 2 vezes maior do que R9, está com 5V sobre ele, ou seja, apesar de ser 2 vezes maior que R9 apresenta uma queda de tensão 5 vezes maior. Logo, não é fuga no capacitor C1, mas sim R10 alterado para 2,5k (5 vezes maior que R9 de 500 ohms).
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                Visualizando 15 posts - 2,491 até 2,505 (de 7,023 do total)