Mario Pinheiro
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23 de março de 2018 às 00:00 #40003285911
Pode ser sim o capacitor em curto, como pode ser outra alternativa. Mas como não há a alternativa de C1 em curto, procure descobrir qual seria a outra.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285913Podemos interpretar o capacitor como uma chave aberta ou fechada. Em funcionamento normal como é apresentado neste circuito, deveria ser uma chave aberta, onde toda a queda de tensão da fonte deveria estar sobre ele, ou seja, 15V. Como medimos em relação à massa, teríamos 0V no lado de baixo dele e 15V no lado de cima dele, diferença de potencial de 15V.
Caso ele esteja em curto, provocada por um problema em seu dielétrico, sua resistência interna será infinitamente mais baixa do que o resistor que está em série com ele, resultando em uma queda de tensão sobre o capacitor de zero volt, mas como circulará corrente pelo circuito, toda a queda de tensão ficará sobre o resistor que estará com tensão de +15V do lado de cima e zero volt do lado de baixo. Finalmente quando ocorrer uma FUGA, a resistência interna do capacitor poderá ser determinada, bastando para isto comparar a queda de tensão sobre o resistor, com a queda de tensão sobre o capacitor. No exercício, se temos uma queda no resistor de 4V no no capacitor de 11V, podemos afirmar que o valor da fuga ou resistência interna do capacitor será quase 3 vezes mais do que do resistor, ou seja, quase 600 ohms.
Assim, será curto quando não houver queda de tensão sobre os terminais do capacitor e fuga, quando aparecer uma determinada queda de tensão que ainda poderá ser alta ou baixa, mas será uma fuga.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285915Seria se a tensão de alimentação fosse de 12V, mas como é de 15V e sobre o capacitor está havendo uma queda de tensão de 3V, estamos tendo uma fuga com aprox. 12 ohms.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285922O ponto de baixo indica uma tensão de zero volt, que poderia ser por algum ressistor do lado de cima aberto, ou ainda uma ligação direta na massa, que no caso seria C1 em curto.
Se fosse R2 aberto, haveria zero volt do lado de baixo, mas 12V no lado de cima deste, indicando que todo o potencial está sobre ele. Se fosse R1 aberto, teríamos zero volt do lado de baixo e zero volt do lado de cima, indicando que todo o potencal da fonte estaria sobre R1.
Caso fosse C1 em curto, deveria haver corrente circulante pelos resistores, gerando quedas de tensões proporcionais aos seus valores. Como R2 possui o dobro do valor que R1, deveria ter uma queda do dobro do valor, o que está ocorrendo.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285926Na verdade é 630V, é que algumas apotilas sairam com este erro!!!
Bom Estudo e fica com DEUS!!!23 de março de 2018 às 00:00 #40003285928R: Quando há um valor numérico sem letras no final, é considerado que o número mais a direita é o multipliador. Assim se tivermos 4700 o valor final será 470pF.
Já quando aparece uma letra (tolerância), o valor le-se por inteiro, ou seja 4700pF e 5% de tolerância.
Veja mais detalhes sobre leitura de capacitores no link https://www.eletrohoo.com.br/site/componentes/capacitores/identificando_valores/index.aspUm grande abraço. Mário Pinheiro
23 de março de 2018 às 00:00 #40003285930Você está certíssimo, pode sim.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285934Temos na divisão dos tempos os seguintes submúltiplos:
1 – s = segundo, sendo a unidade para cálculo das frequências.
2 – ms = milisegundo, representando por três casas após a vírgula (0,001s)
3 – us = microsegundo, representado por seis cadas após a vírgula (0,000001s)
4 – ns = nanosegundo, representado por nove casas após a vírgula (0,000000001s)
5 – ps = pico-segundo, representado por doze casas após a vírgula (0,000000000001s)Podemos ver pelo exercício que o ciclo do sinal abrange 4 divisões e considerando que temos 10ps no time/div, podemos afirmar que o tempo do ciclo será de 40ps. Teremos então 25 unidades de 40ps cabendo em 1000.
Para quanto o valor de 25 será em frequência, vamos revisar o seguinte.
tempo em mili-segundos = Hz
tempo em micro-segundos = kHz
tempo em nano-segundos = MHz
tempo em pico-segundos = GHz
Logo, este número 25 receberá o valor de frequência de 25GHz.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285936Existe um jeito de se calcular freqüência que é bem simples: F = 1000 / periodo. Daí existe uma tabela q deve ser decorada: quando o periodo é em milisegundos a resposta será em Hz, quando o período é microsegundos a resposta será em kHz e quando o periodo é em picosefundos a resposta será em GHz. Ex: periodo igula a 10ps : 1000 / 10 = 100Ghz. Deus te abençoe e tenha um bom estudo!!!
23 de março de 2018 às 00:00 #40003285938O eixo de GND ou referência foi deslocado para uma divisão acima do centro. Assim teremos 100Vp (tanto positivo quanto negativo) ou então 200Vpp. Como o tempo é de 20ms por divisão e o ciclo ocorre em duas divisões, teremos 40ms, que dará uma frequência de 25Hz.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285942Quando você multiplica o valor de 300 x 0,7, deve dar um valor menor e não um valor maior. Provavelmente você deve ter dividido o valor de 300Vp por 0,7, resultando em um valor maior. Assim, a resposta é 210Vrms com 600Vpp.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285970O capacitor, como você disse, é muito utilizado em tensões contínuas para filtragem e podemos dizer que após a energia ligada, haverá a carga do capacitor e após sua carga não mais corrente circulante pela malha que é apresentada na questão 8. Apesar disso, o capacitor C1 está carregado com 12V (12V do lado de cima e 0V no lado de baixo) e ele poderá fornecer, de acordo com sua carga (valor) maior ou menor corrente, caso seja pedida.
Como você está apenas começando e no módulo 1, não vê muita lógica em um capacitor ser colocado em uma corrente contínua, já que ele é considerado um circuito aberto. Mas essa forma de visualização é apenas para podermos aprender a trabalhar com ele nos defeitos, quando ele apresentar fuga ou curtos. No módulo 2, começaremos a ver REATÂNCIA CAPACITIVA e também ele utilizado como filtragem para fontes. Aguarde e verá.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285972Para fazer o cálculo de quanto dará de tensão no ponto pedido, você deverá transformar o capacitor em um determinado valor de resistência. Em corrente contínua, após a carga do capacitor, a resistência interna deverá ser muito alta, acima de 10Mohms, o que significaria que sendo o capacitor a resistência infinitamente maior, toda a tensão da fonte ficará sobre o capacitor. Assim sobre ele teremos 12V, mas medindo em relação à massa, que é a tensão sobre R1, será de zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285977Veja que se você for calcular o circuito, deverá considerar o capacitor com mais de 200Mohms, ou um circuito aberto. Sendo assim, mesmo com o R2 com valor muito alto, as tensões serão de zero volt.
Um grande abraço. Mário Pinheiro23 de março de 2018 às 00:00 #40003285984Não entendi o que você quiz dizer como “escrita” e de baixo para cima. Se você está na questão correta, módulo 1, bloco 53, questão 18, temos uma tensão de 12V medida logo abaixo do capacitor C1, ou seja, toda a queda de tensão da fonte está sobre o resistor R6. Como o capacitor é um circuito aberto para corrente contínua, toda a queda de tensão deveria estar sobre ele, mas para o defeito está sobre o resistor.
A tensão de +12V medida logo abaixo de C1, mostra então que este ponto está ligado à fonte de +12V, onde posso afirmar que o ….. está em curto.
um grande abraço
Mário Pinheiro -
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