Mario Pinheiro

Respostas no Fórum

Visualizando 15 posts - 2,266 até 2,280 (de 7,023 do total)
  • Autor
    Posts
    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003284892

      Se P1 estivesse aberto na parte de baixo, a tensão medida em seu cursor seria de 6V, pois o lado de baixo do potenciômetro seria infinitamente maior do que o lado de cima em paralelo com R1. R1 e o lado de cima de P1, formam uma malha paralela, sendo que o valor do lado de cima de P1 é de 50k que fica em paralelo com R1 cujo valor é de 100k, o que daria uma equivalência de 33k, o que daria uma tensão para o cursor do potenciômetro em torno de 3,6V. Para que tenhamos 6V no cursor, podemos afirmar que toda a queda de tensão da fonte está caindo sobre o lado de baixo do potenciômetro P1 e logo, podemos afirmar que o lado de baixo de P1 está aberto.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003284894

        Veja que temos uma queda de tensão de 1V sobre R1 de 100k que está em paralelo com o lado de baixo de P1 (50k). A resistência equivalente entre os dois deveria ser de 33k (100k / 3). Mas temos somente 1V sobre a malha e no lado de cima de P1 que deveria ser de 50k, temos 5V de queda. Assim, já podemos afirmar que o lado de cima de P1 está alterado para aproximadamente 160k.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003284896

          Veja que o cursor sempre deverá ser considerado no centro, a menos que haja uma observação a respeito. Logo, há alteração no carbono do potenciômetro na parte de cima.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003284898

            basta analisar as proporções. Ex. R2 47K, 2 volts de queda (ddp) e P1 com 100k está com 4V de queda. Você pensaria que as tensões estão proporcionais entre R2 e P1, e estão! Mas veja que no cursor de P1 há o resistor R1 com 47k, que deveria abaixar a resistência equivalente entre ele e o lado de baixo de P1. Como temos no cursor uma tensão de 2V, indicando a mesma queda para o lado de cima do potenciômetro (2V) quanto o lado de baixo (também 2V) podemos afirmar que R1 está aberto.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003284903

              Veja que há uma queda de tensão de 3V sobre o resistor R2 de 47k e que há uma queda de tensão de 2V no lado de baixo de P1, que possui uma resistência em torno de 50k. Logo, já podemos afirmar que R2 está alterado para 75kohms.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003284905

                A queda de 0,75V sobre R2 ocorre porque ele faz parte de uma malha paralela de baixo. Essa queda de tensão não pode ser comparada com o lado de cima de P1 (também com 50k) que apresenta uma queda de tensão de 1,5V. Veja que a corrente circulante pelo lado de cima de P1 é o dobro da corrente que circula pelo lado de baixo de P1 e também por R2. Mas, você pode comparar a queda de tensão sobre o lado de cima de P1 que está com 1,5V, com a queda de tensão sobre R1 que está com 3V, ou seja o dobro, indicando que este resistor R1 está alterado, mas não para 200k e sim para 100k.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003284907

                  Para resolver este circuito você deve redesenha-lo, separando-o em duas malhas. Desenhe o cursor como o ponto mais alto do desenho colocando-o recebendo a tensão de +6V ligando esta tensão em dois lugares, sendo um deles a parte de baixo de P1 com 50k que vai ligado à massa através de R1 com 47k. Da mesma forma, desenhe outro ponto positivo ligado do cursor de P1 para o lado de cima com 50k e depois indo até a massa via R2 com 47k. Os dois circuito são completamente independentes, sendo que a tensão entre o lado de baixo de P1 e R1, é de 3V, que está correto. O outro lado, apresenta dois resistores praticamente iguais (lado de cima de P1 e R2), mas com tesão indicada entre eles de +5V. Com isso já podemos afirmar que R2 está alterado para 250k, pois está recebendo 5 vezes mais tensão do que o lado de cima de P1.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003284909

                    Nestes casos, NÃO, pois haverá a queda de tensão normal do VDR. Caso R1 seja maior que 470k, haverá vaiação de tensão medida devido à resistência interna do mutímetro que ficaria em paralelo com o VDR.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003284911

                      Temos uma Tensão de alimentação de +300V e um VDR1 de 150V em série com R1 de 1k. Como há tensão para vencer a barreira de 150V do VDR, haverá circulação de corrente e a tensão no ponto será a mesma tensão do VDR. Como temos a mesma queda de tensão nos dois componentes, podemos dizer que a resistência equivalente do VDR será de 1k.
                      um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003284913

                        Sim, o VDR irá consumir 150V e deixar o resto para o resistor. Bom estudo.

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003284917

                          Esta é uma proposição didática para que você desenvolva lógica de raciocínio. Caso o circuito prático fosse esse, a tensão sobre o VDR1 seria 130V. Mas na prática os VDR´s são utilizados como você disse, para proteger contra tensões maiores.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003284919

                            Você deve imaginar que o VDR, somente irá permitir passagem de corrente por ele, quando a tensão SOBRE SEUS TERMINAIS alcançar 130V. Para isto primeiramente, devemos calcular a tensão para a malha resistiva, para daí concluir isso.
                            Temos uma tensão de 200V, aplicada a dois resistores, sendo um de 100 ohms e o outro de 300ohms. Dividindo a fonte de 200V por 4, obtemos 50V que será a tensão sobre R1, resultando em 200V – 50V = 150V, no ponto entre os resistores que também é o ponto do VDR. Como dissemos que o VDR será polarizado (conduzirá) quando a tensão sobre seus terminais chegar a 130V, afirmamos que a condição existe, pois considerando apenas os resistores teríamos a tensão de 150V. Desta forma, o VDR, comportar-se-a como um resistor diminuindo a tensão da resultante para 130V.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003284922

                              Veja que o VDR não cria tensão, mas apenas limita a tensão em 130V no caso do exercício. Quanto à tensão no ponto, viste de forma certa, calculando zero volt entre R1 e R2, ou seja,, não haverá tensão para vencer a barreira de 130V sobre o VDR… resposta será 0V.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003284924

                                Exatamente, teremos a tensão de 75V e não alcançaremos a tensão de polarização para o VDR.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003284926

                                  Primeiro você deve desconsidera-lo calculando somente o circuito série entre os dois resistores. Caso a tensão sobre o resistor que esta em paralelo com o varistor seja maior ou igual ao seu valor nominal o varistor ira estabilizar a tensão com o seu valor nominal. EX se tivermos um varistor de 90V e a tensão sobre o resistor em paralelo com o varistor seja 100V, o varistor ira travar esta tenão em 90V.
                                  Bom estudo!!!

                                Visualizando 15 posts - 2,266 até 2,280 (de 7,023 do total)