Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003284839

      Veja que temos uma queda de tensão de 0,2V sobre R1 de 10k. Veja que sobre R2, também de 10k, há uma queda de tensão de 8,8V, ou seja, 44 vezes maior, o que dará uma alteração para R2 de 440 kohms, ou seja, R2 está alterado e não aberto.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003284841

        Bom, se ele estiver em curto, a tensão e um lado deve ser igualk ao outro, e a queda de tensão sobre R1 e R2 devem ser proporcionais, se isso estiver acontecendo vc pode concluir q sim. Bom estudo

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003284843

          Você mesmo disse “ele está recebendo QUASE toda a tensão da fonte”, ou seja está alterado. Se fosse TODA a tensão da fonte, estaria aberto.
          Um grande abraço. Mário Pinheiro

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003284845

            Veja que o multímetro arredondará a tensão de 11,8V e isso ficará bem próximo da relação de 7 vezes o PTC maior que R1. Em análise de defeitos, não nos preocupamos com essas vírgulas ou arredondamentos, mas sim com o que ocorreu com R2, que sendo o mesmo valor de R1, possui uma tensão 55 vezes maior.
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003284847

              A queda de tensão sobre R1 é de 1V e a queda em R2 é de 1V, mas sobre o PT que deveria estar com resistência baixa, está tendo uma queda de 10V, significando que sua resistência interna é de 100k, quando deveria ser muito baixa. Logo o PTC1 está alterado.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003284850

                Na questão 43 a luz tem que ser intensa, como o sol e desta forma o LDR deverá ter uma resistência de 100 ohms, resultando em uma tensão próxima a 1V.
                Na questão 44, com uma iluminação menor, teremos uma resistência média de 1k no LDR, que dará em torno de 4,5V.
                Já de noite, com tudo escuro, a resistência do LDR será de mais de 1Mohm, o que dará uma tensão de quase 9V.
                Já as demais questões serão simetricamente opostas.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003284852

                  Nas questões de 43 a 45, temos o LDR colocado em série com o resistor R1 de 1k. Na questão 43, diz que sobre o LDR incide uma luz forte (de sol), o que determinará que ele tenha uma resistência baixa (consulte a apostila para saber qual será esta resistência). Desta forma, a tensão no ponto “A” será baixa, pois R1 será um valor bem maior do que o valor de resistência do LDR.
                  Já na questão 44, a luminosidade sobre o LDR é menor, deixando-o com uma resistência semelhante à do resistor R1, gerando entre eles uma tensão média. E finalmente na questão 45, não teremos luz sobre o LDR, gerando uma resistência muito alta, bem maior que R1, gerando uma tensão no ponto “A” bem alta. Nas questões 46 a 48, o LDR foi colocado na parte de cima do circuito, sendo ligado ao positivo. As análises são feitas da mesma maneira, com luz intensa, luz menor e sem luz.
                  Na verdade, é pedido para que o circuito seja montado e aplicado uma tensão de alimentação de 9V, para que o aluno tenha a total noção prática do que ocorrerá.
                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003284856

                    Luiz, veja que quando diz que a resistência é muito alta em relação ao R1, a tensão medida entre eles deverá ser baixa. Mas ao incidir luz sobre LDR deverá ter uma resistência muito baixa e com isso elevar a tensão do ponto A, que deverá ficar entre 8V e 9V (alimentação de 9V).
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003284870

                      Como o cursor do potenciômetro está voltado totalmente para o ponto massa, o resistor R1 ficará curto-circuitado e com isso a tensão será de zero volt.
                      Sugiro, montar o circuito e fazer as medições de tensão… é muito interessante.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003284872

                        Como o cursor está voltado todo para cima a tensão da fonte estará nele, e pelo resistor R1 circulará uma corrente baseada em seu valor e na tensão da fonte.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003284882

                          German, não sei se você verificou que já existe uma reposta paraai abaixo mais detalhes esta questão. Mesmo assim, vai abaixo mais detalhes.
                          Podemos dizer que R1 de 47k e o lado superior de P1 (50k – metade do valor de P1) estão em série, resultando em um total de 100k. Estes resistores, estão em paralelo com R3 de 100k, perfazendo uma equivalencia de 50k. Após a resultante de 50k estará em série com o lado de baixo de P1 (50k) e mais R2 de 47k. Note que para o desenvolvimento do raciocínio, recomendamos que a cada passo de simplificação, o desenho do circuito seja refeito. Isto vai ser necessário somente por um tempo, até que seu raciocínio funcione rapidamente para os cálculos.
                          Ficamos assim, com praticamente 3 resistores iguais, submetidos a uma tensão de 6V, ficando 2V sobre cada um.
                          Considerando que temos 4V no cursor do potenciômetro, temos que saber qual a tensão entre R1 e lado superior de P1. Se estes são resistores iguais, os 2V sobre o conjunto será dividido por 2, resultando em 1V, que somado aos 4V que está no cursor, resulta em 5V.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003284884

                            Calculando o paralelo entre P1 (parte de cima), R1 e R3 temos 50K. Assim ficamos com um circuito série formado por 3 resistencias iguais: Req (50k), P1 parte de baixo (50K) e R2 (42K). Bom estudo!

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003284886

                              Para resolver esta questão fica mais fácil se você redesenhar o circuito separando cada metade do potenciômetro, assim ficará com dois circuitos série, com metade do potenciometro (50K) em série com R1 (47K). Assim facilita. Boa sorte>

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003284888

                                Já há uma explicação. Mas como o exercício apresenta ma dificuldade maior, postamos no youtube toda sua explicação em video – selecione o link e sobre ele clique com o botão direito aparecendo “ir até…: https://www.youtube.com/watch?v=3hP6qqsEHa8&feature=youtu.be
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003284890

                                  Temos uma alimentação de 6V e no meio do cursor do potenciômetro temos uma tensão de 3V, indicando que a resistência no lado de cima do potenciômetro é a mesma para o lado de baixo dele – mesmas quedas de tensão. Mas vemos que em paralelo com o lado de baixo do potenciômetro (50k) temos um resistor de 100k, que deveria dar um valor equivalente de 33k, deixando a tensão do cursor em torno de 5V. Assim, podemos ter o lado de baixo do cursor alterado para 100k – que em paralelo com o resistor R1 daria 50k, ou ainda o resistor R1 aberto, deixando somente na malha o potenciômetro e assim daria a tensão de 3V no cursor. Quanto às questões posteriores, deverão ser postadas à parte.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

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