Mario Pinheiro

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    • 23 de março de 2018 às 00:00 #40003284790

      Sim é possível ocorrer que o potenciômetro está alterado na parte de cima. E seu cálculo está correto.
      Um grande abraço. Mário Pinheiro

        23 de março de 2018 às 00:00 #40003284794

        Você teria razão se a alternativa C estivesse dizendo: “P1 aberto na parte de baixo”.
        Note que quando se diz alterado, significa que a resistência final é maior do que o normal, mas não chega a estar aberto, e para conseguir a tensão indicada, deveria estar aberto a parte de baixo.
        Um grande abraço. Mário Pinheiro

          23 de março de 2018 às 00:00 #40003284796

          Sim. Nos dois caso a tensão seria 4V, porém você só tem uma destas opções nas 5 alternativas propostas pelo exercício. Bom estudo

            23 de março de 2018 às 00:00 #40003284798

            Você não deve esquecer o lado de baixo de P1 (do cursor para a massa) que possui um valor de 50k (metade do valor do potenciômetro). Assim, no lado de cima de P1 haverá uma queda de 4V e sobre o lado de baixo (do cursor até a massa) haverá a mesma queda de tensão (4V).
            Um grande abraço. Mário Pinheiro

              23 de março de 2018 às 00:00 #40003284801

              Veja que o lado de cima de P1 está com 50k e em paralelo com R1 de 47k, resultando em um valor de 25k, que está com queda de tensão de 2V (cursor de P1). O lado de baixo de P1 que possui um valor de 50K, deveria ter queda de tensão do dobro do valor de cima e está acontecendo com 4V (10V no cursor e 6V no lado de baixo). Finalmente, temos uma queda de tensão de 6V sobre R2 e para isso seu valor deveria ser de 75k e não 47k. Logo ele está alterado.
              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                23 de março de 2018 às 00:00 #40003284803

                É isso mesmo, há uma queda de 4V sobre o lado de baixo de P1 (50k) e 6V de queda sobre o resistor R2 indicado que este está alterado.
                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003284805

                  A quea na malha paralela formada por P1 e R1 esta proporcional com a queda na parte de baixo de P1. Repare que a req vale 25k e consome 2V, a parte de baixo do P1 é o dobro do valor, ou seja, 50k e consome exatamente o dobro da tensão, 4V. Bom estudo!!!!

                    23 de março de 2018 às 00:00 #40003284807

                    Temos uma queda de tensão de 6V sobre o resistor R1 (47k) e uma queda de tensão de 3V sobre a metade de cima de P1 (com 50k). Como R1 possui o mesmo valor que o lado de cima de P1, deveriam ter a mesma queda de tensão. como R1 está tendo uma queda de tensão dobrada, podemos dizer também que seu valor é sobrado, ou seja, alterou para 100k.
                    Um grande abraço. Mário Pinheiro

                      23 de março de 2018 às 00:00 #40003284809

                      Na verdade temos duas malhas independentes começando pelo cursor de P1. Este cursor recebe 12V, formando duas malhas independentes, uma indo pelo lado de baixo de P1 com 50k e R1 com 47k. e a outra malha do lado de cima de P1 com 50k e R2 com 47k à massa. Veja que a tensão entre lado de baixo de P1 e R1 terá a tensão de 6V entre eles, o que está acontecendo. Mas do outro lado (lado de cima de P1 e R2), também deveria ter 6V, mas há 10V, o que indica que R2 está alterado para um valor de 250k.
                      Um grande abraço. Mário Pinheiro

                        23 de março de 2018 às 00:00 #40003284816

                        O problema aqui está no lado que você virou o eixo do potenciômetro. Se utilizarmos exatamente a figura, e olhando de frente para o eixo do potenciômetro, deveremos girar em sentido anti-horário, ou seja, como se tivesse rodando para o lado de R1. Assim, o potenciômetro ficará em curto, ou com resistência muito baixa, juntando o ponto A ao ponto B. Isso fará com que R1 e R2 fiquem em série ficando tanto no ponto A como no B em uma tensão de 4,5V.
                        Um grande abraço. Mário Pinheiro

                          23 de março de 2018 às 00:00 #40003284818

                          Leia a questão anterior e você deverá girar o potenciômetro em sentido horário, deixando-o com a máxima resistência entre o ponto A e B, ficando a tensão no ponto A com 8,9V e o ponto B com 0,1V.
                          Um grande abraço. Mário Pinheiro

                            23 de março de 2018 às 00:00 #40003284820

                            Veja que o valor de R1 agora é de 100k e o potenciômetro P1 estando no meio dará um valor de 50k; já o valor de R2 é muito menor que os de cima, tendo 1k. Assim teremos proporções de 100x, 50x e 1x, onde deveremos dividir a fonte por 151, dando aproximadamente 0,06V que será a queda de tensão sobre R2 (tensão no ponto B). Agora, basta pegar o restante da tensão que é de praticamente 9V e colocar sobre lado de cima de P1 (50k) e R1 (100k). Assim, teremos no ponto A a tensão de 3V ou 3,03V para ser mais preciso. Veja que a tensão que passou de 8,3V no ponto A não será possível, a menos que a ponta preta do multímetro esteja no positivo. Verifique que a tensão do ponto A, virando o potenciômetro de um lado a outro, variará de próximo a zero volt até no máximo 4,5V.
                            Um grande abraço. Mário Pinheiro

                              23 de março de 2018 às 00:00 #40003284822

                              Pela tensões apresentadas, você está usando um potenciômetro de 200k ou o valor e R1 é de 47k e não 100k… Verifique.
                              Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                23 de março de 2018 às 00:00 #40003284824

                                Veja que para ter estas tensões, o valor de R1 deverá ser 4 vezes maior que o valor do potenciômetro (o potenciômetro está deslocado para a máxima resistência?). Na verdade a tensão do ponto A deverá ser em torno de 4,5V e a do ponto B praticamente de zero volt.
                                Um grande abraço. Mário Pinheiro

                                  23 de março de 2018 às 00:00 #40003284835

                                  Veja que o PTC n temperatura de 25ºC possuirá um valor de resistência muito baixo, quase um curto comparado aos valores de R1 e R2 de 10k. Como o circuito é polarizado por 12V e o PTC é quase uma chave fechada, teremos 6V tanto em cima como embaixo.
                                  Um grande abraço. Mário Pinheiro

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